Então estou de férias e não consigo parar de jogar The Sims 3. Não que o jogo seja a última maravilha (The Sims 2 era fodaço demais), mas continua lindamente viciante.
Há coisas boas e ruins nesta nova versão. Vejamos:
Roda no MacBook. Isso por si só já é lindo, né!
É bem mais rápido. Não, isso não significa apenas que o meu computador é novo - quero dizer que há muito menos interrupções no jogo. Por exemplo, para ir até uma área comunitária, nas edições anteriores do Sims tínhamos que aguardar looongos minutos de telinha azul com musiquinha até que o cenário se carregasse. (Eu jogava com revistas ao meu lado, pra ler no meio tempo!) Agora você joga com a vizinhança inteira, os membros da sua família podem estar cada um em um canto, e é possível dar zoom em qualquer lugar da vizinhança sem ter que esperar carregar.
Os novos traços de personalidade possibilitam infinitas combinações. Antigamente você só podia escolher personalidade através dos signos. Agora não: seu Sim pode ser maligno, pidão, couch potato, workaholic e até vegetariano! E dependendo dos traços do seu Sim, ele terá possibilidades diferenciadas de interação com as coisas e pessoas.
Os Sims são agora muito mais imprevisíveis e, ao mesmo tempo, muito mais independentes. Se você quiser, pode deixar rolando o jogo e só assistir. Seus Sims agora fazem tarefas triviais por conta própria, como ir ao banheiro e tomar banho. Claro que coisas como cuidar de bebê ainda precisam de supervisão, mas volta e meia meus "filhotes" ligam sozinhos para suas amizades distantes para manter contato, aprimoram objetos, acordam para o trabalho mesmo de mau humor...
Você vê onde o seu Sim trabalha e pode escolher o que ele vai fazer lá (puxar saco do chefe, vadiar, etc). Confesso que a minha atividade favorita no The Sims é arrumar carreiras e fazer meus Sims progredirem nela! Adoro os detalhes, as necessidades de se dar bem com o chefe, as "oportunidades" (tarefas que melhoram sua vida no trabalho), enfim. Então é fascinante acompanhar a carona dos Sims chegarem a um prédio e dar um zoom. Você não vê o que tem dentro, mas para cada emprego é um barulho diferente que se ouve. No Exército tá todo mundo marchando, no prédio do jornal são computadores fazendo aquele barulhinho típico de digitação, enfim. Uma graça!
Porém, nem tudo é perfeito. Alguns aspectos são meio chatinhos, e com outras novidades eu ainda não me acostumei:
Seu jogo agora é por vizinhança, e não família. Quem, como eu, gostava de jogar com todas as famílias do The Sims, um dia por vez, para que eles envelhecessem juntos e se conhecessem, etc (em vez de jogar loucamente com cada família até cansar e pular pra outra), vai demorar a se acostumar com o fato de que, se quiser jogar com outras famílias, terá que abandonar a família atual (ou seja, todas as conquistas e "desejos duradouros") - a não ser que você crie outro jogo na mesma vizinhança, criando assim vários "universos paralelos". Então esse negócio de botar vários amigos em várias casas e fazerem eles se conhecerem não rola mais no The Sims 3, ou pelo menos se tornou muito mais difícil. De primeira eu estranhei pra caramba, mas agora me acostumei. Ah! Por causa disso há uma novidade: a vizinhança ao seu redor envelhece junto com a sua família, o que não acontecia nas edições anteriores.
Alguns locais comunitários, como restaurantes e lojas, você não consegue ver por dentro. Seu Sim entra e você no máximo escolhe o que ele vai comer ou comprar. Isso é chatinho; se antes você podia fazer um date numa lanchonete, interagir com garçom e correr o risco de ter o seu Sim visto traindo o cônjuge, isso ficou um pouco mais complicado no The Sims 3. Mas acredito que os próximos pacotes de expansão devem ajustar isso (inclusive falta uma loja de roupas, hein?).
Os Sims não têm mais aquela memória "traumática" e/ou boa, que contava a "historinha" deles. Isso agora virou um "modificador de humor" absurdamente complexo. Então se o lixo estiver fedendo no meio da cozinha, seu Sim ficará perturbado por 10 minutos; se ele se apaixonar ficará feliz por 3 dias; e por aí vai. São condições temporárias às quais você tem que ficar atento, pois agora seu Sim pode estar com suas necessidades todas "verdinhas" e mesmo assim estar mau-humorado. Isso complicou o jogo um pouco no início (ainda acho meio chatinho), mas agora já me acostumei!
Não há mais o serviço de Jardineiro. Agora seu Sim tem que se virar para cuidar do jardim e/ou horta. Tô achando isso meio péla-saco, por isso ainda não plantei nada nas casas dos meus Sims porque ainda não descobri o que é regável e o que não é.
Decorar as coisas e criar um Sim ficou extremamente complicado - e cansativo. E isso NÃO é uma coisa boa. Enquanto há 350 bilhões de formas de ajustar um rosto, as opções de cabelos são ridículas de tão poucas. Idem com a decoração. Aparentemente você tem zilhões de "patterns" para escolher e "colar" nos seus móveis, paredes, etc, mas até agora achei isso tão complicado e lento de se fazer (leva muito tempo para observar um objeto, pois a imagem fica girando em 3D) que desisti de aprender. Quem sabe daqui a uns meses?
Esse negócio de apresentar pai e mãe pro namorado é fácil. Sogra? Sogro? Cunhados? Avós? Pfff! Família se tira de letra! Tensas são as outras apresentações - as corriqueiras e/ou as "não-apresentações". Explico.
Fiquei CHOCADA quando o boy lá do trabalho levou o namorado pra conhecer todo mundo! Tem noção de como isso é sério?? É pior que domingão-social-com-a-família-alheia!!! Acabei me inspirando e surtando aqui ao numerar outras situações tão tensas quanto essa! Vejamos...
Eu poderia chamar esse texto de "Você sabe que seu relacionamento está sério quando você conhece/apresenta....". Vejam se não faz sentido!
Chefes e colegas de trabalho. São pessoas que você vê todo dia, com quem possui uma certa intimidade, e se bobear conhecem você melhor do que aquele seu primo que só aparece em festinhas. Preciso falar mais?
Porteiro. Porteiro é uma coisa TEEEENSA. A apresentação não vai ser direta, claro, mas se você passar para o boa-noite-tudo-bem-como-vai com ele, pode apostar que o negócio é sério!
Vizinhos de porta com quem se esbarra a toda hora. Bizarro, pra dizer o mínimo, mas altamente significativo se você for apresentado a eles numa mera ida ao lixo ou ao elevador!
Gerente de banco. Jura que tenho que explicar?? Tudo relacionado a finanças é extremamente quicativo em qualquer relação!
Amigos dos pais. Conhecer os pais é tranqüilo, como disse. O bicho pega quando umaa simples visita à cozinha leva aos amigos dos pais! Now *that* is commitment!
Médico, de qualquer tipo.Need I say more?
Motorista de estimação do seu ônibus. Sabe quando é sempre o mesmo? Fica aqueeeela coisa!
Landlord. Foi pra isso que o boy levou o lóvi ao trabalho, by the way!
Pessoas randômicas porém cotidianas. Tipo jornaleiro, pipoqueiro, caixa da farmácia - não há intimidade, mas familiaridade. A pessoa não te conhece, mas, ahn, "te conhece", sabe?
Ele adora ouvir coisinhas calmas como Belle & Sebastian e alguns Teenage Fanclub.
Ahh, é impressionante: SEMPRE que estou ouvindo Chris Isaak ele faz questão de arranhar minha porta e se instalar no pé da minha cama. É fanático.
Ele odeia rap (especialmente Puff Daddy).
Minha irmã quer expulsar o cão do quarto? É só botar Britney Spears no som!
Ele DE-TES-TA skatistas e poodles.
Ele já matou um gato.
Ele possui um obsessão FORA DO NORMAL com bolas de todo tipo. De querer pular atrás no meio das crianças em parques etc. É bizarro, só vendo para entender.
Ele fica histérico com bois e cavalos mas não dá a mínima para patos e aves em geral.
Ele anda no banco do carona do carro do meu pai (Sim, o resto da família se aperta no banco de trás).
Quando toca o interfone ele automaticamente fica latindo até ouvir a campainha. Então se for um vizinho ligando, temos que fazer tooodo um ritual pra ele ficar quieto: esperar 2 minutos, fechar a porta da cozinha, tocar a campainha e fingir que atendemos algum entregador. Senão ele não vai parar de latir!
(não, pessoas, eu NÃO estou falando em impedimento, escanteio etc.Eu sei as regras, ok?)
1. O ódio mortal que basicamente todo vascaíno tem do Flamengo.
Vou MORRER sem entender. Ok, ok, há tricolores e botafoguenses
pentelhos e tal, mas vascaínos anti-Flamengo batem recordes.
Putaquilpariu. Agora há pouco, da minha janela do trabalho, passei uns
40 minutos ouvindo berros e zoações de um grupo de vascaínos
alucinados, sacaneando UM mísero exemplar flamenguista por causa do
fiasco na Libertadores. (Digito isso no dia seguinte à derrota.) É
IMPRESSIONANTE como a desgraça flamenguista alheia é mais deliciosa que
qualquer outra derrota futebolística. (Para constar: sou botafoguense,
mas nasci flamengo. Já já eu conto aqui minha linda história de amor
com a estrela solitária ;) Vem cá, o quê que custa se limitar a torcer
para o SEU time, e não CONTRA o time dos outros, hmm? Thanks! *E não
gritem na minha janela do trabalho. Obrigada!*
2. A necessidade de entrevistar os jogadores de futebol.
Isso sempre foi um mistério pra mim! Acaba o primeiro tempo, ou o jogo,
e lá se vão os repórteres histéricos atrás dos jogadores. Vem cá...qual
é o objetivo? O repórter faz uma pergunta ridícula, obtém uma resposta
pior ainda e tudo o que temos na TV é um close nojento de alguém suado
e pingando e cuspindo e botando a mão no nariz e sabe-se sei lá mais o
quê que alguém é capaz de fazer enquanto dá uma entrevista. Eca!
3.O acúmulo de gente que assiste ao jogo do campo.
Isso é um mistério até para o meu pai, às vezes ficamos assistindo
juntos e surtando sobre a questão, especialmente em final de
campeonato. Prestem atenção... na entrada em campo, aquele bando de
crianças nada-a-ver; meninas carregando banners,
posters etc... os repórters alucinados que, não sei por quê (ver #2
acima!), ficam livres para circular com seus microfones e celulares.
Tem repórter DEMAIS em campo. Enfim. Então o jogo começa e no primeiro
momento tenso a câmera focaliza o banco... aí, além do técnico e sua
equipe, e dos reservas, vemos trocentos outros seres humanos
esbravejando na beirada do campo. É uma zorra. Quando acaba o jogo o
campo é invadido por MUITA gente. MUITA GENTE. Isso não é normal. Além
dos times, árbitros e gandulas, o que fazem DE RELEVANTE todas aquelas
pessoas??
4. Soltar fogos de artifício no estádio ANTES ou DURANTE o jogo. Ok, quem foi o "gênio" que achou a idéia superlegal e implantou essa maluquice??
5. O glamour em torno do jogador de futebol. ¬¬ É. Pois é. Mas atente que não estou falando de FAMA. Fama eu até entendo. (O-D-E-I-O, mas entendo! Grunf ¬¬) Mas glamour...????
what the fuck?? Deixe-me explicar uma coisa aqui tentando soar o menos
preconceituosa possível (ha): jogador de futebol é um ser limitado,
por definição. Na boa. Vamos combinar: se tivesse intelecto, não
escolheria essa profissão, néam? Então. Não há glamour algum em ser
jogador de futebol. Morrerei sem compreender essa entourage
que cerca os estirpes mais ricos da "profissão" (aaaspaaas!). Parecem
os rappers americanos: carrões na mão de amigos estranhos, que batem o
carrão e tal... muito estranho, muito estranho. E as campanhas
publicitárias com esse pessoal?? Alguém merece?? Kaká de símbolo de
elegância?? ME POUPE. Eu entendo a FAMA. Mas não o glamour em torno da
profissão. Não há NADA - N-A-D-A - de cool em ser jogador de futebol.
C'mon. ¬¬
6. A capacidade dos jogadores de se meterem em enrascadas. É quase um clássico - e que volta à minha constatação anterior: jogador de futebol é um ser limitado. FATO. Mas mesmo assim... travestis na Barra???
Socorro! Dá pra fazer uma lista de mais de dez coisas bizarras que
"pegamos" os craques fazendo. Desde acidente de carro até paternidade
via DNA, não há limites para as confusões dessa raça.
Agora,
claro, sou obrigada a dar meus dois centavos sobre essa história do
Fenômeno (*suspiro tenso*): eu achei FODA o que ele fez. Foi parar na
delegacia e não teve problemas em contar a história toda. Não aceitou
pagar 50 mil pra traveca fechar o bico. Achei FODA. O Ronaldo é
sinistramente foda e humano. Neguinho odeia isso, que os seus ídolos
tenham momentos de "oops!", então caem de pau, lamentam o "ocaso" do
jogador... gente, eu não vi nada disso. Eu achei do caralho. O FENÔMENO
É FODA!
Vamos então à segunda questão, sobre a necessidade de catar prostituta depois da balada. Como disse a Barbara Gancia, "homem é refem do seu pingolim" (kkk!). Fato. Jogador de futebol, então...................
E
aí a namorada/noiva/whatever o abandona. Tsc. Taí um estudo de caso
CLÁSSICO para o que eu preguei no Buxixos da Paradiso "Fidelidade" e no
meu texto "a-con-te-ce". Será que terei que escrever outra carta
endereçada a mulheres do Fenômeno?
Bom, serei breve: Filhinha, dois conselhos!
a) Ca-mi-si-nha! SEMPRE! Ops, tarde demais? Faça um exame de sangue, vá ao ginecologista, essas coisas...! Urgente! b) Não termine com ele por causa disso, porra! E DAÍ que ele saiu com 3 travecas? (neguinho deve estar aos berros lendo isso agora...kkk) Mas
é sério! Não aconteceu nada, assim que ele descobriu começou logo o
auê, então tecnicamente você nem tomou esse triplo chifre!
Só que é aquilo que eu SEMPRE falo (¬¬)..."É jogador né?". Desculpem o grito, mas é inevitável: QUEM MANDA NAMORAR DE JOGADOR DE FUTEBOL??? HEIN?? HEIN?? BEM FEITO!!!! AGORA AGUENTE O TRANCO! E tenho dito. ¬¬³ Voltando então à nossa programação normal....
7. Como um jogo pode ser emocionante e terminar no 0 a 0.
Deve ser o único esporte do universo em que ninguém pontua e o
espectador pode sair satisfeitíssimo do jogo. Vai dizer que isso não é,
no mínimo, exótico??
8.A implicância feminina com esse esporte. Taí
uma das características "anormais" na minha formação de personalidade:
só descobri que casais brigam por causa de futebol ao ver aqueles
anúncios engraçadinhos em época de Copa do Mundo, ou lendo farpinhas em
revistas femininas. Então, como uma alienígena, pensei: "oohhh, isso
acontece?? JURA?? Por quê???" Eu não fazia idéia do quão clichê isso era! Sério! Duas razões para minha total ignorância sobre o assunto:
a) Lá em casa minha mãe nunca teve auê com meu pai por causa disso - e
olha que ele é capaz de passar o domingo INTEIRO no sofá vendo todos os
campeonatos que você puder imaginar. Minha mãe adora, pois se tranca no
quarto e consegue passar o dia inteiro em paz lendo, hehe. Então eu
cresci achando que aquilo era regra, "o momento de deixar o macho em
paz".
b) No geral, meus
namorados/rolos/etc. nunca são futebol-freak. (Sim, existem homens
assim, chamam-se NERDS. :P) Meu melhor amigo, por exemplo, nem time de
futebol tem! Mas claro que possuo uma honrosa exceção no meu currículo:
um namorado que ia em TODO SANTO JOGO DO TIME DELE. Mas, tipo, nunca me
incomodou. Às vezes eu até ia junto (sim, é ele o botafoguense que me
converteu. Já já conto a minha história de amor com a estrela solitária
;)
Qual o problema, mulherada? E daí que o seu parzinho tem que assistir a todos os jogos do time, e mais todos os jogos dos rivais, e mais
todos os jogos de todos os campeonatos?? C'mon, são só duas horinhas!
(e umas oito no fim de semana, kkkk) Que drama todo é esse por causa de
22 homens correndo atrás de uma bola e um outro salivando em frente à
TV? Não entendo, não entendo!! Deixa o cara!
Ah, mas ele vai pro boteco e/ou estádio com os amigos? De novo... QUAL
É O PROBLEMA???? Who cares?? Eu não tô nem aí se o cara passa metade do
dia respirando futebol. Eu também tenho meus interesses e tal, e
imagina só se ele encrencasse....nem pensar! Ataques de ciúmes
abstratos do gênero ("escolha: ou eu, ou o seu time!") são ridículos.
Vou morrer sem entender as mulheres que fazem disso a grande desgraça
da relação.
9. A "hereditariedade" do seu time do coração.
Pô, só porque meu pai é Flamengo eu tenho que ser também? Como assim?
Não entendo isso, acho que você tem que estar livre para escolher seu
time (ou ele te escolher, aiai ;) Eu era flamenguista teórica e
são-paulina (cof!) até acompanhar meu ex-namorado ao Maracanã dentro da
torcida do Botafogo. Vocês sabem o que é aquela torcida do Botafogo?
Meu, não dá nem pra começar a descrever. É uma coisa tão linda ser
botafoguense... é a torcida que mais sofre! A mais injustiçada! A mais
apaixonada pelo seu time, ôunn :') Foi um jogo tenso, um empate
daqueles bem dramáticos... e a massa botafoguense lá, esperançosa...
(kkk!) Impressionante como o Botafogo só se fode e os torcedores amam o
time cada vez mais. É lindo! D-I-G-N-O.
Amo! Atente que isso não teve NADA a ver com aquele puto do meu
ex-namorado, que era um playboy desses que adorava uma micareta (!),
nem sei o que diabos eu estava fazendo com ele depois de termos brigado
tanto dois anos antes, terminado e voltado, terminado e voltado... acho
que só serviu para me levar ao meu time, kkkk! O namoro se foi de vez
já tem mais de dez anos, mas o Botafogo...... aiai! :))) Sou
vira-casaca com orgulho.
10. Namorar jogador de futebol dar status a alguém. Não
entendo, não me conformo e não falo sobre isso. Mas tem que constar
como # 10 porque, bem, eu não compreendo como esse tipo de coisa pode
ser algo que certos seres (em geral loiros) perseguem loucamente.
Taaaaantas outras "profissões-de-namorado" são melhores que isso,
aiaiai... ¬¬ Arruma um médico, dentista, repórter, cantor, economista,
publicitário engraçadinho, cientista louco, gerente de projetos, administrador de empresas formado na FAAP
(ai!), QUALQUER COISA, POR FAVOR. Menos jogador de futebol, vá. Please.
(Um dia prometo escrever sobre "por que a profissão do cara importa
SIM". Mas há algo introdutório aqui)
Open relationship é o relationship status mais subestimado do Orkut. Deveria ser o mais usado, pois engloba tudo numa opção só: rolo, affair, caso, "ficar direto", "sem compromisso", babadjinho, dichava, rabo-preso... é tudo re-la-cio-na-men-to a-ber-to, mas neguinho insiste em se esconder no blank à toa!!! Não vou me cansar de defendê-lo. Pena que a percepção geral é de que open relationship = putaria.
PORRA, NÃO NECESSARIAMENTE!!!!! É muito mais comum ver senhores e senhoritas sem nada declarado (o blank) caindo na esbórnia e passando o rodo geral. Nem os "single" galinham tanto, na boa.
Tudo bem que desde que me declarei "open relationship" o número de acessos de indianos freak ao meu profile subiu exponencialmente. Tudo bem que volta e meia recebo scraps esquisitos. Mas não me conformo com essa interpretação errônea do que significa um "relacionamento aberto". Sim, respeito quem opta por ele e cai na putaria (esta é apenas UMA das situações!), been there, done that, mas este simplesmente não é o meu caso no momento. E mesmo assim não deixa de ser um open relationship.
Vejamos então dez situações típicas de open relationship que as pessoas sentem medinho de assumir sabe-se lá por quê! (a minha já foi a 1, agora é a 5, mas eu quero mesmo é a 8)
Você fica constantemente com essa mesma pessoa, mas não sempre, e eventualmente fica com outros. E vice-versa. Não há compromisso sério entre vocês dois.
Pegou a pessoa uma, duas, três vezes seguidas? Mas nada fica acertado, um não tem o tel do outro, os encontros são por acaso? Bingo! Esse iniciozinho tenso de babado é open relationship puro!
Você fica direto com essa pessoa, mas ela te diz com todas as letras que não quer compromisso. Mesmo assim, o mundo inteiro sabe que vocês ficam, não é necessariamente algo dichava. É o típico caso de "committed-fobia". O "open relationship" funcionaria maravilhosamente aqui porque, como já disse várias vezes, traz o "relationship" pra acalmar quem quer algum tipo de segurança e o "open" para quem tem pânico de se sentir preso a alguém!
Vocês se pegam numa dichava estranha, só fazendo programas escusos, tipo cinema-motel-motel-cinema. Apesar de ser uma coisa constante, e vocês se falem por tel ou MSN, não tem absolutamente NADA que indique ser um namoro (leia-se: não conhecem os pais, não fazem programa em galera, não saem para a noite para não serem vistos, você não conhece amigos da pessoa...). É um relacionamento, decerto. Mas estranho. E como não existe a opção "weird-stuck-in-the-middle-going-nowhere relationship", vá de open!!
Vocês ficam há algum tempo. A pessoa te chama pra conversar sobre o que você quer. Você não sabe responder, a pessoa também não deixa as coisas muito claras, é preciso analisar inúmeros fatores ainda, pesar prós-e-contras etc. Enquanto vocês não se decidem...... open relationship!
Você é o chifre constante de um namoro oficial. Se não estiver também num namoro, você tem um open relationship.
É só sexo, mais nada. Pá-pum. Você tem um open relationship se rolar mais de duas, três vezes.
Você quer uma relação com essa pessoa, mas sem os auês e perturbações e cobranças de um namoro. Tipo um compromisso "light", de se pegarem sempre, independentemente do resto (e dos eventuais "terceiros", que são opcionais, aí depende do que vocês estipularem). O open relationship aqui é um passo além do 'estamos só ficando' (pra não ficar mais aquela dúvida: "ai, será que hoje rola??"). Vira uma relação entre vocês dois, algo um pouco mais certo e garantido - vocês têm o "compromisso" de se pegarem sempre - porém não tão grave ou solene quanto um namoro oficial. Ahh, que meio termo calmo e relax...!!
A velha conhecida putaria. Você fica com várias pessoas, várias vezes, intercalando-as (ou não). Mas atenção: ficar com vários *uma única vez* não é open relationship - é "single"!
A putaria profissa e voyeur. Você tem um(a) parceiro(a) fixa, mas rola aquela tara básica de vê-lo(a) com outra(o), e vice-versa. Isso é um estilo de vida. Nor-mal!!! Porém, como se viu, é apenas UMA das possibilidades do open relationship! Escolha a sua!
Estamos em 2008, meu povo! Quando é que esse moralismo de "aaaai... open relationship... uuui... sei lááá... que promíscuo..." vai acabar?? Todos os enrolados com algum rabo-preso estão basicamente num open relationship mas ainda não se tocaram disso. A suposta "promiscuidade" é por conta do freguês, cacete! Cada um que faça suas regras.
Aiai, o mundo seria tãããão melhor se as pessoas relaxassem sobre o assunto...! Affe!
Marina é fã de Big Love e, se fosse casar, queria logo três maridos.
A Folha de segunda-feira me apavorou: Em artigo na pág. 2, Fernando de Barros e Silva tascou: "O destino de Aécio é o Senado, a menos que mude de partido. No PSDB, já perdeu a parada". E quando o Fernando de Barros e Silva escreve algo assim eu entro em pânico, porque provavelmente ele está certo – e eu vou ficar muito revoltada se tiver que votar nulo pela primeira vez na minha vida num segundo turno.
Entããão, minhas dez razões para que o PSDB não siga por este lado Serra da força...
Ele não vai ganhar.
Ele é careca, e todos sabemos que ganha quem tem o melhor cabelo.
Tá, o Ciro Gomes é careca também, mas não é morfético. O Ciro ganha essa disputa se não botarem o cabelo do Aécio, hein, tô avisando...
Essa obsessão freak do Serra com a presidência é IRRITANTE. Chutou a prefeitura pra virar governador e agora vai chutar a reeleição pra ser presidente?? Como eu sei quem é que manda pra valer nesse país, aí vai meu grito de socorro: QUANDO É QUE OS PAULISTAS VÃO REAVER A NOÇÃO, MEU PAI???
O PSDB tá viajando na maionese, achando que a próxima eleição está ganha. Está porra nenhuma! Eles acham que aqui a "alternância de poder" vai ser normal tipo EUA... 'qualquer candidato do partido vai ganhar mesmo, então vamos com quem o povo mais conhece (Serra)' Hell, no! Não é colocar um boneco de papelão qualquer pra se candidatar que vão ganhar a parada "de qualquer jeito"!! Nanani! Nem nos EUA a coisa tá fácil assim... que diria então nesse país bizarro chamado Brasil. Então, mais uma vez, vou gritar aqui: NÃO, O SERRA NÃO VAI GANHAR.
Pode não parecer aos PAULISTAS SEM-NOÇÃO, mas o Serra possui alta taxa de rejeição. A começar por mim, que o odeio com todas as forças do meu ser. Sou daquelas que responderia ao IBOPE assim: "Eu votaria em qualquer um MENOS NO SERRA". Fato. Sou anti-PT mas sou capaz de votar no Bispo Crivella (!) se a opção for Ciro x Serra. Heloísa Helena é arretada, mas convenhamos que não rola, néam?
O timing é péssimo, está me lembrando a estratégia estúpida do Garotinho de sair candidato (em vez de se reeleger aqui no Rio) e botar a mulher pra ganhar de governadora. Se ele tivesse ficado mais 4 anos no governo, poderia fááácil fááácil disputar 2010 e fazer todo mundo se pelar de medo da candidatura dele (tô falando sério. Analisem friamente e esqueçam o asco irracional com o Garotinho... é FATO que ele estaria fortíssimo hoje. Mas sabe como é político provinciano né, ê Turma do Chuvisco... tsc!). Serra tem que ficar quieto no canto dele e se reeleger para governador. Ponto. Ele e os PAULISTAS SEM-NOÇÃO se merecem, certo?? Então!
O Aécio fez tudo direitinho, Alckmin também: se reelegeram, não rasgaram documentos prometendo algo como não sair da prefeitura (tsc!) e não ficam quicando alucinadamente pensando 470 vezes por dia "o que posso fazer para ser o próximo presidente da forma mais weasel possível?" O timing está a favor deles. Não morro de amores por nenhum dos dois, mas são MUITO MELHORES que o Serra. Fato².
Serra está muito colado à imagem de FHC. Não adianta, você olha pra um e lembra do governo do outro. O PSDB precisa de caras novas, porque a credibilidade do partido foi pra lata do lixo há tempos... E prestem atenção: o Aécio é o tucano com menos cara de tucano que existe.
O PSDB, pra variaaaar, só faz merda atrás de merda, seguindo uma cartilhinha tatibitati que até agora não deu certo. NADA do que eles previram sobre o governo Lula aconteceu. TODAS as estratégias de oposição deram em água. Já listei aqui as Dez Burrices Tucanas e estou com medo de adicionar a 11ª: "Colocar o Serra como candidato em 2010". Alô, som, estrategistas tucanooos: NÃO... VAI... DAR... CERTO... de novo!!!
Ah, e razão bônus: Até 1996 Serra nunca tinha visto uma vaca. Enough said.
Festa Chaparepaguá do aniversário do Gordinho no DCE da ECO. Com a distribuição de uma batida de coco EXCEPCIONAL, muita música boa, muito Blur, "Hey" do Pixies cantado aos berros pelo povo, muita muita muita diversão, esta foi uma das festas início de tudo, uma proto-LOUD. E foi muito muito lindo estar ali pra ver :)
Edinho na Bang!. A minha primeira festa-do-Edinho tem que entrar aqui, claro!!!! Foi linda, linda, linda.... e me emocionou profundamente. Nunca tinha visto nada parecido antes. Resultado? Culpa dele que eu não sou mais clubber e fui pro lado róque da força em termos de night. ;PPPP (rock eu só ouvia em casa, pois minha vida noturna era só ValDemente e demais tunts-tunts-tunts. Ou seja: sem este nº 2, não haveria o nº 1, o 3, o 4, o 5....)
Lounge da Bunker com o Theddy só tocando hard rock farofa. Nunca vou esquecer disso. FOOOOOOOOOODAAAAAAAA!!! Foi histórico, nunca mais vai se repetir. Até hoje lembro das pérolas. E lembro dos 2 minutos mais incríveis da minha vida numa boate: na pista principal Edinho tocando "Cherry Pie", enquanto no lounge eu quase morria com "Ride The Wind". MATADOR!!!!!!
Festa Valentine (?) do Tito no Barman Club/Anexo. Outra que nunca vou esquecer na minha vida. 5 pessoas na casa, e tocou TUDO o que você puder imaginar de New Order numa pista de dança (and I can imagine *a lot*!). Foi SENSACIONAL! A nerd aqui tascou e-mail para os fóruns e listas do New Order do mundo inteiro sobre a maravilha que tinha sido aquela noite.
A Paradiso com o Tito na pista 2 só tocando poperôs felizes. O Tito é imbatível no eletrônico, todo mundo sabe disso. Mas o que ninguém sabia é que horas e horas de velharias dance ia ser aquela comoção. Fato:nunca valeu tanto a pena estar numa pista infernal de tão lotada. E nunca foi tão doído sair para comprar bebida ou ir ao banheiro!
Maldita de Natal no lounge da Bunker. I-nes-que-cí-vel! Zé & Gordinho estavam especialmente inspirados nesse dia... e quem já foi em Malditas de Natal sabe como é: sempre aquela gritaria feliz, sempre aquele clima "ho ho ho" indie-roots comovente! Foi também comemoração do meu aniversário e da Vanesca, ou seja: enchemos a cara de sangue do diabo e tudo mais que tínhamos direito!
A Back to the 90's na Nautillus, seguinte àquela que faltou luz no Catete. Não só foi aquela expectativa por causa do blecaute na edição anterior, como teve final de festa com Gordinho tocando Extreme e Chris Isaak! Foi difícil sentar numa cadeira aquele dia, viu... Muito booooooooom!
Uma das primeiras Lemons no Barman Club, em que o Dodô tocou... "Lemon". Se bobear foi a primeira, mas não lembro com certeza! Foi clááááássica, por motivos óbvios! ;D A Lemon sempre foi uma das minhas festas favoritas, pois nunca lotou de forma descomunal nem ficava cheia de gente sem-noção como a LOUD em seu auge no Cine Íris. E juntava os mesmos 4 DJs supimpas num lugar só, né? Tem coisa melhor??
A X-Demente com o Felipe Venâncio de convidado especial. Aiai... voltei no tempo esse dia... :))) Coisa mais linda essa festa – tanto o colírio para os olhos com aqueles gays maravilhoooosos, como o fato de ver uma multidão descamisada que em nenhum momento saiu de controle. E o Felipe Venâncio é um gênio, né?
Alien Nation com o Lariú de convidado. Acho que sou a única que lembra isso, mas... ele tocou "ONE", do U2! DO NADA! *foda*
Minha relação com a série My Name is Earl tem sido inconstante. Achei os primeiros espisódios hilários. De repente comecei a me entediar, mas agora estou novamente viciada.
Isso porque há um aspecto fascinante na série: Os detalhes. As minúcias do show são de arrasar:
A locação. A localização (fictícia?) de Camden County é absolutamente foda. Tudo ali é o que os americanos chamam de "redneck", ou "caipirada". São os pé-rapados, a ralé. E é MUITO ENGRAÇADO. Só o fato de os produtores terem conseguido emplacar uma série que fale do cotidiano desse povo já é o máximo. Earl quase sempre aparece com sua blusa do Lynyrd Skynyrd, o trailer onde Joy mora é qualquer coisa, o hotel onde Earl e o irmão moram parece saído de filme de beira-de-estrada.
O figurino, cenário etc. Palmas para os gênios que vestem esses personagens e montam os detalhes das cenas, especialmente as do bar e do trailer. Não pode ter coisa mais perfeita. E white trash, claro!
O casting. O elenco freak é SENSACIONAL. Cada criatura daquele Crab Shack é mais engraçada que a outra. A excentricidade de cada mini-personagem neste "universo Earl" é aaaalgoooo. E o toque genial da série é não esquecer nem o mínimo detalhezinho de ninguém. Quando menos se espera um deles pode surgir na história novamente, nem que seja por cinco segundos. O episódio-spoof de COPS é um exemplo. Muito bom!
A criação dos personagens como um todo. Os figurantes "figuraças" e os coadjuvantes podem ter toda a pinta hillbilly do mundo, mas de nada serviriam se esses roteiristas não fossem absurdamente audaciosos. Quando você imaginaria que uma sitcom algum dia fosse basear sua premissa em torno de um zé-mané, seu irmão bocó e sua ex-mulher baixo-nível? E POR CAUSA DO KARMA E DE UMA LISTA???? É de cair o queixo – especialmente porque a série emplacou.
A Joy. A ex-esposa do Earl é a personificação da mulher-bagaceira. Per-fei-ta, sem tirar nem pôr. Dá tudo certo aqui: o sotaque, os penteados, os trejeitos, o pavio curto, a ignorância incurável. Em vários episódios é ela que rouba a cena!
As caras e bocas do Jason Lee. Caraca, não dá nem pra começar a explicar o que é a levantada de sobrancelha que ele faz nas horas mais bizarras. E o bigodón??? E quando o maior dos absurdos acontece e ele está lá, com aquela cara de Earl? FODA!
As participações especiais. John Leguizamo como o tio da Catalina, manda-chuva do vilarejo mexicano, me fez rir compulsivamente por 22 minutos. E mais! Giovanni Ribisi como o amigo que não vale nada; Christian Slater maconheiro que resolve viver numa sociedade alternativa; Juliette Lewis como a ex-namorada de Earl... é simplesmente FODA. Você curte só de ler o que escrevi: mesmo sem ver o episódio em questão, garanto que já da pra imaginar como não devem ter sido hiláááárias essas participações.
A ousadia com os estereótipos. Catalina, a chicana que faz faxina no hotel, encarna um sem-número de situações bizarras que, de tão exageradas, mostram uma verdade gritante (chocante?) na nossa cara e mesmo assim faz rolar de rir. Duvido que algum mexicano se ofenda com aquilo. O negócio é tão bem escrito que você ri da própria desgraça, do próprio rótulo. Idem com toda a ambientação caipira e ignorante. Tudo estereotipado à décima potência para o efeito cômico. É uma aposta bem ousada, que pode cair na caricatura – como eu acho que aconteceu com alguns episódios isolados. Porém, quando funciona.... dá de mil nas outras sitcoms (com exceção do The Office-US, minha favorita atualmente).
As situações ridículas. Quando Earl começa um episódio narrando uma historinha low-life qualquer e passa a explicar suas causas nos mínimos detalhes, e daí tem-se aquela saraivada de maluquices e cenas inacreditáveis, eu entendo por que não dá pra sair da frente da TV.
Os flashbacks. Mostrar o Earl e o Randy como pestes na infância é um recurso infalível. O moleque que faz o Earl é perfeito de marginalzinho do colégio. Viram, crianças-diabas, o que o futuro lhes reserva??
O que faz um ser humano vestir (por livre e espontânea vontade!) uma camisa onde se lê "100% VAGABUNDO"?
Por que recebo spam do Exaltasamba?
Alguém em sã consciência baixa aquele ringtone anunciado pelo canal FX – e o usa??
Por que upgrades de software sempre fodem o seu computador e é um parto voltar atrás?
Os telemarketings que me ligam três vezes por semana realmente acham que eu vou aceitar algo que me é oferecido por telefone?
Aliás, sobre os próprios: por que eles perguntam se eu posso atendê-los "no momento"? Se eu falar "não" vão me ligar novamente, certo? Que escolha tenho eu, portanto?
Quem inventou essa história da carocha de que quem tem relacionamentos íntimos com cow-workers vive melhor?
Quando é que o Chris Isaak vai dar espaço para outra coisa nos meus CDs Players?
Quem será que compra as roupas da "grife CARAS"?
(spoiler! spoiler!) Por que o Sanjaya só saiu HOJE do American Idol?
A narração da Mary Alice Young. Essa história da amiga morta bla-bla-bla já não foi encerrada na primeira temporada? (Big mistake, big mistake!!!) O mistério acabou, certo? ENTÃO QUAL É O PROPÓSITO DESSA NARRAÇÃO AGORA?? Se a proposta é a cada ano ter um novo mistério, que a voz do além mudasse também, oras...
O mistério (quá-quá-quá) desta temporada é ridículo de tão óbvio! Pra começar tinham que achar um ator menos sinistro que o Kyle McLachlan - que, c’mon, já achou até orelha no chão em filme de David Lynch; então você olha e sabe de imediato que aí tem coisa!
A completa desconexão com a segunda temporada. Claro que isso foi feito para enterrar de vez o fiasco que foi terem subaproveitado a plot *sensacional* que poderia ter saído da participação de uma família negra na vizinhança – especialmente em se tratando de Alfre Woodard, pois essa mulher é FODA. Ponho a culpa deste fracasso, sem dúvida, nos roteiristas sem-noção e com medinho de politicamente correto – o que saiu pela culatra né... onde já se viu colocarem justamente negros envolvidos em fugas de crimes e/ou cárcere privado? Tsc! Podia ter sido tããããoo melhor.... aiai...
A briguinha ridícula da Gabrielle com o marido já está enchendo o saco. Tá faltando assunto? Parece que ninguém sabe o que fazer com dois latinos numa série assim além de quebra-quebra e safadeza. Aliás, por que os "vigaristas" da série são os chicanos, hein? Hummm....
O sobrinho da Eddie com a filha da Susan. Err... just *don’t*, ok?
Vou insistir na tecla que eu bato desde a primeira temporada: espaço demais para Susan na trama não rola, cara! Ela é muito, muito, MUITO enjoadinha! Atriz, personagem, tudo ali é ruim!
O que antes era um roteiro afiadíssimo e que virava de cabeça para baixo um subúrbio-clichê se transformou em... tramas MEGA clichês! Cada historieta criada até agora é no mínimo risível de tão óbvia (tirando o orgasmo da Bree, claro – clássico instantâneo!!!!)
Voltando ao ponto do tópico 1: o babado da Mary Alice não acabou? Então qual a relevância do personagem Mike pra história?
Os personagens novos da trama não adicionam muito à série. Não são nem um pouco empolgantes.
As caras e bocas das atrizes estão esquisitíssimas, parece que cada uma a seu modo quer aparecer ali e pronto. Dane-se a fala da cena! Exceção: Marcia Cross (Bree) e Nicollette Sheridan (Eddie) – esta última porque as caretas *são* da personagem.
Ter colocado o Tasso Jereissati na geladeira anos atrás, espalhando que sua saúde era frágil demais para tentar candidatura a presidente (P-LEASE!!!!).
Ficar nessa palhaçada de panelinha SP-MG, como se o resto do país não existisse.
A incapacidade total de botar ordem no estado de SP, mesmo depois de 12 anos no poder, e mesmo assim se acharem uns gênios.
Inventar esse papinho de 'pacto' com o PT para que Lula, reeleito agora, acabe com a reeleição e volte ao mandato único de 5 anos. QUANDO É QUE NEGUINHO VAI APRENDER QUE REGRAS NÃO DEVEM SER MUDADAS SÓ PORQUE É DE INTERESSE PESSOAL DE DOIS IMBECIS COMO AÉCIO E SERRA????
Ainda deixar que gente como FHC dê as cartas no partido. (Ninguém merece!!!!!)
Fazer Serra se candidatar a prefeito, ganhar e depois dar a prefeitura de bandeja pro PFL 2 anos depois para que o mesmo Serra se candidate a governador. (E o compromisso assinado atestando que não iria usar a prefeitura como trampolim, hein, sr. Serra???? Depois vai na sabatina da Folha dizendo que aquilo não era documento porque não tinha sido registrado em cartório???? Que vergonha!!!!!!)
Achar que seria melhor deixar Lula "definhar" na opinião pública, pra chegar nas eleições em frangalho (HA-HA-HA!!!!!!), do que clamar por impeachment - achando que a eleição estaria ganha.
Tanto acharam que a eleição estava ganha que optaram pelo candidato menos conhecido de todos (soberba, soberba...).
O stress compulsivo das pessoas. Eu achava que era exagero de carioca, mas é a maior verdade. In-crí-vel. A menor coisinha vira um auê - eu já vi jornaleiro correndo atrás de pedestre com pé-de-cabra na mão, madame saltando do carro pra gritar com ciclista que passou muito perto dela, gente reclamando de quem pegou o elevador pra descer logo no 1º andar ("por que neguinho não pega a escada?!?!?!") (!!), taxista que buzina e esbraveja até quando não tem ninguém na frente dele, e por aí vai. Bizarríssimo.
Motoqueiros ensandecidos. E isso não é força de expressão. Eles correm alucinadamente pelo meio dos carros, são sempre os primeiros na frente do sinal - ops, "farol" - e ficam aterrorizando pedestres com aquele vrum-vrum-vrum de aceleração nervosa (como se isso fosse fazer o sinal ficar verde mais rápido...tsc!)
Pessoas fantasiadas de gótico e punk (montadas mesmo, com lápis no olho, maquiagem e tudo mais!) antes mesmo das 9 da manhã. E fazendo fila na porta da FNAC (que só abre às 10).
FNAC imensa. Você se perde lá dentro, sério.
Camelô que vende gorro, luva e cachecol.
Alguém que ache normal perguntar "E aí, trabalhou muito nas férias?"
Ninguém anda de chinelinho na rua. Aleluia!!!!
Um restaurante melhor que o outro. Assustador.
A Galeria do Rock, claro. Como esquecer dessa maravilha??