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6/2/2009 Minha vida no trabalho vai piorar sem a Antena 1 Light FMOntem, dia primeiro de junho de 2009, qual não foi meu susto ao ligar meu radinho e ouvir um… PAGODE! Ohmygod, cadê a Antena 1 Light FM?? Pois é, ela saiu do ar. No lugar dela agora você escuta a Nativa; onde era a Nativa agora é TUPI! Já avisei aqui no trabalho: minha produtividade deve cair uns 20% com o fim da Antena 1 Light FM no dial do Rio de Janeiro. Por quê? Oras, porque, como o próprio nome da rádio explica, é uma Light FM. Só toca música calminha, para servir de “fundo”, que não atrapalha o meu serviço e não me faz mudar de estação constantemente (só trocava quando surgia Djavan ou Jorge Vercilo, ou aquela Ana Carolina). Passo meus dias lendo e escrevendo. Trabalhar em silêncio assim é maluquice, não consigo. Com a Light FM e suas musiquinhas adoráveis que não atrapalham era uma maravilha… *suspiros* Vou sentir MUITA falta, sério. Segue aqui uma lista com as coisas que eu mais gostava da Antena 1 Light FM e que explicam por que esta sempre será minha estação favorita:
E o item mais importante:
Entende agora como meu coração ficou triste de saber que não vou ter mais a Antena 1 como “colega de trabalho”? Várias maravilhas se escondiam na sua programação, que agora todos perdemos. Que a estação volte, e rápido! 5/12/2009 Como é bom gostar de trashices pop (ou: o clipe novo do Enrique Iglesias é TUDO!)Já é a *segunda* vez que me pego viciada numa canção do Enrique Iglesias. A outra foi "Do You Know (The Ping Pong Song)", de 2007 (leia mais aqui). O negócio está brabo: há SEMANAS "Takin' Back My Love", que tem a participação da Ciara, não sai do meu som. Segundo o Last.fm, já escutei a canção no meu iTunes 82 vezes (ops, 83). Isso sem contar as voltas do trabalho no metrô ouvindo a música sem parar no celular (são 40 minutos NON-STOP. Faça as contas.) Qual é o meu problema?? Bom, não sei. Só sei que quem está mexendo na carreira do Enrique Iglesias está fazendo um trabalho assustador. Esta música é (mais) uma pérola deliciosa do mais puro eurodance trash. Ou será miami bass? Ou "mero" pop pegajoso? Esse produtor (ou seja lá quem for o gênio por trás dessa guinada na carreira breguérrima do cantor) conseguiu pegar o "drama" inerente do latin lover e botar na dance music! E realmente, por que nunca pensaram nisso antes?? Se temos cantoras gritonas, por que não um homem? Enrique Iglesias = música de corno, certo? Mas agora música de corno NÃO é mais igual a baladas horrorosas!!! Ao colocarem uma base dance e uns arranjos que quase me lembraram o antigo “funk melody” (tipo Tony Garcia), chamarem uma cantora com quem ele pode contracenar cenas tórridas (hã...!) e criarem um clipe que por si só já é qualquer coisa, não tenho vergonha de dizer aqui que pra mim a perfeição foi praticamente atingida – no que diz respeito ao Enrique Iglesias, claro! Tá, vocês vão me encarnar e retrucar: “ah, mas é porque você sente um prazerzinho de ver o Enrique sofrer”. PÔ, CLARO!! Quem não sente??? Gente, eu entro em ÊXTASE vendo um galã daqueles comendo o pão que o diabo amassou nas suas músicas! E os bicos?? Ahh, os bicos que ele faz... a testa franzida... os olhos fechados... o cabelinho desgrenhado... é HILÁRIO! Amo. Sério. Especialmente agora que posso assisti-lo SEM colocar o vídeo no mudo! Falando nisso... Este clipe precisa ser comentado passo a passo. Com a abertura similar a um filme (praticamente todo vídeo “grandioso” de hip hop é assim agora), a coisa promete. Começa com closes em porta-retratos onde aparecem Enrique Iglesias e Ciara juntos, etc e tal. Tipo, você até respira fundo e pensa: Aí vem conteúdo profundo. U-i-ê! Então a gente já vê os dois cantores discutindo, e a Ciara armando barraco de cima de um salto agulha! U-a-u! Esta é uma introduçãozinha, onde os dois gritam por cima do instrumental: “Ciaraaaa” “Enriqueeee” (hilário!) Depois disso começa o show do Enrique: “Go ahead just leave, can’t hold you, you’re free / You take all these things if they mean so much to you”. Aos 35 segundos do vídeo, o mocinho está sentado no chão da casa sofrendo e afirmando por entre o bico: “I gave you your dreams ‘cause you meant the world / So did I deserve to be left here hurt?” Aos 45 segundos, a coisa esquenta: ele vai ao banheiro, vê o porta-retrato dos dois na pia (oh-my-god! Quem tem porta-retrato NA PIA DO BANHEIRO??? Hilário!) e canta: “You think I don’t know you’re out of control / I ended up finding all of this from my boys / Girl, you’re stone cold, say it an’t so / You already know I’m not attached to material” Aí, na virada tchuns do refrão (o grito “I’d give it all up”), ele pega o colar da Ciara a CRASH! Quebra tudo no chão!! Uhh, como ele sooofre! Ele se debruça na pia... ele está cabisbaixo... E ELE DERRUBA TUDO DA BANCADA! O refrão começa e a quebradeira também! (“But I’m takin’ back my love, I’m takin’ back my love, I’m takin’ back my love / I’ve given you too much but I’m takin’ back my love, I’m takin’ back my love, my love, my love, my love, my love”) Aí vem a parte da Ciara! Ela entra na casa e começa a discutir (cantar... kkk!) a relação com ele: “yeah, what did I do but give love to you? I’m just confused as I stand here and look at you / From head to feet all that’s not me / Go ‘head keep the keys, that’s not what I need from you”. Em seguida ela cata umas roupas dele, e PAFT!, joga na piscina! O DR também continua, enquanto ele aparece em outro take respondendo, assim como na canção (Hilário, hilário!): “You think that you know (I do) You’ve made yourself cold (oh yeah) / How could you believe them over me, I’m your girl / You’re out of control (so what?) how could you let go? (oh yeah) / Don’t you know I’m not attached to material?” Na segunda vez que o refrão entra, porém, Enrique surpreende a todos e vai até a cozinha...jogar leite no chão!!! (Hein?) Sim, ele esvazia a geladeira inteira, destrói toda a comida, só de raiva! (uuuui!) Enquanto isso, Ciara joga um quadro na piscina e outras coisas que não dá pra saber o que seriam. O mais maneiro é, aos 2:17, ela jogar coisas numa fogueirinha freak no meio da sala (não, não é numa lareira). Então os dois se encontram de novo, em frente a uma mesa de jantar. Aí cada um vai discutindo com o outro derrubando e quebrando coisas! Acompanhe o diálogo: E: So all this love I give you, take it away C: You think material’s the reason I came E: If I had nothing would you want me to stay? C: You keep your money, take it all away E aííí.... uhh, aí é o clímax da música e, aos 2:35 min do vídeo você começa a ver as cenas mais “quentes” que o Enrique Iglesias pode protagonizar com uma mulher: o agarro-quase-beijo. Aos 2:52 é a melhor cena: Enrique Iglesias parece o maior bebê chorão da paróquia! Seu acting é absolutamente sensacional de tão canastra! Ai aaaaai! Quanto sofrimento! Quaaaaquaquaquaquá! Então o pancadão do refrão segue, eles continuam quebrando tudo, até que aos 3:24 as coisas se “acalmam”, a música se encaminha para o final e vem mais quase-beijos com o Enrique – o que é perturbador, pois não pude distinguir quem canta aquele falsete inacreditável no final! Assista e se delicie! Tô torcendo muito pra virar hit!
Powered by Qumana 4/13/2009 Considerações sobre os novos de U2 e Chris IsaakE o CD do U2, hein? Depois da 28a. audição, até posso dizer que "gostei" do disco, mas c'mon: quase soa como "forçação de barra" de fã. Tirando "Magnificent", que é, humm, magnífica, nada mais em No Line on the Horizon me tocou profundamente. É um disco de rock ok, com baladas ok, algumas lembrando exageradamente o Unforgettable Fire, enfim. O desavisado poderia achar que é o U2 de sempre, blablabla, mas pô. O U2 de sempre me emociona. Tem algo errado. E não é porque eu tô véia de guerra e enjoada da minha banda-amada-do-meu-coração-e-que-já-faz-parte-da-minha-vida. Eu fiquei louca com o How to dismantle an atomic bomb, adorei. Não sei o que houve desta vez, meu querido Bono, mas não rolou. "Magnificent" é LINDA, LINDA, LINDA. Mas é só. As outras faixas me causaram coisas como bocejos, cochilos e muita, mas muita dispersão. Não prestava atenção direito, nada me prendia ao ouvir o CD. Ou seja: desinteressante. Meia-boca. Enjoativo. Previsível. (sabe quando você escuta e consegue imaginar direitinho onde cada faixa vai entrar no "roteiro" do próximo show? Pois é. Tédio.) Tentei quase trinta vezes, até tô curtindo e tal, mas..... (bem, siga lendo.) ***** Maaas.... ...a questão é que, semanas depois de estar nesse momento "ouvindo U2 sem parar só pra ver se eu gosto do disco", chega outro lançamento por aqui: Mr. Lucky, o novo do meu amadíssimo Chris Isaak. Tô achando o álbum absolutamente adorável - e quanto mais ouço mais prazer sinto, mais sorrisos eu abro, mais feliz eu fico! Ele desceu tão facilmente.... ouço-o em loop aqui não porque quero me acostumar com ele (caham!) - mas porque me pego voltando as faixas constantemente. Na primeira audição, aliás, "Best I Ever Had" grudou na cabeça. Apaixonei-me profundamente na hora! Essa tem que ser single!!! E então outras foram se seguindo e ocupando um lugar especial no meu coração:
Agora, se você quer sofrer MUITO e/ou se comover com o sofrimento alheio, ouça "You Don't Cry Like I Do". A letra é de cortar o coração: You don't know how much this whole thing hurts me. / Cause you don't cry, cause you don't need me now, cause you don't want me now. / You don't cry, cause you don't need me now, you don't want me. / You don't want me, you don't love me. That's what kills me. Uuuuuh! Pena que a música não tem uma melodia tão tensa quanto eu imaginaria para uma letra como essa. (ou seria ainda bem? Hmm! :P) Apesar de algumas faixas (especialmente as baladas) cheirarem ao mais típico country pop, o disco é delicioso. Até os momentinhos bregas soam cool com esse hômi no vocal, é incrível!! O único protesto é sobre "Breaking Apart", que foi regravada com a Trisha Yearwood e virou sertanejo - até porque sua participação não ficou tão legal quanto a 'segunda voz' da versão original, que está no Speak of the Devil e é muito mais dolorida. No mais, tudo o que você esperaria de um CD do Chris Isaak está em Mr. Lucky. Um pouco mais caipira, decerto - mas ainda assim extremamente cool. A-DO-REI - ou melhor, tô adorando, pois tão cedo sai do meu som, ôooun! Powered by Qumana 1/29/2009 The Cure – 4:13 Dream(- ecows!!!!; * yuk!; ** argh...; *** humm...; **** yes!; ***** uhúúúú!!!!)
Gente, que deprê – no mau sentido. Esse disco novo do Cure me cansou. E justamente com o intuito de parar de escutá-lo e zuni-lo para bem longe na minha novíssima estante que estou aqui sentada ouvindo-o (espero eu) pela última vez. Tá, ok, o disco não é tão horrível quanto The Cure, o CD de 2004 pelo qual eu paguei uma fortuna (por ser duplo) para nunca mais escutá-lo, constituindo assim um dos mais altos custos-audições da minha discoteca. Mas eu devia ter desconfiado. Eu devia aprender que quando os críticos da Folha gostam de algo do Cure eu com certeza vou odiar – e vice-versa. O álbum Bloodflowers foi achincalhado e eu o amo de paixão. Esse 4:13 Dream foi elogiado e.... bem, olha eu aqui morrendo de tédio. O disco quase te engana. Começa lentinho, com aquela jeitinho de Robert Smith sofredor – ritmo arrastado, efeitinhos melancólicos (!), faixa passando dos 6 minutos... aí a segunda música entra e parece aquele outro The Cure, que fez coisinhas fofas e semi-felizes. Ok. Aí quando a terceira canção começa a tocar (“The Reasons Why”) você quase cai pra trás com a introdução absurdamente chupada do New Order. O riffzinho é Peter Hook puro, fiquei chocada aqui! A música é esquisitinha, parece tirada de uma caixa de clichês. Como se um pedaço de New Order + um pedaço de Cure + pedacinhos de pós-punk + letrinha triste fosse dar um resultado necessariamente bom. Ora bolas, tenham a paciência, né. Minha favorita (e a única coisa digna de nota desse disco, na boa) é “Sleep When I’m Dead”, com um refrãozinho agradável e um jeito de coisa que tocaria numa night mega-alternatchiva – e se o DJ estivesse razoavelmente bêbado e sem-noção. Mas veja bem, ainda assim a música não é nenhuma maravilha. Nota 7 e olhe lá. “Freakshow”, “The Real Snow White” e “The Hungry Ghost” até que não trazem tanto ódio ao meu coração, são escutáveis e tal, mas c’mon... O Cure é muito melhor que isso. MUITO melhor. O disco é uma decepção. Ruinzinho, ruinzinho. Nada parece funcionar direito aqui, é uma massa de canções bobas e sem graça. Algumas músicas, aliás, são tão fracas que você para e pensa: “Meu, será que eu comprei o CD certo?” Às vezes eu acho que o Tio Bob contratou uma banda cover para trabalhar por ele. “The Scream”, por exemplo, é HORROROSA. Sim, a certo ponto Robert Smith grita como um louco na música. E não, não sei por que diabos algo do gênero entrou no disco. “This. Here and Now. With You” é outra coisinha sofrível. As demais canções seguem no mesmo nível. Você as ouve e 10 segundos depois já esqueceu de tudo. E é isso que mais me perturba, pois o Cure é uma banda cujos discos me marcam como cicatrizes. Cada lágrima que eu derramei ouvindo-a, cada canção que me consolou em algum momento da vida, cada verso “uterino”, cada pedacinho deles que me comove horrores eu guardo com carinho dentro de mim para sempre. É uma das minhas bandas mais amadas, daquelas que eu preciso ter à mão para uma emergência, sabe. Então é tristíssimo ter em mãos um álbum dessa mesma banda, mas que não me diz nada, não me toca profundamente, não me emociona. O pior é que eu desconfio que isso tudo é pura preguiça do Robert Smith, pois em uma ou outra faixa você percebe um lampejo de criatividade dele. Tem coisa boa ali, mas é tipo meio minuto de uma longuíssima faixa, um refrão aqui, um riff acolá... Não é o suficiente, meu The Cure querido. Nem de longe é o suficiente. Agora com licença que eu vou escutar o meu Disintegration. 12/31/2008 Retrospectiva Freak Musical 2008Então o ano se acaba. E lá vem tia Má com sua retrospectiva sem sentido na qual valem canções e artistas que fizeram o meu ano. O que significa tanto novidades quanto velharias que me encantaram em 2008. E devo adiantar logo que pouco ouvi coisa nova. Repetindo, portanto: as usual, vale tudo que eu ouvi ao longo do ano e dane-se se foi lançado em 1988! Ok? Let’s go then! Discos do ano: Eu simplesmente viciei no novo do Moby, Last Night. É ma-ra-vi-lho-so de tão retrô. Háusi daqueles com vocais gritados, refrãozinho, tunts-tunts simples, enfim, Marina-style né ;P Talvez eu compre o de remixes, mas ainda não sei. Não quero quebrar a magia! Outro que demoroooou pra sair do meu som em 2008 foi o Transparent Things, do Fujiya & Miyagi. Eletrônico delicioooooso!! (sim, não tô nem aí que o disco não é de 2008, blablabla. Leia acima) Por fim, Bust a Nut, velharia do Tesla, entrou na minha CDteca e ficou meses rodando no meu MP3-celular! Música mais tocada no meu som do ano: “Disco Lies”, do Moby, sem dúvida. Pelas minhas contas, incluindo MP3-celular e excluindo rádio, devo tê-la escutado umas 273 vezes. Música / destaque do ano: Além da já citada “Disco Lies”(Moby), “The Beginning of the Twist” (Futureheads) simplesmente me conquistou na primeira audição. É FODA. Pra mim foi o destaque do ano, pois é raro uma música (indie!) me agradar assim tão rápido, kkk! >:P Hit subestimado no Brasil do ano: Ok, foram dois, mas é que “Sweet About Me”, da Gabriella Cilmi, eu cheguei a ouvir aqui e ali, em rádio e novela. Então pode ser considerado semi-hit, talvez? (gente, não é POSSÍVEL que essa música não tenha estourado! É chicletaço maravilhoso! Adoro!) Mas a música que eu realmente esperava que estourasse loucamente (até porque chegou no topo das paradas no mundo inteiro) era “All Summer Long”, do Kid Rock. Gente, a música é pop rock perfeito. Chupada de “Sweet Home Alabama”, eu sei, mas putzgrila, é lindamente amistosa e cantarolável. Por que diabos não emplacou aqui é um mistério! Hit estourado nas pistas do ano: Não deu pra ninguém: Hot Chip – “Ready For The Floor”. Ainda não tive tempo de escutar o disco inteiro, mas o hit é tudo de bom!! Reprise do ano: Depois de anos e anos de buscas pelas lojas, foi na Galeria do Rock que achei o CD Disintegration (The Cure) – importado por 20 paus!!!! –, para finalmente substituir meu K7. Então eu estava há anos sem ouvir essa maravilha. E então, claaaaro, a partir do momento em que o disco entrou no meu som ele só saiu de lá para o MP3-celular. Sim, ele continua no meu som. Sim, eu *amo* o Disintegration. No momento devo dizer que estou cercada de reprises: Bloodflowers (Cure), outro favorito, está rodando por aqui; coletânea do Simple Minds está no celular, junto com Gin Blossoms. Aliás, só ontem resolvi abrir o novo do Cure (4:13 Dream) para escutar. Devo fazer uma resenha sobre o disco, pois estou numa fase tão “viúva de Robert Smith” que ele vai merecer uma audição cuidadosa por aqui. So far not so good, mas quero dar uma segunda, e talvez terceira, chance. A conferir! U2 do ano: Bom, por motivos totalmente pessoais me vi catando os B-sides do Best of 1980-1990 da pilha de discos para passar semanas e semanas escutando aquelas baladas maravilhosas. Destaco “Love Comes Tumbling” e “Luminous Times (Hold on to Love)”, que iluminaram um momento lindo da minha vida. Não adianta, essa banda está entranhada em mim. Eu até consigo ficar longe dela por um tempo, mas.....! aiai! ;) Quero-ser-U2 do ano: The Killers, dã! Gente, essa música “Are We Human or Are We Dancers?” (ou algo parecido) é a coisa mais absurdamente Bono-wannabe que eu já ouvi na vida!!! Brandon Flowers, filho, vai comer um pratinho de arroz com feijão e depois a gente conversa, tá! Tsc! Powered by Qumana 7/22/2008 “All Summer Long” – Kid RockDifícil resenhar apenas uma música isolada de um artista que eu mal conheço, mas... bah! ;P O Kid Rock sempre me fascinou por razões não-musicais. Ele parecia um alien quando apareceu: loiro! Cabeludo! Pose metáu! Marina-style! Desde quando isso cola num mundo pós-grunge, onde "rock pesado" era sinônimo de Korn, Limp Bizkit e demais barulhos malvadinhos? Pois é, não cola! Não comigo, anyway, porque eu sempre vi uma discrepância ABSURDA entre o que ele tocava e o que ele aparentava. Era frustrante!! Visualmente ele parece saído de uma cápsula do tempo circa 1987, só que fazendo música estranhamente NÃO farofa! Tipo, parecia Beastie Boys para nú-metáis dummies!!! Até hoje me espanta vê-lo nos vídeos e/ou red carpets da vida! Quando namorou a Pamela Anderson, então, eu tive certeza de que ele era criação de publicitário da indústria fonográfica tentando emplacar algum Axl Rose-like nas paradas de sucesso, só que cantando rap. Pois bem. Kid Rock pra mim sempre foi rap-metal-malvadinho-e-invenção-de-gravadora. Tirando a baladinha com a Sheryl Crow ("Picture"), eu não agüentava ouvir nada dele. Aííí, de repente, surge "All Summer Long". Gente, M-O-R-R-I! Morri! A música tem pianinhos! Corinhos! Refrão bobinho! Backing vocals suaves (com direito a adoráaaveis "uuuu-uuuu-uuuu" em alguns momentos)! As estrofes rimam e grudam na sua cabeça! Guitarrinha amistosa! Será cover?? Bom, não importa. O fato é que esta música é uma surpresa completa para mim, e o clipe também dá aquele susto! É como se Kid Rock de repente tivesse acordado achando que está *de fato* em 1987!!! Não é exatamente aqueeele hard rock épico e farofento, mas tem os dois pés fincados no chamado "Southern rock", à la Lynyrd Skynyrd. Aquele tipo de rock white-trash / My name is Earl / light FM, manja? E eu adoro né! É esse tipo de música que eu sempre esperei de alguém com o visual que ele possui – agoooora sim o que a gente vê condiz com o que a gente ouve! >:P Há três hipóteses para a mudança de rumo na carreira do Kid Rock:
E a música é uma delícia, toda nostálgica... Começa assim: It was 1989, my thoughts were short my hair was long / Caught somewhere between a boy and man / She was seventeen and she was far from in-between / It was summertime in Northern Michigan O clipe então…
Inacreditável que em pleno 2008 fizeram algo do gênero! Achei FODA! kkkk Enquanto loiras de biquíni se divertem e o cabeludo tem seu momento ternura com outra loira, a música chega no refrão: And we were trying different things / We were smoking funny things / Making love out by the lake to our favorite song / Sipping whiskey out the bottle, not thinking 'bout tomorrow / Singing Sweet home Alabama all summer long / Singing Sweet home Alabama all summer long E por aí vai... Gente, eu fiquei besta! Kid Rock relembrando os bons tempos!!!! Claro que essa simples canção grudenta sobre um mero verão em 1989 me levou a toda uma metáfora louca na cabeça ("está todo mundo com saudade do velho e bom róque descompromissado! Ôun!"). Na primeira audição passei a faixa inteira de boca aberta. E não consigo mais parar de ouvir a música em loop aqui! Pode ser a maior armação de gravadora dos últimos tempos, mas eu adorei!!!! Adoreeeeeei! É assim que começa a se formar momentum para a volta do hard rock!!!!! Como esta música ocupa a 3ª posição nas tão cultuadas UK Charts no dia em que escrevo este texto (22/07), podem ter certeza de que não estou sozinha... Como já cansei de digitar por aqui, o rock decente (de preferência *hard rock*, claro ;) precisa voltar a dominar as paradas. Urgentemente. Nem que seja via southern-rock-quase-country do Kid Rock! 6/10/2008 Considerações sobre os sucessos (junho) + "U2zices"Chiclete da vez: Gabriella Cilmi - "Sweet About Me". TEM QUE VIRAR HIT. RÁPIDO! ***** Gente, que deprê esse single novo ("4 Minutes") da Madonna hein? Mal dá pra notar que é ela a lead singer!! Parece mais uma das 38 músicas com "mirabolâncias" do Timbaland e vocal louquinho do Justin Timberlake com uma voz no corinho que lembra vagamente a cantora. Ela está completamente apagada na faixa. Não gostei não!! ***** Ok, analisemos o fator "Bleeding Love" (Leona Lewis), shall we? Cara, é o seguinte. De tempos em tempos a indústria fonográfica precisa desovar cantoras gritonas-dramáticas-que-a-mulherada-e-os-gays-vão-adorar. Essa Leona Lewis, vencedora de um tipo de "Idol" britânico, preencheu perfeitamente o vácuo que a Whitney Houston deixou. Percebam que existem duas versões da música: a lenta, para tocar nas light FM, e a rápida, para a "balada" e para os gays gritarem junto. Nada contra divas de gays (dependendo do meu clima até escuto), mas isso não é 90's demais não?? Vira o disco! Nem a Mariah Carey anda berrando assim...! Mas enfim, aparentemente a massa adoooora esse tipo de música - e vamos dar graças aos céus que não inventaram de pôr a Rihanna-voz-de-cavalo para cantar (ha-ha!) algo do gênero. Bom, prevejo que essa desgraça dramática vai tocar no rádio o ano inteiro.... affff ***** Alguém mais aí também acha que o clipe de "Mercy" (Duffy) bate recordes de discrepância entre o que se ouve e o que se vê? Gente, a voz da garota não tem nada a ver com aquele jeitinho "inho-inho" dela! É ela mesmo no vídeo ou fizeram como no clipe de "Crystal" do New Order?? ***** Iaaaaau, 'cês ouviram o single novo ("It's Not My Time") do Three Doors Down?? O que é aquela guitarra safadamente chupada do U2??? Meu! M-E-U!!!!! Fala séeeeeerioooooo! É CHOCANTE. Escutem e tentem me convencer de que bandinhas pós-grunge NÃO copiam o The Edge. Na boa! Vou morrer insistindo nisso. Agora só estou com uma dúvida: não sei ainda se eu devo odiar fervorosamente essa música ou achá-la digna! A conferir! ***** Falando em U2, preciso externar aqui a minha COMPLETA REVOLTA por aquele David Cook fake do caralho ter vencido o American Idol, sendo que ele ESTRAÇALHOU "I Still Haven't Found What I'm Loooking For". Meu, não dá, esses americanos são loucos! Desde o início tava na cara que esse David Cook era a maior armação. Só porque ele toca uma guitarrinha no palco e faz bicos, ele é "roqueiro"??? HELL NO!!!!! E como assim o Daughtry, que é tipo UM ZILHÃO DE VEZES MELHOR, dois anos antes não foi pra finale? (sim, até agora estou revoltada) Quero só ver esse fake lançar um disco como esse. Humpffff! ***** Ok, preciso confessar: eu acho "Nine in the Afternoon", do Panic At The Disco, a coisa mais fofa do rock mainstream no momento. Tem melodia, cantor afinado, refrão bonitinho, dá para estalar os dedos juntos... Adoráaaavel - para menores de 20 anos. ***** Tem uma música do James Blunt que já toca há algum tempo no rádio (uma em que ele fica uivando "u-uu-uuu-uuh, u-uu-uuu-uuh" no refrão, acho que é "Same Mistake") e vem me perturbando horrores porque me soava muuuuito familiar e eu não conseguia saber o motivo. Então semana passada entupi meu celular-MP3 de U2 e aí a ficha caiu. Esse "u-uu-uuu-uuh" é PURA CÓPIA de "In a Little While"!!!! Que coisa! :O ***** Já viram que estou num lindo momento U2-freak, né...kkk... aiai, só digo isso: Meudeus, como eu amo essa banda. Como. Eu. AMO. Como alguém vive sem eles na vida? E o Rattle And Hum é um disco lindo. LINDO. Como me afeta, como me faz bem! Como pode Bono ter feito "Hawkmoon 269" e isso ser tão absolutamente significativo para a minha existência? Como pode uma canção como "All I Want Is You" ser tão maravilhosa? Como pode existir uma banda assim tão "minha", me diz? *suspiros* 3/26/2008 Hot Chip - The Warning(- ecows!!!!; * yuk!; ** argh...; *** humm...; **** yes!; ***** uhúúú!!!!) Putaquilpariu, é nessas horas que eu precisava de um amigo-fã-do-New-Order que virasse pra mim e falasse: “ó, dessa banda tú vai gostar!”. Mas não! O amigo que me indica(va?) bandas novas NÃO é devoto de Bernard Sumner (tsc!) e me fala o quê? “Ahn... sei lá... meio esquisito, né?” (ha! Isso vindo de quem me recomendou The Rapture!! ¬¬) Pois Hot Chip era a banda que ele tinha que me indicar. É a coisa mais próxima de New Order que já apareceu por aí, na boa. É muito bom! Tô adorando esse disco, o The Warning, de dois anos atrás. Eu já conhecia uma ou outra música, mas desconfiava do hype. Então depois que me apaixonei pelo single novo, “Ready For The Floor”, resolvi fazer a coisa certa e finalmeeeeeente comprei o disco anterior (escondida do meu amigo, claro...). O bichinho ficou mofando aqui por pura falta de tempo (e paixão pelo Chris Isaak, e momento-Monaco, sabe como é...) até que resolvi passar tudo pro MP3-celular pra escutar enquanto ia e voltava do trabalho. Bem.... Quando chegou “(Just Like We) Breakdown” eu já tinha certeza absoluta de que os R$ 49,90 foram bem gastos. Esta é a “música New Order” do disco. Tudo nela é bastante familiar. O jeito que o vocalista canta lembra demais o Bernard Sumner (no sentido de que são duas vozes improváveis, e não vocais poderosos – ai, como explicar?). Os efeitinhos eletrônicos sem ser necessariamente poperô (ai, como explicar²? É tipo o New Order, pô! Banda-de-rock-que-toca-eletrônico-de-forma-gênia). Cheguei a abrir um sorriso besta quando a ouvi pela primeira vez. E voltei pra ouvir de novo. E de novo. E de novo. E, tal e qual os álbuns do New Order, é impossível você virar e falar que este The Warning é um disco de “dance music”. Tá, tudo bem, eles fazem músicas dançantes, mas não só isso. “Look After Me”, por exemplo, é lenta e liiiinda de morrer com sua batidinha calma. E aqui a voz, de novo, me lembra Bernard Sumner. Ou melhor: a forma como o vocal guia a faixa é MUITO Bernard-Sumner-like. E repito aqui que são duas vozes improváveis para lead singers, mas que encaixam perfeitamente nas músicas que eles fazem. “Colours” é outro exemplo. ADOREI também “Careful” e “Over And Over”, canções com batidas marcantes e totalmente chicletes. Aliás, as cinco primeiras músicas do álbum vêm numa seqüência matadora. E o que é “No Fit State”?? Emocionei aqui! No meio e no final da faixa rola um synth retrô-semi-gótico adorááável! MUITO BOM! Mas o Hot Chip, claro, é ainda muito padawan perto da supremacia Jedi do New Order. Não há um baixo fodástico como o do Hooky. As melodias não são tão impactantes e revolucionárias. Etc etc etc. Dã. Existem alguns momentos chatinhos no disco, como a última faixa, que nem título tem, e “So Glad To See You”, que me faz adormecer no metrô (especialmente nas idas pro trabalho...). Certas firulinhas também são passáveis, como a quebra nada-a-ver no meio de “Arrest Yourself”, que estragou uma música interessantíssima. Mas no geral The Warning é um álbum digno! Adorei. Vou comprar o próximo, e que se foda o hype! >:P Marina pensa seriamente em comprar todos os discos para o qual esse amigo vira o nariz (kkk!)
3/20/2008 Considerações rápidas sobre os sucessos do momento (março)
Chiclete que não sai da minha cabeça: "The Beginning of the Twist" - Futureheads. ***** Que chororô HORROROSO é esse que contaminou "No One", da Alicia Keys?? A garota parece estar cantando aos prantos, cara! Que desespero é esse?? Chega a dar agonia, affe! Alicia Keys, por favor, não se torne uma cantora chata-sofredora... ***** Sou só eu ou essa música do Linkin Park, "Shadow of the day", dói lá no fundo do tímpano? Toda vez que entra o refrão eu *tenho* que mudar o rádio de estação, porque, putz, dói, cara! Dá uma perturbação auditiva terrível, ainda mais para quem passa 8 horas por dia lendo e escrevendo. ***** Sabe quando você gira o dial e pára no meio de uma música e você passa uns 4 segundos tentando adivinhar o que está tocando, pois ainda não deu pra sacar o que é? Aí depois você passa os 4 segundos seguintes se sentindo uma idiota porque a música na verdade é outra coisa naaaada a ver com o que você pensava antes?? Pois bem, aconteceu comigo dia desses no trabalho quando caí de pára-quedas no meio de um vocal que, durante 3 segundos e meio, me lembrou o Bono! 4 segundos depois.......... meudeus, era "Superstar" (Lupe Fiasco feat. Matthew Santos)!!!!! Nada a veeeeeeeeeer! Mas que a vozinha do refrão, quando jogada DO NADA e sem contexto algum no ouvido, lembra o meu vocalista mais amado, ahh isso lembra! Nem que seja por 3 segundos e meio! ***** Da série 'não consigo compreender': PRA QUÊ "MODERNIZAR" HITS DO MICHAEL JACKSON??? HEIN?? HEIN?? WHAT THE FUCK??? Hits do Michael Jackson não precisam ser modernizados! FATO. Eles são perfeitos como são!!! Esse ASSASSINATO a "The Girl Is Mine" me dá arrepios. O arranjo e as batidinhas nem são tão estressantes, mas quando entram os vocais do Will.I.Am dá vontade de arremessar o rádio longe, putaquilpariu! ***** Em compensação Snoop Dogg deita e rola dando uma de Prince fodão em "Sensual Seduction". O que só prova que tlécs-tlécs modernosos são absolutamente dispensáveis. "Sensual Seduction" é canastrérrima (assistam ao clipe!) e ma-ra-vi-lho-sa. Quando ele deixa o g thang de lado consegue ser um artista pop de primeira! ***** Tô virando fã da Robyn, a mocinha que canta "With Every Heartbeat" (Kleerup). O single "Handle Me" tem uma letra hilária e "Be Mine!" é sinistríssima. ADORO! E eu sou fissurada nesse tipo de dance music, né. Europop total, inclusive o clipe de "Be Mine!" é perfeito por causa do "climinha" (?). Pode demorar, mas acredito que estouraria fácil fácil por aqui! ***** Ok, socorro: baixou uma indie do hype em mim!!!! Estou a-pai-xo-na-da pela música nova do Hot Chip ("Ready For The Floor"). O clipe, então, é sensacional. Há um "quê" de New Order na banda hein... aiai! Desenvolverei o tema futuramente. 2/20/2008 Como David Lee Roth me faz feliz com apenas uma coletâneaDesde pequena, mas muito pequena mesmo, tipo 5, 6 anos, eu sou fascinada pelo David Lee Roth. Desde que eu me entendo por gente lembro de ter essa crush bizarra. Até passei a gostar do garoto da minha sala que tinha um ar vagamente parecido com ele. E EU MAL TINHA SAÍDO DO JARDIM DE INFÂNCIA! Acho que já escrevi isso em algum lugar: sou ALUCINADA pelo David Lee Roth de uma forma muito estranha: não tenho tudo dele, mas AMO LOUCAMENTE o que eu tenho – que se resume a uma coletânea e meia (metade do best of do Van Halen). E não preciso de mais nada. Seu The Best é suficiente. É um disco maravilhosamente uplifting para mim; ponho no som e fico feliz toda vida. Acho que não existe CD algum com tantas músicas juntas que me alegram tanto. São 20 maravilhas do início ao fim. A música do David Lee Roth é animada, contagiante, feita exclusivamente para divertir e sem qualquer preocupação além disso. Tem coisa melhor na vida? Cada clipe era um acontecimento por si só, fazendo qualquer um rolar de rir compulsivamente de frente pra TV. Eu os aguardava ansiosamente. Não sei por que o rock descarrilou de tal forma para lamentos, protestos, revoltas, ou até mesmo banalidades depois do grunge. Até os que escrevem letras "irônicas" não têm o objetivo de fazer seu público rir. Sinto falta demais de alguém como ele no mundo hoje; alguém que simplesmente ENTRETENHA. David Lee Roth é gênio no ramo e até hoje ninguém o superou. Vejamos minhas pérolas favoritas e alguma tentativa de explicar o que elas causam em mim: Yankee Rose. Já ouviram o iniciozinho dela? David Lee Roth "conversando" com a guitarra do Steve Vai? E A GUITARRA DO STEVE VAI "RINDO" DE VOLTA? F-O-D-A. Pra mim essa música resume tudo isso aí em cima que eu digitei. Ouça correndo – de preferência com o vídeo junto. A Lil' Ain't Enough. Aaahh, como eu amo... esta música foi o primeiro single dele do disco de 1991, o último antes do estouro do grunge – o que deixa tudo ainda mais nostálgico. Deve ter sido o último clipe-palhaçada dele e o penúltimo grande single de sucesso absurdo (desse disco saiu também "Sensible Shoes"; já já falo dela). Lembro de aguardar ansiosamente todo Top 10 EUA da MTV para assisti-lo. Just Like Paradise. Só de ouvir o refrão (com aquele corinho maravilhooooso! O melhor do mundo farofa!) você não quer outra coisa da vida a não ser uma cerveja e uma rede na varanda! Às vezes estou aqui ouvindo o disco e, do nada, começo a saltitar pelo quarto. Culpa de "Just Like Paradise". E a guitarra??? Aaaahhh... *amo* It's Showtime!. O nome já diz tudo. David Lee Roth é um showman. E a música é uma palhaçada só, firulas de guitarra a dar com o pau. Gritos do Dave, você fecha o olho e consegue imaginar direitinho aquelas inúmeras macaquices dele! Fico rindo sozinha aqui quando ouço, adorááável :) Shyboy. Outro musicão, cortesia do Steve Vai, que literalmente falando ABUSA da guitarra! Róque decente é isso aqui, meu povo!!!! Ô que saudade da época em que o som era límpido, cristalino!!! Isso é que é um solo, o resto é 'tóin-tóin-tóin'! Ah, e claro: morro de rir com a letra! California Girls. Aaaaaaahhhh!!!! É FODA DEMAIS! Como não sorrir ouvindo isso?? Até eu que fujo de praia me deleito com essa canção besta! 'Cês sabem... refrão + corinho + melodia assobiável + David Lee Roth + clipe hilário.... convenhamos que esta música atingiu quase que a perfeição aqui no coração da Tia Má! ;)) Just a Gigolo/I Ain't Got Nobody. É vergonhoso dizer que esta é a minha favorita e mais amada música do David Lee Roth (e que, DÃ, é uma cover)?? Pois é. Amo-a com toda a paixão. Me acabo de dançar e cantar com aquele sorriso na cara! IMPOSSÍVEL o humor não melhorar depois de 10 segundos dessa música no som! Coloquei no meu MP3-celular e, como o programei para ser randômico, tenho que me segurar quando ela começa a tocar do nada dentro do metrô lotado, especialmente na hora do "Nobody! – Nobody! No-one! – No-one! Nobody! – Nobody!". Muito boooom!! :D Sensible Shoes. A coisa mais próxima de balada que o David Lee Roth já fez. E A COISA MAIS SEXY EVER no hard rock farofa! Que música é essa, senhorrrrr??? *uhh* Gente, que riff de guitarra MARAVILHOSO é esse aqui??? Coisa de gênioooooo! É de matar o coração mais poser, ui ui ui!!!! O ritmo 'tchuns' é TUDO!!!! AMO AMO AMO AMO AMO AMO AMO AMO! Obra de arte. Não gosto de hard rock farofa só porque eram todos cabeludos e lindos – e o David Lee Roth COM CERTEZA se encaixa aqui ;) –, ou porque as baladas eram lindíssimas... mas principalmente porque era DIVERTIDO PRA CARALHO. É um estilo de música que (me) põe pra cima. Não tem mau humor que dure com uma bela guitarra + refrão + corinhos + climão de arena. Fato.
Marina não tem vergonha alguma de ser feliz na farofa 12/26/2007 Retrospectiva Freak Musical 2007Pois bem, chegou a hora de fazer minha recapitulação musical - e, por favor, nada de patrulhinha pra cima de mim, ok?? Como sempre, os "melhores do ano" para mim NÃO significam coisas só lançadas em 2007. Vale tudo que eu ouvi *em 2007*, o que pode incluir velharias lindas da minha CDteca ou até mesmo coisas antigas que só comprei esse ano. Shall we? Discos do ano: Olha, tinha tudo pr'eu emplacar aqui só discos genuinamente de 2007.
Ahhh, lembrei de outra: "With Every Heartbeat" (Robyn with Kleerup), mas com essa música eu ainda não perdi a esperança não... Jovens Pans queridas, atentem para esse poperô liiiindo!!!
Agora só me falta o primeiro, o Silvertone. Quando eu tiver todos os CDs, preparem-se para a minha teoria sobre suas músicas: quando elas são animadinhas, trata-se de one night stands; do contrário, são aquelas de cortar o coração, lentas, tensas, com aqueles temas sinistros - mas todas liiiiiiiiiiindas, claaaro! *aiai* Indiezice do ano: Kate Nash me fez retornar ao lado "fofo" do mundo indie (ui!), portanto voltei a ter tolerância com coisas alternatchivas. As festas estão me agradando bastante - até na Maldita eu fui e gostei!!! Pra vocês verem como está minha coragem indie, uma das minhas resoluções de ano novo é testar a Maldita Hits qualquer sexta-feira dessas!!!! U-i-ê! New Order do ano: "Confusion" foi o meu New Order do ano, com destaque para "Touched By The Hand Of God". Nenhum CD específico deles se 'aquietou' no meu som, mas era só uma dessas duas faixas começar a tocar que - BUM! -, pronto, eu ficava indo e voltando, indo e voltando. "Confusion" remix do Rest of me acalma; já "Confusion" do Substance, bem, me deixa quicaaando e ainda mais, ahn, confusa, mas pelo menos é um consolo ouvir Bernard Sumner cantar: "You cause me confusion, you told me you cared / He's calling these changes that last to the end / Ask me no questions, I'll tell you no lies / The past is your present, the future is mine". E "Touched By The Hand Of God" ajudou um bocado também, ao me fazer gritar umas 45 vezes (seguidas!) a estrofe "And I've never woken up like this so desperately before"!!!! (Aiaiai, já falei que amo Bernard Sumner hoje? Hoje e sempre? ;D) 12/9/2007 Show do Police – MaracanãIgnorando o caos que foi para conseguir beber qualquer coisa no gramado, os maconheiros freaks e os bêbados alucinados, a noite foi... "legalzinha". E esse foi precisamente o problema! Porra, era o Police! Era o Sting cantando as músicas que realmente importam na carreira dele! COMO CONSEGUIRAM FAZER ALGO TÃO MEIA-BOCA ASSIM??? Tsc! Tá, "Message in a bottle" empolgou. "Synchronicity II" manteve a galera no pique, "Walking on the moon" também... mas dali por diante só aconteceriam momentos ocasionais de entusiasmo. E somente com os hits. Até "Roxanne" jogar um balde de água fria em 70.000 pagantes! (Siga lendo...) Em "Don't Stand So Close To Me", por exemplo, a galera começou empolgada, pulando e cantando junto, mas como aqui a versão de 86 é mais conhecida, rolou um desencontro do coro do público com o Sting – o que, aliás, aconteceu quase que o tempo inteiro, devido aos arranjos diferentes! E isso cansou o público. Sei lá, não sou entendida nesses aspectos técnicos, mas a impressão que tive é que as músicas estavam todas com um andamento muito lento, talvez para que o Sting não se esforçasse tanto ao cantar (sem contar que os falsetes foram para o espaço, né... aiai!). Outro problema foi o setlist estranhamente sem momentos "catarse". Pô, e olha que o Police é cheio de música foda!!! Mas não teve uma seqüência matadora, daquelas com váários hits maravilhosos emendados. Optaram por intercalar conhecidas e desconhecidas, lentas e agitadas. Não que isso fosse algo ruim – a princípio, esse tipo de coisa não é suficiente para dispersar milhares de pessoas –; o problema foi o climinha (equivocadíssimo!) de "jam". A guitarra de Andy Summers, de fato, é muito boa, mas c'moooon.... sinceramente? Firula é coisa de show de hard rock em bibocas para 700 pessoas. Maracanã cheio NÃO É o lugar para isso. Agora, o pior do show, sem dúvida, foi o assassinato à "Roxanne", que levou o público ao delírio tão rapidamente quanto ESFRIOU a galera. Lá pro meio da música foi aquela broxada geral. Ninguém entendeu nada, as pessoas começaram a resmungar entre si – e inclusive algumas delas ao meu redor ficaram papeando DE COSTAS pro palco. Dali por diante nada fez o povo delirar; nem mesmo "Every Breath You Take", que, longa demais, cansou as pessoas. Neguinho já tava entediado, louco pra ir embora e temeroso de que o Sting pudesse matar mais algum clássico a qualquer momento. Quem estava lá viu um dos "coros de bis" mais fracos ever. O problema, a meu ver, pode ser resumido no seguinte: as músicas do Police são poderosas, com os seus refrãos repetidos inúmeras vezes. São *vibrantes*. E, principalmente, *curtas*. Quando foram espichadas perderam toda a sua força e beleza. Foi meio frustrante, mas valeu. Ver o Stewart Copeland em ação não teve preço :) Ele é FODA. FODA! Fui ao show justamente com esse objetivo: ver um dos músicos mais talentosos do mundo arrebentando geral na minha frente. Sob este aspecto me dei por satisfeita. (Mas ô como o Sting continua mala...) 9/20/2007 We Are The Night – Chemical Brothers(- ecows!!!!; * yuk!; ** argh...; *** humm...; **** yes!; ***** uhúúú!!!!) Quando voltei de São Paulo escutando este disco, o prognóstico era ruim: se estou dentro de um ônibus e prestes a ser 100% entretida apenas por música pelas próximas 6 horas de viagem, e me impaciento com um CD logo na faixa 3, ferrou né... Pois bem: enquanto no ônibus me vi compelida a trocar de disco, agora, já em casa e podendo me distrair com outras coisas, o CD funcionou – e como! We Are The Night concentra as piores faixas no início, portanto não se desencoraje. Como não tenho o anterior do Chemical Brothers, não posso avaliar se a histeria das pessoas procede ("Finalmente algo dançável!!!!"). Mas posso discordar veementemente de quem acha que o grupo já não faz mais sentido em 2007. Suas músicas não são datadas, muito pelo contrário: continuam prontas para qualquer pista de dança digna. Óbvio que nenhuma canção de We Are The Night supera os hits clássicos, tipo "Block Rockin' Beats", mas o disco traz, sim, pérolas adoráveis! Não é o melhor trabalho deles, mas é bem razoável. Tirando o início sofrível do disco, claro. Vejamos o faixa-a-faixa: "No Path To Follow": Faixa-introdução que não deveria existir, pois só é escutável com fone de ouvido ou som no máximo – e é horrível, horrível! "We Are The The Night": Música neurótica demais. Parece que não vai começar nunca, o que é diferente de maravilhas téquino com batidas repetidas e agradáveis de ouvir over and over again. Comigo surtiu o efeito contrário: achei tediosa e fiquei agoniada para que a faixa acabasse logo. "All Rights Reversed": Com a participação dos Klaxons, é chatiiiiinha de doer. Não dá pra entender o auê com essa banda, quanto mais com essa música. Vocal ruim, efeitinhos 'de fundo' ruins, climinha ruim, refrão ruim, achei tudo muito sem graça. Facilmente pulável no meu som. "Saturate": Aqui a coisa melhora a olhos vistos. Gostei da batida "estourada" (don't ask! :P), do momento mais "calmo" básico intercalando com o efeitinho estridente. Há esperança para o disco! "Do It Again": Este é o ótimo primeiro single. Daqui por diante no CD é tudo festa! Esta faixa lembra muito a época áurea do Chemical Brothers. Música típica deles e, portanto, muito boa! "Das Spiegel": Minha faixa predileta. É linda linda linda de morrer, e os tóins tóins tóins estranhos são deliciosamente New Order-like. Ameeeei! Melodiosa, dançável num momento 'calminho' de pista, altamente sexy... uh! Quase 6 minutos e mesmo assim me peguei voltando a faixa sem parar. "The Salmon Dance": Hilááária – e definitivamente o destaque de We Are The Night. Quase um rap infantil, melodia simplíssima e o resultado é adorável! Hit potencial hein! O estranho é que eu particularmente não consigo imaginá-la funcionando na pista de dança. Talvez o clipe venha a ser genial. (update: link pro vídeo aqui.) Mas que a música é bacana, ahh isso é! "Burst Generator": AMEI esta faixa! Climinha "Hackers" total! Adoro músicas assim, que começam devagar e vão num crescente, com batida simples e quase téqui-háusi viajandão. O problema é que a música está mal localizada: daria uma faixa 1 espetacular!! Muito, muito, muito boa!! Parece coisa do meio dos anos 90 – e isso é um elogio hein! "A Modern Midnight Conversation": Emendada de forma per-fei-ta à faixa anterior, esta aqui deveria ser a segunda música do disco – e o próximo single, espero eu. Tem tudo para estourar. Dance music quase retrô. "Battle Scars": Com vocais estruturados (e não apenas repetitivo), é a música mais "normal" do disco – normal no sentido de ter começo meio e fim, como qualquer música pop. O mistério é: por que diabos "No Path To Follow" não ficou mais próxima desta faixa? "Harpoons": Viajante, com aquele jeitinho quase psicodélico que o Chemical Brothers adora colocar em algumas músicas. É basicamente um gancho para a próxima faixa.... "The Pills Won't Help You Now": Idem. Viajante, lentinha, bastante interessante. Bela forma de encerrar o CD. 7/25/2007 Timbaland presents Shock Value(- ecows!!!!; * yuk!; ** argh...; *** humm...; **** yes!; ***** uhúúú!!!!) Ok, por que as pessoas caíram de pau no Timbaland por causa desse disco? O que esse povo esperava, que ele fosse virar um gênio rapper da noite para o dia? Que nesse álbum só teria sons de negão? Pois é, não rolou. Timbaland fez o típico disco-de-produtor: chamou diversos convidados e fez a festa. O resultado é muito bom, porém, desigual. Com várias músicas bacanas e convidados idem, o único problema deste CD é não ter formado um "todo" com essas faixas. Shock Value parece mais coletânea da genialidade do Timbaland do que um disco uniforme. Tem rap malvadinho bem mais-ou-menos com 50 Cent ("Come and Get Me"); tem um tunts-tunts MARAVILHOSO chamado "The Way I Are", que parece um house sensacional; tem até róque ("One and Only", com Fall Out Boy)! Mas tirando uma ou outra chatice só para mostrar suas habilidades com as batidas ("Bombay", "Throw It On Me"), Timbaland prova que é, sim, o cara do momento. Suas canções são modernas – e, por favor, não assuma que isso é ruim! Quando ele produzia a Aaliyah, já dava para notar que o bicho tava pegando. Era um R&B diferente, com batidas dance-pop. E, por favor, não interprete isso como "negão fazendo música negra que não assusta os brancos". Aliás, essa discussão toda é irrelevante. O que o Timbaland faz, pra mim, é pegar tanto a "música de negão" quanto a "música de branquelo" (que nem é tããão branquela assim, anyway) e criar algo totalmente inusitado. Não sei explicar muito bem, mas várias canções você não consegue rotular como R&B, mesmo que tenha todos os elementos para tal: a própria "The Way I Are", que tem vocal de rap no meio igual a trocentas outras tralhas Beyoncé-style, é o fino do eletrônico. "Bounce", com a participação de Dr. Dre, Missy Elliott e Justin Timberlake, tem rap, sacanagem e tudo mais para virar um clipe daqueles cheio de mulheres de biquíni, mas o tom sexy-sombrio da faixa........ u-i-ê! É foooda!! "Release", com forte vocal que marca o refrão-chiclete, parece música de boy band fodona, não dilui o R&B e, em vez disso, produz uma pérola da música-para-sacudir (eu fecho os olhos e imagino perfeitamente uma coreografia com cinco moleques num palco saltando que nem pipoca!). "Fantasy" é outra deliciosamente não-R&B, pois vai além. Apesar do vocal feminino, refrão, etc. etc., pra mim é dance-pop sexy de uma simplicidade arrasadora. "Scream", idem: o arranjo vocal, sem gritarias loucas da mulherada, controla a canção e faz dela algo mais que o mero urban berrado e com firulas na cantoria. (ops, acho que acabei de descobrir o que eu mais gosto no Timbaland......) Um lado negativo de Shock Value é ver exemplos do estilo "Timbaland-entrando-na-música-alheia", como no caso de "Time", com o She Wants Revenge. A banda é aquilo mesmo, vocal "trevas" que emula o climinha gótico dos 80's, baixo chupaaado do Joy Division, etc. Você consegue até imaginar um morceguinho sobrevoando a faixa, hehe. Aí de repente entra o Timbaland fazendo rap por cima!?! Não comprometeu, mas ficou esquisito. Só prova que She Wants Revenge faz a mesma música, sempre, sem variações – e que nem o Timbaland consegue mudar isso. O extremo oposto é o caso da colaboração com o Fall Out Boy: "One and Only" ficou absolutamente genial! Outros destaques: "Apologize" (lentinha, adorável!), "Miscommunication" e "Hello" (esta última, a mais R&B de todas). No fim das contas, é um belo disco. Várias faixas podem ganhar versões remixes e estourar nas pistas, parecem feitas para isso. Afinal, quer mais o quê de um disco-de-produtor?? 6/29/2007 Sobre os hits chicletes do momentoTake That ainda existe? E reina incólume na tão cultuada UK Chart? Então tá, então. ***** Aê, não quero nem saber, vou falar: O single novo do Enrique Iglesias é FODA. Sério. Sério. Sério. Se ouvir pela primeira vez fica difícil tirar do som. Com uma inexplicável batidinha cool (!), "Do You Know (The Ping Pong Song)" é pegajosa e grudenta. Há semanas não sai da minha cabeça. Palmas para o gênio que repaginou a breguice latina/dramática desse cantor. Isso sem falar que na música o Enrique Iglesias está cornérrimo! Não sei se em outras baladas mela-cueca ele também sofria e tal, mas nessa aqui a letra é ótima de ouvir um galã cantar. Sei lá explicar, é tipo uma satisfação meio freak ver um ser como ele gritando esse refrão (Do you know what it feels like loving someone that's in a rush to throw you away? / Do you know what it feels like to be be last one to know the lock on the door has changed?), entende? Nem que seja só armação! *Tá bom, tá bom, eu tive algo com um Enrique Iglesias look-alike que não deu muito certo, ok? Foda-se* Mas a música é boa, tô falando... (choraminga, "Iglesias", choraminga!!!!) ***** Outro chiclete daqueles maravilhoooooso: "Your Love Alone Is Not Enough" (Manic Street Preachers), que pra mim já disputa o troféu de música do ano. É uma melodia tão simples que chega a ser ridícula. E liiiinda, liiiiinda, liiiiinda!!!! ***** Eu não imaginava que fosse possível o Jota Quest lançar uma música com riff decente como "Já Foi". Pior ainda: eu NUNCA imaginava que iria gostar de qualquer música deles na minha vida. Ééééé... tô 'bem', né? Enrique Iglesias, Jota Quest... só falta agora elogiar o Robbie Williams! ***** Ok, não falta mais: "She's Madonna" é muito legal!!!! Toda vez que ouço essa música me dá um déjà vu estranho, ele me lembra alguém que não consigo saber exatamente quem é, que agoniiiiiia..... ***** Coisa fofa esse "Hey There Delilah", hein?? ***** Meudeus, estou em choque: A Rihanna está em seu TERCEIRO DISCO. Socorro. Quase tive um troço quando a vi no TRL divulgando o trabalho. Seu single "Umbrella" está dominando todas as paradas do planeta, o que dá medo, visto que a parte que "gruda" na mente das pessoas é um medonho "under my umbrella-ella-ella-ê-ê-ê". Minha irmã e suas amigas adoram brincar de karaokê com essa música, assustador. Mas pelo menos o Jay-Z teve a sacada de não estender muito os vocais de cavalo da moça. E dá-lhe ella-ella-ê-ê-ê-ê-ê-ê no ouvido da massa! ***** Adoreeeeeeeei essa música nova do Timbaland: "The Way I Are" (é assim mesmo?). Imagino que uns remixes fariam sérios estragos (no bom sentido!) em pistas de dança. É totalmente diferente desses R&B padrão que vemos por aí. Por que neguinho tá metendo o pau no disco dele? Será que o resto é só porcaria? Tô pensando em comprar! ***** Caraca, NINGUÉM no SoulSeek tem uma MP3 de "Ay Ay (Fire In Your Eyes)" - Twoface?? Só pouco mais de 1.000 pessoas viram no You Tube? Não é possível, tem algo errado! 5/26/2007 Daughtry - Daughtry(- ecows!!!!; * yuk!; ** argh...; *** humm...; **** yes!; ***** uhúúú!!!!) Pára tudo, achei o que estava procurando!!!!!!!!! Daughtry é *A* banda de hard rock do século 21! Quando você achava que nunca mais seria possível ouvir tal estilo musical, eis que surge esta maravilha! Ok, antes que neguinho cool torça o nariz, explico melhor: Daughtry está looooonge de ser um pastiche ridículo como o Darkness, ou chupação descarada como o Wolfmother. (opa, neguinho cool torceu o nariz justamente por causa do que acabei de digitar?? *Like I care... pfff!*) O fato é: o disco está vendendo horrores, os singles também, então pode ser que REALMENTE o rock arena volte às paradas, uhúúú :D E isso, acredite, é revigorante pro rock mainstream. Chega de nú-metáu, chega de grungices, chega de rock-sujo-proto-indie, chega de Nickelbacks! Aqui temos o que eu chamo de rock "sólido". Tem guitarra, refrão, carisma, melodias assobiáveis, nada muito pesadão, IBJS (Índice Bon Jovi de Suspiros) nas alturas, várias letras para qualquer fossa de prom night, frio na barriga com os ganchos das canções, vocalista Vin Diesel-like liiiiiiiiiiindo pra meninada colecionar pôster, enfim, tudo no esquema. Antes de me decidir por catar todas as faixas desse disco pela web (já que não existe ainda disponível no Brasil), dei uma lida em resenhas por aí e numa delas o crítico parecia visivelmente confuso pelo fato do rock feito pelo Daughtry ser algo que vai "além" do grunge, porém não descender do college; que tem "pegada", mas não é tão barulhento; que possui músicas bastante 'acessíveis' mas não são pop-melosas; enfim... o cara não entendia essa "originalidade" toda, passou linhas e linhas tentando explicar quando na verdade não há muito mistério: o som é influenciado diretamente pelo hard rock americano dos anos 80/early 90's. Ponto. É tão simples (e genial) que as pessoas acabam esquecendo como era o mundo da música antes do Nirvana. Guitarras não eram tão distorcidas; cada banda tinha seu guitar hero com aquele som limpo, melodioso, de derreter a mulherada. Corinhos não eram vergonhosos. Refrãos para cantar junto eram valorizados. Enfim! O fascinante em Daughtry (o disco *e* a banda) é trazer tudo isso sem os exageros da época clássica farofenta, que eu particularmente a-do-ro mas já não cabem mais no mundo atual. Não há tecladinhos posers; os vocais de apoio não são tão épicos e comercial-de-Hollywood; há um quê de guitarrinha suja aqui e ali, mas o som é o mais límpido que você pode conceber depois da onda de bandas como Creed, Live etc. Acessível como o Bon Jovi e o Poison nos velhos tempos – e que bandas como Limp Bizkit e Linkin Park nunca conseguiram ser. O que provavelmente o crítico não associou ao som da banda foi a semelhança ASSUSTADORA com o Warrant. Sério. "Used To" e "Feels Like Tonight" poderiam ter saído de qualquer disco dos caras. O hit "It's Not Over" já nasceu clássico instantâneo; ouça a música, veja o clipe e tente NÃO se emocionar! "Home" idem. O clipe me lembrou o de "Wanted Dead or Alive", e tenho certeza que se eu tivesse 12 anos o estrago seria o mesmo que o vídeo do Bon Jovi causou em mim. "Over You", minha favorita, tem tudo aquilo que citei: refrão excepcionalmente catchy-catchy, corinho impecável *bem 80's* (amo!!), voz com alcance de arena: ou seja, é linda de morrer!! Os cinco segundos iniciais de "What I Want" me deram arrepios, a bateria está impecável (com aqueles 'tlins-tlins' do KISS, manja??) e a guitarra do Slash adiciona toda aquela nostalgia deliciosa. Tem como essas duas canções não virarem hits instantâneos? E tem mais, muito mais... "Crashed" é adorável, imagino que poderiam fazer um clipe épico para essa música. "Breakdown", com seu início suave, é outra belezura. "All These Lives" é tudo que o Nickelback sonhou fazer e falhou miseravelmente. Não há nada – nada! – ruim neste disco. Todas as canções são de alto nível, a produção é nota dez e é impossível NÃO ouvir em repeat. Agora, o que mais me irrita (*momento indie on?*) é: COMO ISSO AINDA NÃO CHEGOU ÀS NOSSAS RÁDIOS??? Como não existe um 'ai' sobre eles nos jornais e revistas tapuias?? Com Daughtry já estourado nos EUA desde o início do ano, quero ver quanto tempo a Ilustrada vai levar para anunciar a seus leitores a existência dessa banda....... (ha-ha-ha, sonho meu: enquanto ele não surgir no Top 40 UK, nada feito). Tanta tinta gasta com "as últimas novidades dos confins de Judas" e NADA sobre a grande banda que está para revolucionar a forma como se faz rock não-alternativo num mundo pós-grunge. Patético. É isso aí mesmo que você leu: por mais irônico/bizarro que isso possa soar, eu sou tão indie, mas TÃO indie, que minha banda favorita no momento é ignorada por Lúcio Ribeiro, Álvaro Pereira Jr, Thiago Ney e toda a redação do Folhateen. E aí, vai me barrar? 5/17/2007 How to save a life – The Fray(- ecows!!!!; * yuk!; ** argh...; *** humm...; **** yes!; ***** uhúúú!!!!) Ok, duas coisas me intrigam no The Fray:
Explicando: o que me chamou a atenção para a banda foi justamente a agonia com que "How to save a life" é cantada. Fiquei doida com esse sofrimento todo no vocal do cara, adoro isso (?). Aí tasquei um Google pra achar a letra e foi a coisa mais frustrante/intrigante. Não que ela seja idiota, mas simplesmente frustrou. Sabe quando você escuta um ou outro verso e automaticamente imagina uma coisa para a letra da música (todo um enredo) e então dá de cara com algo nada-a-ver? Foi mais ou menos isso que aconteceu comigo. O que você espera depois de algo como "and you begin to wonder why you came / Where did I go wrong, I lost a friend"? Algo mais sinistro e menos cifrado que "somewhere along in the bitterness / and I would have stayed up all night / had I known how to save a life". C'mon, né! Parece que a letra foi feita em torno desse título, milimetricamente planejada para entrar como trilha do Grey's Anatomy. Tsc! Então tentei com o outro single chiclete deles, "Over My Head (Cable Car)" – até porque... O QUE DIABOS 'CABLE CAR' FAZ NUM TÍTULO DE MÚSICA, SENHOR??? CABLE CAR??? Pois é, fiquei perturbada!! Vamos lá... "Everyone knows I'm in / Over My Head / Over My Head / With eight seconds left in overtime / She's on your mind / she's on your mind" Este é o refrão. Cadê o Cable Car? Ahh, escondido numa estrofe, vejamos: "But that's disregard / Find another friend and you discard / As you lose the argument in a cable car / Hanging above as the canyon comes between" (err… hein?!) Imagens poéticas à parte, você pára e pensa: "Agora a Marina desiste". Humm... nanani. As músicas *são* boas. A agonia do vocaista *é* contundente. Os hits *são* chicletes. Se já comprei tanta porcaria por muito menos, por que não?? Baixei o disco todo (e paguei por isso!) e resolvi "aprofundar" meu conhecimento. Minha conclusão: melhor que Nickelback, pior que Maroon 5. Entendeu o drama? The Fray está entre o medíocre e o medíocre-chato. E a banda é isso aí mesmo: beeeem mais ou menos. Fica no meio do caminho. Vocalista agoniado, letras nem tanto; arranjos perfeitinhos, músicas nem tanto; baladas caprichadas, porém tediosas; róquezinho "honesto", mas carisma zero; cheira a um U2 de quinta categoria, mas não passa de um Simple Minds de terceira. Há (poucas) músicas muito boas, como os dois hits e "She Is" (próximo chiclete?), e (várias) músicas chatas e arrastadas, como "Vienna" e "Fall Away". "Hundred" é um sub-Coldplay, com aquele pianinho clichê de dar dó. "Little House" e "Dead Wrong" são bacaninhas, assim como uma outra aqui lentinha que adorei o refrão, mas que não consigo achar agora (ok, 10 minutos depois, descobri! "Heaven Forbid"!) – pra você ver: as canções são todas tão similares que dá pra confundi-las facilmente umas com as outras. Talvez, quem sabe, após umas 25 audições, eu comece a decorar, mas vai ser difícil..... As demais letras, então, não vou nem comentar... oscilam entre a poesia-escondida-em-verbos-fortes-e-metáforas-esquisitonas e a mais-pura-profundeza-de-poça-d'água. The Fray não é uma banda marcante, que vai fazer você algum dia pular da cadeira ou ter seu coração dilacerado, etc. e tal. Ninguém vai ficar na expectativa do próximo álbum, naquela ansiedade pra ver "o que eles vão aprontar em seguida". Nada disso. É uma banda "whatever". The Fray retrata muito o período de entressafra da parada americana no que diz respeito ao róque comercial. Não há nada que conquiste as pessoas, que arrebate o público e o ponha de joelhos. (tirando o Daughtry, claro!! ;) Há um ou outro hit que permanece nas paradas graças a seriados, ou a compras-"manada"-de-banda-já-estabelecida, mas é só. Aí vem a dúvida-Tostines: o rock está em baixa porque só bandas meia-boca como The Fray surgem de novidade mais "pop-rock", ou uma banda mediana como o The Fray só chegou no topo das paradas porque o rock está em baixa (ou seja: se houvesse algo melhor, The Fray nem existiria?)? Hummm... se for esta última opção, não tenho mais o que temer!! O Daughtry chegou para nos salvar em 2007 e vai ser minha próxima aquisição. Aguardem o veredicto :D 4/10/2007 Manifesto rápido pela volta da power ballad ou: Por onde anda o 'IBJS'* no mundo róque?* Ok, explicando: o IBJS ("Índice Bon Jovi de Suspiros") é uma escala de 0 a 10 sobre o quanto uma música (lenta!) é capaz de te emocionar, só pelo somatório de: letra + música e arranjo num 'crescente' + refrão retumbante cantado com aquela dor + guitarra arrepiante + eventual corinho para fechar o "drama" + videoclipe de cortar o coração (bônus). Exemplo: "I'll Be There For You" = 10; "How to save a life" = 7; "How you remind me" = 3,5. Uma das coisas que mais me dá raiva no RÓQUE mainstream de hoje é que bandas como Nickelback fazem músicas "híbridas", ou seja, não são exatamente baladas, mas também não são exatamente "agitadas"!!!! E isso me tira dos nervos!!! Pooorrraaaa, quando o Bon Jovi ou Poison ou qualquer outra farofa foooooda dominava as paradas era simples:
Agora não! Desde o grunge, como todos sabem, a diversão no róque foi para o espaço. Sai David Lee Roth, entra Chris Cornell. *ai que dooooor* Aliás, ponho a culpa toda no Soundgarden e naquela DESGRAÇA chamada "Black Hole Sun". Tudo começou ali: não era exatamente uma balada, mas também não era uma música animada! Então eles conseguiram criar a música "atormentada". Seguiram-se Stone Temple Pilots, Alice in Chains, Candlebox, todos com seus hits-não-necessariamente-baladas-mas-também-não-tão-pesadões-assim-e-claro-nem-um-pouco-alegres. O single novo do Nickelback - e o Nickelback como um todo - é um exemplo do esquema aperfeiçoado ao longo dos anos. Então, o que acontece? A regrinha do mercado para a ordem dos singles (hit supremo animado/dançante/divertido + power ballad + power ballad + hit supremo animado/dançante/divertido) foi para o espaço! Agora só existe hit atormentado + hit atormentado + hit atormentado... Ou você vê alguma diferença entre "Photograph", "Far Away" e "If Everyone Cared"? *CQD*
"Ahh, Marina, mas você ficou louca?! As baladas não acabaram, que o diga o Coldplay!" Sim, concordo, mas o problema é justamente esse: se você quiser uma balada é preciso apelar para uma banda que seja especializada no assunto. E não se esqueça: ESSE POVO NÃO FAZ POWER BALLADS. Eles fazem *música lenta com açúcar* - e em série, uma atrás da outra! O que é um tédio, convenhamos.... O mundo fica então com dois tipos de bandas: as atormentadas e as açucaradas. Ah, que tristeza. Tirando alguns poucos pseudo-punk-pop, não há ninguém no RÓQUE se divertindo, senhor?? (Sem contar que esses pânques mudernos são muito, ahn, emo na hora das baladinhas... Ugh!) Porque power ballad, por definição, é uma balada PODEROSA. Tem riffs, vocais, letras, arranjos PODEROSOS. Corinhos. Guitarras solo. Frontman liiiiiiindo e com CA-RIS-MA, for christ sake (alô, som, The Fray? 3 Doors Down? Alguém aí sabe quem são seus vocalistas?!) Tudo numa POWER BALLAD é grandioso. É música pra tocar em estádio, hora dos metaleiros mostrarem que têm coração! Isso não existe mais desde que Axl Rose anunciou o seu Chinese Democracy.... Ou melhor... não existia... Chris Daughtry chegou para aquecer nossos corações!!! :D Já havia falado aqui antes sobre a tristeza que era ver a Billboard povoada por lixos como Hinder - e como deve ser triste para as adolescentes de hoje não terem mais baladas róque com as quais embalar suas frustrações de prom night! E então falei também da felicidade que era ouvir o single novo do Daughtry, "It's Not Over" - essa sim, uma SUPER power ballad, nota 9 no IBJS!!!! "It's Not Over" ainda carrega muito na pseudo-grungice. Faltam tecladinhos farofa, corinhos uou-uou, aquela, aham, purpurina...... Mas não tem como ser diferente, os tempos são outros. Sou realista. Porééééém.... se até as saias balonês voltaram para as páginas das revistas de moda, por que não posso sonhar com a volta da farofa?!? Pode ser que este hit tenha aberto a porteira!!!!Obs: Turnês de celebração tipo 'a volta dos que não foram' não contam. Tô falando de sangue novo! Deixo registrado aqui então o meu desejo: o mundo precisa de um pouco mais de alegria - e, claro, daquele draaaama de vez em quando que só o róque de arena pode entregar... ;) 3/16/2007 Notinhas-relâmpago sobre música em geral (fevereiro)Não sei ainda o que pensar da banda Hellogoodbye, mas eu a-do-ro "Here (In Your Arms)". Sem contar o clipe altamente loser (e absolutamente possível de estar acontecendo a cada fim de semana em algum canto do planeta!), que dá todo o charme à música. Caraca, eu sou mesmo MUITO nerd. Preciso parar com isso já. ***** Ok, quando você acha que nada pior que Rihanna e Sean Paul podem surgir no mundo da música............ ELES SE JUNTAM NUM "DUETO"!!!!! Gaaaaaaaaaaahhhhh!!!!! ***** Taí, gostei do Gossip! 10 segundos de "Standing in the way of control" foram suficientes. ***** Estou absoutamente chocada com a música nova da Sophie Ellis-Bextor! ***** E a 'entidade' Ricardinho Bonitinho (Pretty Ricky)??? Meeeeu... para alguém com esse nome artístico se safar assim e resistir nas paradas americanas, é porque deve ter algum mérito, certo?? CERTO???? *hmmm* ***** E tô animada com 2007! Estou vendo mais róque competindo com os r&b radiofônicos!! Fall Out Boy veio com um chiclete que até eu achei legalzinho! ("This Ain't A Scene, It's An Arms Race") E eu adoro o fato do vocalista estar cada vez mais a cara do Lewis Black! Hahaha! ***** O que é Robin Thicke? Por que esse cara é considerado "a" sensação do momento?? Ainda não compreendi! Brega brega brega!!! Atenção... se você NÃO É o Justin Timberlake, cantar em falsete vai soar 'apenas' ridículo. 2/3/2007 Considerações sobre os sucessos de janeiro1. Alguém dê um banho no Lil' Wayne, please! Xampu e condicionador no cabelo, principalmente! 2. Qual é o auê com os Klaxons, alguém me explica? Por que chamam esse povo de new rave? O QUE HÁ DE TÃO REVOLUCIONÁRIO NESSES CARAS??? 3. Gente, Hinder é o lixo róque da vez. Há quase 30 semanas na Billboard, "Lips of an angel" é o que a gente pode chamar de "farofa" dos dias atuais. Rockzinho com cara de mau/sujo/e com cabelos desgrenhados (aquela coisa pós-grunge), com um vocalista que emula Ian Astbury sofrendo por uma mulé qualquer. Gente, não. Não dá. É caricato demais, assistam ao vídeo! Fake da cabeça aos pés!!!! Sinto pena pelas adolescentes de hoje - compare isso a um "I'll Be There for You", ou "Something To Believe In"! Não se fazem mais baladas róque como antes... tsc... (a música até é catchy-catchy depois da 105ª audição, mas a banda é horrorosamente plastificada e embalada para estourar. Argh) 4. O que é o clipe novo do Fat Joe (com a participação do sujinho Lil' Wayne)??? "Make it Rain" é a música, que até é boazinha e tal. Mas convenhamos que o Fat Joe dando uma de mau fazendo rap debaixo de chuva ("Rain", manja?), mas debaixo de um guarda-chuva segurado por um tipo de "capanga", é no mínimo ridículo, não? C'mon, qualé!!!! Tô rindo até agora! 5. Alguém precisa avisar Gwen Stefani que ela se aproxima perigosamente do fundo do poço. Na minha opinião, esse disco novo até agora não gerou um single que preste! Soa tudo MUITO, mas MUITO fake! O primeiro disco, pelo menos, me passou uma certa sinceridade da moça, mesmo que esta sinceridade seja copiar a Madonna vergonhosamente. Pelo menos me parecia um disco honesto, fazia sentido. E os hits eram melhores, claro. Até agora não me recuperei desse LIXO chamado "Wind It Up", que emula uma noviça rebelde com efeitinhos na faixa que de forma alguma definem aquilo como MÚSICA. Se o primeiro disco mostrava um lado diferente da mocinha do ska-pop, esse segundo pasteuriza tudo e segue a fórmula da moda. Daqui a 6 meses ninguém mais vai aguentar escutar essas porcarias. 6. Incrível o que uma "participação especial" (o famoso 'featuring') faz com uma música: pela primeira vez consegui ouvir uma faixa inteira do Ludacris, "Runaway Love". Mary J Blige dá um show. Ah, e aqui, por incrível que pareça, ele NÃO xinga uma mulher! Acho que o Bill O'Reilly sossega agora, não? *rdtr* 7. Sobre o tal do Mika: ele é tão bizarro, mas tão bizarro, que eu já gostei! 8. Alguém mais aí acha que o vocalista do My Chemical Romance é um Billy Corgan 2.0?? 9. Quem viu a última temporada de American Idol sabe: o RÓQUE tinha que prevalecer, mas não com aquele bizarro do Taylor! *O cara* era o Chris Daughtry, que por alguma razão inexplicável saiu do programa uma semana antes da final. Pois agora eu tenho uma teoria maligna: foi tudo armado! Sim!! Com a eliminação, ele não necessariamente precisaria lançar um disco-solo, com aquelas músicas arranjadas e breeeegas! Portanto, era a saída lógica: de fora do show, montaria assim uma banda (Daughtry), com canções próprias e tudo, sem se prender ao esqueminha do Idol! Gênios, esses americanos!! E vou te falar.... Coisa liiiiiinda esse single - ISSO SIM É UM DIGNO SUBSTITUTO PARA O HARD ROCK 80's! Não é aquela farofa esperta, mas é o máximo que se consegue hoje, num mundo pós-grunge. Te cuida, Nickelback! |
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