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06-05-2009 Checando se sou digna de um jantar românticoEstou me acabando de rir aqui com as dicas da Revista ESTILO de dezembro passado sobre como se aprontar para os mais diversos eventos - festa de trabalho, noite black-tie e... jantar romântico. Já começa hilário:
Então vamos lá. Como daqui a pouco tenho um date comemorativo com meu môre, resolvi encarar a matéria! A "contagem regressiva" já começa...
Segundo a revista, quatro dias antes do date você deve ir a um DERMATOLOGISTA. Para fazer uma MICRODERMOABRASÃO e remover células mortas, deixando a pele radiante. Hmm...
(ok, check. DÃ, né.)
Hmmmmm...
Ops! Tô no trabalho, ôu. A não ser que eu lave meu cabelo na pia do banheiro das mulheres e resolva surpreender minha chefe com um visual Frankenstein, nada feito.
Hmmmmmmmmm...
Olha só, meia hora antes eu estarei no metrô. E não, não tenho base, nem rímel, muito menos sombra clara acetinada. Sorry, môre :/ ----- Continuando a reportagem, há três dicas de profissionais (em jantar romântico? kkk).
Por incrível que pareça tenho trocentos esmaltes em casa MENOS rosinha e bege clarinhos. Oh boy!
Uau, não tinha ideia de que essas partes do corpo eram tão essenciais num date! *anotado!* (kkk!)
Seja lá o que forem, aparentemente não são o mesmo que BATOM. E fudeu, porque a coisa mais exótica que eu tenho que não é batom é GLOSS. Tsc. E vem cá, pra quê maquiar a boca num “jantar romântico”, cacilda? Pra começar, é um JANTAR. Eu vou COMER. E é ROMÂNTICO. O que pra mim inclui AMASSO. Por fim, a revista destaca uma "arma secreta". Pausa para revelar a arma secreta da festa de trabalho: MANTENHA A SUA CHAPINHA SEMPRE GUARDADA NA GAVETA! PQP, morri! kkkkk! Bom, no caso do jantar romântico, a arma secreta é um autobronzeador, que você deve aplicar 3 dias antes. E na véspera você tasca um hidratante iluminador. ----- Mas voltanto ao mundo real………… Eu lavei a cabeça ontem. Depilei. Arrumei a bolsa. De manhã escolhi a roupa, brincos etc. Botei perfume. Prendi um rabo (ops!). Agora falta uma hora para o encontro. O máximo que fiz foi ficar o dia inteiro de cabelo preso para não zoneá-lo. Pretendo escovar os dentes (muito importante, viu ESTILO?? Como vocês esqueceram disso, cara? Tsc!) e passar uma segunda dose de perfume leve. Por fim, lavar as mãos, pois vocês não têm ideia do quanto eu me sujo de caneta no trabalho. Ah, sim, e vou soltar o cabelo. Mas isso só tipo “1 minuto antes” do encontro, depois que eu descer do metrô e sair daquela ventania louca. Marina se ajeita pr’um date depois do trabalho em 3 minutos e meio – e às vezes esquece de soltar o cabelo! Tsc! 27-04-2009 Quando a vaidade castigaHoje eu tive uma troca de emails HILÁRIA com uma tradutora/organizadora/revisora/whatever de um livro. Vou republicar alguns trechos imperdíveis aqui. Alterei algumas coisas para não rolar ainda mais encrenca, e essas mudanças estão em itálico. O resto é tudo verdade, juro. Antes, um pequeno prelúdio de como tudo começou: a mulher reclama que seu nome não aparece na ficha catalográfica do livro. Acontece que aparece, sim, logo na linha 2. O que ela não se conforma é que o nome de outras pessoas aparecem mais vezes que o dela. Hmmm...! Acontece que ficha catalográfica a gente não inventa – eu solicito a pessoas especializadas, que a produzem de forma a seguir um padrão, até onde eu sei, universal. Então eu não posso simplesmente inserir coisas ali da minha cabeça; há todo um critério. Então, muito polidamente, respondi:
----------- Ok, provavelmente o “não posso garantir” a enfureceu. Ok, eu posso ter sido a responsável pela explosão divertidíssima de ego do email seguinte, mas c’mon! É verdade! Não posso garantir que a catalogação coloque o nome dela onde ela quer! Esse é um dos poucos espaços do livro onde não se mexe. Sorry! Então vejamos a pérola IMPERDÍVEL que eu tenho aqui na minha caixa postal.
--------------- Como se vê, por pura dissonância cognitiva ela surta exigindo o nome dela na ficha. (o nome *está* na porra da ficha. Fato. Linha 2, caralho.) Este email é espantoso. Em oito anos de trabalho nunca vi ninguém ficar de tanta mesquinharia por causa de um nome na ficha que “só” aparece uma vez. Percebeu quanta mágoa no coraçãozinho e quanta reclamação sobre o “esforço” que foi o seu trabalho? (Pra constar: não é a primeira vez que ela cria encrenca com créditos. Num outro livro ela exigiu que a fonte MAIOR fosse no nome dela, e não no nome do autor principal, o chefe dela. Foi quase que o mesmo email que vocês leram aí em cima) Ou seja, é óbvio que temos um problema pessoal GRAVE aí rolando com ela. Insegurança? Vaidade? Divórcio? Tanto que eu nem estou morrendo de raiva (como quando aconteceu isso aqui.) Estou é com pena dela. Ela deve se esfalfar no trabalho e não ter uma promoção há tempos. Deve se matar com cursos, MBAs e doutorados para nada. Está na cara que ela precisa de reconhecimento alheio para se validar. Que ela provavelmente não acha que recebe este reconhecimento do chefe (que vem a ser o – caham! – autor original do livro). Que ela possivelmente abriu mão de uma série de coisas para se dedicar à carreira (filhos, marido etc?) e que ela é claramente ressentida com ele por isso. Então podemos facilmente especular…. Que ela provavelmente passou o fim de semana sozinha, comendo pipoca e vendo o Telecine, enquanto a irmã mais nova faz o enxoval do seu segundo bebê. Que ela desligou o telefone para não ter que atender a mãe com suas lamentações e/ ou indiretas pra cima dela, a mãe que não faz ideia das conquistas profissionais dela. Que, enfim, ela passou o domingo inteiro procurando erros no livro para, quando chegasse segunda-feira, “mostrar serviço” ao chefe – e, claro, indiretamente tentar provar o seu valor mandando toda essa fúria com cópia para o próprio. É triste, até porque eu sei por alto a opinião dele sobre o trabalho dela. E mais não digo. Mas continuando, como minha chefe viu o email e pediu que eu a avisasse de que “o nome está lá sim, vai ver ela não percebeu”, tive que responder. De novo. Aiai.
-------------- Depois disso ela gritou pela minha chefe, que ela se manifestasse, minha chefe me disse que ia ficar quieta, depois veio mais um email extremamente grosseiro e claramente vindo de alguém fora de si “tentando me explicar” exatamente onde eram as modificações que ela queria. Ah, sim, porque ela agora é a grande rainha soberana da catalogação de livros. Claaaaro. Onde mesmo está a explicação de que eu não posso alterar a ficha? No email anterior?? Pois é.
----------- Cuma? “me explique então por que este ponto-e-vírgula está fora do lugar e por que você não incluiu meu nome 3 vezes”???? Ahh, vai, não tô podendo… explicar pela TERCEIRA VEZ que eu não tenho nada a ver com isso, e que é preciso respeitar o critério da ficha?? Depois dessa, só pude rir e responder: ----- Original Message ----- From: Tia Má Subject: Re: Fulana, sinto muito, mas não sou eu que faço a ficha. E eu não posso alterá-la só porque você quer. Por favor entenda. Vou encaminhar seu email à entidade responsável quando da segunda edição do seu livro, ok? --------------- (o que vai fazer de mim uma perfeita idiota, encaminhando mensagem malcriada de autor para a catalogação! Veja se tem cabimento uma coisa dessas…! Tsc. Não, sério… o quão lamentável sou eu tendo que escrever aquele primeiro parágrafo para uma pessoa ADULTA e supostamente alfabetizada?? Tsc²) ***** Depois de muito investigar e consultar outras publicações etc., acabei descobrindo o que aconteceu: como quis que seu nome tivesse destaque sobre os “outros” tradutores, como numa hierarquia (primeiro ela, depois os outros), ela exigiu aparecer como “coordenadora e revisora da tradução”. Só que…. Quem revisa e coordena não aparece com tanto destaque numa ficha quanto quem traduz. Quem revisa e coordena não é tão importante para a catalogação. Os tradutores são muito mais creditados, por padrão. Ou seja, ela basicamente leva quase que o mesmo crédito que eu – NENHUM! Então, por pura vaidade, a nossa Fulana ganhou MENOS destaque na ficha. Eu precisava deixar isso registrado para o mundo. Não só para mostrar como a vaidade destrói o mente de uma pessoa, mas como foi irônico ver, neste curioso caso do mundo da catalogação, os “subalternos” serem os mais importantes. 13-04-2009 Considerações sobre os novos de U2 e Chris IsaakE o CD do U2, hein? Depois da 28a. audição, até posso dizer que "gostei" do disco, mas c'mon: quase soa como "forçação de barra" de fã. Tirando "Magnificent", que é, humm, magnífica, nada mais em No Line on the Horizon me tocou profundamente. É um disco de rock ok, com baladas ok, algumas lembrando exageradamente o Unforgettable Fire, enfim. O desavisado poderia achar que é o U2 de sempre, blablabla, mas pô. O U2 de sempre me emociona. Tem algo errado. E não é porque eu tô véia de guerra e enjoada da minha banda-amada-do-meu-coração-e-que-já-faz-parte-da-minha-vida. Eu fiquei louca com o How to dismantle an atomic bomb, adorei. Não sei o que houve desta vez, meu querido Bono, mas não rolou. "Magnificent" é LINDA, LINDA, LINDA. Mas é só. As outras faixas me causaram coisas como bocejos, cochilos e muita, mas muita dispersão. Não prestava atenção direito, nada me prendia ao ouvir o CD. Ou seja: desinteressante. Meia-boca. Enjoativo. Previsível. (sabe quando você escuta e consegue imaginar direitinho onde cada faixa vai entrar no "roteiro" do próximo show? Pois é. Tédio.) Tentei quase trinta vezes, até tô curtindo e tal, mas..... (bem, siga lendo.) ***** Maaas.... ...a questão é que, semanas depois de estar nesse momento "ouvindo U2 sem parar só pra ver se eu gosto do disco", chega outro lançamento por aqui: Mr. Lucky, o novo do meu amadíssimo Chris Isaak. Tô achando o álbum absolutamente adorável - e quanto mais ouço mais prazer sinto, mais sorrisos eu abro, mais feliz eu fico! Ele desceu tão facilmente.... ouço-o em loop aqui não porque quero me acostumar com ele (caham!) - mas porque me pego voltando as faixas constantemente. Na primeira audição, aliás, "Best I Ever Had" grudou na cabeça. Apaixonei-me profundamente na hora! Essa tem que ser single!!! E então outras foram se seguindo e ocupando um lugar especial no meu coração:
Agora, se você quer sofrer MUITO e/ou se comover com o sofrimento alheio, ouça "You Don't Cry Like I Do". A letra é de cortar o coração: You don't know how much this whole thing hurts me. / Cause you don't cry, cause you don't need me now, cause you don't want me now. / You don't cry, cause you don't need me now, you don't want me. / You don't want me, you don't love me. That's what kills me. Uuuuuh! Pena que a música não tem uma melodia tão tensa quanto eu imaginaria para uma letra como essa. (ou seria ainda bem? Hmm! :P) Apesar de algumas faixas (especialmente as baladas) cheirarem ao mais típico country pop, o disco é delicioso. Até os momentinhos bregas soam cool com esse hômi no vocal, é incrível!! O único protesto é sobre "Breaking Apart", que foi regravada com a Trisha Yearwood e virou sertanejo - até porque sua participação não ficou tão legal quanto a 'segunda voz' da versão original, que está no Speak of the Devil e é muito mais dolorida. No mais, tudo o que você esperaria de um CD do Chris Isaak está em Mr. Lucky. Um pouco mais caipira, decerto - mas ainda assim extremamente cool. A-DO-REI - ou melhor, tô adorando, pois tão cedo sai do meu som, ôooun! Powered by Qumana 26-03-2009 Manés em 3 tempos1. Quer saber? Up yours! Vai se fuder, você e suas noias. Você e suas “issues”. Você e seus traumas não-resolvidos de adolescência. Você e sua raivinha descontrolada só porque levou um pé na bunda. Se você, pela 136a vez, se meteu com a garota errada, achando que dessa vez ia dar certo, que dessa vez finalmente você ia ter conseguido a sua princesa, a sua prom queen, ou simplesmente a “musa do bailinho”, enfim, se você tomou um fora que só você não viu chegar, meu filho, eu não tenho NADA a ver com isso. Agora vai lá tirar as calças pela cabeça que eu não tenho saco pra recalcados. 2. E você? A sua namoradinha imaginária te abandonou, né? De novo? Oh que triste! Faz o seguinte: da próxima vez tente não se envolver com gente que não existe. Elas são muito complicadinhas para a sua caixola limitada. Eu seeei que pessoas reais, depois de um certo tempo, fazem de tudo e mais um pouco para te evitar e tal. Mas é porque você é babaca pra caralho. Já olhou pra trás e percebeu isso? Todas as meninas que você pegou estão com outros. Ou outras. E felizes da vida!! Enfim, você sacou a indireta. Tem algo intrinsecamente errado contigo e só as novatas otárias ainda não sacaram isso. E eu vou te contar um segredo: não é porque você fica eventualmente bêbado, ok? Ninguém te suporta nem sóbrio! Agora vai lá get a life que eu não tenho saco pra gentinha mau caráter. 3. Nossa, você eu nem sei quem é! E – olha só que coisa... – aparentemente você não se conforma com isso! Que curioso! Olha, sempre caguei solenemente pro que você faz ou deixa de fazer. É sério. Você não acredita/não se conforma/acha que eu tô de caô, né? Mas é verdade. Não sei de nada que se passa contigo, mas disso eu sei: és um mané insignificante! Agora vai lá e... ah, sei lá. Como sempre, ca-guei. Powered by Qumana 12-03-2009 Eu Sou A Lenda (I Am Legend)(ou: até onde Hollywood consegue ir com sua cara de pau) Ok, vamos lá. Sentei para ver esta pérola porque minha mãe viu no cinema, não entendeu uma certa cena, escreveu num papel a dúvida e pendurou na minha cortiça. Já nem tenho mais a cortiça, mas o bilhetinho ficou. Bem, eu ia assistir anyway. Sou fã do Will Smith enquanto "ator de ficção científica". Os dramas eu dispenso, mas quando ele precisa lutar com aliens, monstros, robôs ou zumbis, count me in!! A-do-ro!! E vou te falar... o filme só me manteve acordada por causa dele. O roteiro e a direção são lamentáveis - ô historinha ridiculamente contada! Sabe os ingredientes perfeitos para um blockbuster à la Spielberg? Estavam todos lá. Criança, família que se separa, homem sozinho tendo que salvar o mundo, animal de estimação como sidekick e monstros, muuuuuitos monstros!!! Tudo causado por seres humanos e fazendo o nosso herói perder a fé em Deus. E blá, e blá, e blá. Há filmes às pencas assim, certo? E não necessariamente são ruins, certo? O problema é que ficou tudo jogado. Nem sei se esse filme foi dirigido, no sentido literal da palavra - de ter uma pessoa por trás botando ordem na coisa. A impressão foi ter visto um amontoado de cenas impactantes mas que, juntas, nem de longe formam algo interessante. O negócio funcionou mais ou menos assim:
Quase nada é explicado nesse roteiro. Você tem ação, momentos incrivelmente tensos (a cena dele com o cachorro machucado é longa, close total no rosto do Will Smith, sem cortes, e é ALGO! Fooooda! Melhor coisa do filme inteiro!), zumbis feiosos e ponto final. Não se discute nada no filme. Você não é convidado nem a fingir que está refletindo sobre alguma mensagem, como nos outros enlatados que a gente conhece. Aqui você assiste uma bobeira absurda por quase duas horas e aceita. Ponto. A história louca, vaga, com poucos detalhes, é aquela e acabou. Coma sua pipoca no cinema e shhhh! Como a mulézinha diz no final, "esta é a lenda". Eu a-pos-to que eles inventaram esse nome (e esse final!) ao verem a forma desleixada como foi filmado um roteiro tão frouxo. Você quase é enganado com esse truque. QUASE. Eles botaram um verniz de "mito" na história para justificar a falta de apuro nas situações, nos detalhes, etc., mas não se engane: o filme é ruim de doer SIM, e esse diretor é picareta SIM. Powered by Qumana 04-03-2009 Respostas que eu gostaria de ter dado a certos e-mails weaselsHoje eu tive um dia horrível no trabalho. Isso porque - entre outras coisas - meu e-mail apitava de 5 em 5 minutos com as mensagens mais estapafúrdias que você pode imaginar (ok, sempre é possível imaginar pior). Eu cheia de serviço e aquela porcaria tomando o meu precioso tempo. São mensagens que eu perco um tempo absurdo lendo - e ignorando. Ahh, a arte de ignorar e-emails.... É um dom a se cultivar, porque se eu fosse respondê-los ia ser algo como o que segue:
As pessoas não entendem a ferramenta que têm em mãos. Não vou me alongar teorizando sobre o assunto porque meu objetivo aqui foi listar a quantidade de inutilidades que pode cair na minha caixa postal ao longo de um dia. Deixo aqui um único e valioso conselho: antes de apertar o "Send / Enviar", olhe bem para a mensagem a sua frente e se pergunte: "Preciso MESMO mandar isso?" A resposta provavelmente é não, so shut the hell up. Powered by Qumana
10-02-2009 Folha entrevista Mulheres Fúteis S.A.Estou simplesmente PASMA com a reportagem de domingo que saiu na coluna Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo. Eles reuniram em SP quatro esposas/namoradas de investidores financeiros. Pra começar, analisemos a foto. Você vê alguém aí com cara de desesperada? Em sufoco? Ou num momentinho 'socorro-minha-vida-está-um-caos'? Pois é, então não me perguntem por que o título da matéria é Crise? Credo!. Isso sem contar que a legenda diz que as quatro “comentam a crise”. Ora, ora, drinks glamourosos na mão, roupas chiques, cabelos impecavelmente lisos, todo mundo sorrindo… todas com cara de “comentando a crise”… YEAH, RIGHT. Pausa para estrebuchar aqui sobre a futilidade horrorosa que essa foto transmite. Fica parecendo que mulher é tudo assim, desmiolada, que em tempos de crise só têm a tricotar com as amigas que também namoram investidores, banqueiros, economistas etc, pois afinal os estressados com isso são eles, os homens. A mulher se estressa porque não ganha a florzinha do mês (siga lendo). Ah, meu, me poupe! Tomanocú! Tem outra coisa aí que me irrita profundamente: quando a mulher é fruto de curiosidade alheia (= reportagem) só porque namora/é casada com alguém. Tipo, quem diabos elas são? Mulheres de gente do mercado financeiro, e não mulheres do mercado financeiro. Ohhh…. Isso é machismo disfarçado – ou alguém aí vai entrevistar marido e namorado de investidorA financeira? I didn’t think so. O pior disso tudo? O resultado da matéria confirma (e justifica?) o machismo todo. Porque pelo menos 3 delas são desmioladas e só falaram besteiras!!! Não se é capaz de captar NENHUMA opinião sobre a tal da crise – mas convenhamos que o repórter também não fez o menoooor esforço, néam… quis mesmo é fazer graça. Enfim, depois que li aquilo senti vergonha de ser mulher. Mas continuando… Vamos contextualizar rapidamente o que elas e os seus respectivos fazem: o marido da primeira é “head trader” [consultor financeiro, segundo a reportagem]. Ela é “empresária e profissional de marketing”. O namorado da segunda é “captador de recursos para crédito externo” [whatever that means]. Ela é consultora e reclama que ele parou de mandar a “flor mensal”. Oh, god! A terceira é estilista e o namorado é corretor de títulos imobiliários. Já a quarta é joalheira e o marido é um investidor do ramo imobiliário. Tirando o drama da segunda, que ficou sem a sua “flor mensal”, vejamos os problemas que as afligem:
(minha favorita foi a esposa que contou sobre a regra número um na casa dela: “pode faltar tudo, menos a babá”.) “E o humor?”, pergunta o jornalista.
Há um trecho da reportagem incompreensível por esta humilde moça que vos digita. Talvez porque eu não seja classe A, mas enfim. Vou transcrever aqui.
Aaaaai aaaaai…. Na boa? Tenho QI demais pr’essas coisas. Em seguida elas discutem o carro dos seus parceiros. Um tem um Land Rover, outro um BMW, outro um jipe… Depois a reportagem questiona: “Fora ganhar dinheiro, do que os rapazes gostam?” e por aí vai. Como se vê, o próprio jornal não colabora para diminuir a debilidade das respostas………… Mas prossigamos com a leitura. Na altura do campeonato é irresistível ler essas declarações escabrosamente inúteis! Uma delas contou que o namorado só falava assim: “Você não sabe como eu tô pobre!” Aí o repórter, que não é burro nem nada, taca álcool na fogueira:
Olha que comovente!! Para animar o cara que tá se achando pobre agora, os dois foram comer num japonês caro! Senhorrrr… Eu se fosse ele engatava a segunda e perguntava: “E quem pagou essa conta?” Aliás, qual é a participação dessas Se elas trabalham FORA do mercado financeiro, estão estabilizadas em suas carreiras e NÃO dependem do dinheiro do marido para alavancar suas ambições profissionais, a crise ainda não necessariamente é um problema para as finanças delas. Mas você viu alguém ali responder “por enquanto está tudo ok, meu trabalho está indo bem então eu dou uma força ao meu marido/namorado”?? Pois é. [Ahh, e não preciso nem entrar no mérito de como o foco da reportagem NÃO era mostrar mulheres independentes né.] Então vem a questão dos problemas sexuais e das amantes. O troço é tão surreal que transcrevo aqui:
Fico pensando a cara deles quando leram isso. Aí eu quase caí pra trás com o seguinte trecho:
Eu sou defensora suprema da teoria de que amor sozinho não se sustenta (é preciso o mínimo de afinidade mental, etc. etc., leia aqui) e sei bem que mulher só quer saber de status (leia aqui). Mas NUNCA imaginei que alguém seria capaz de soltar tamanho petardo ao responder uma pergunta assim *em público*. Tô pra ver alguém mais cold-hearted bitch que essa daí! A mulher foi na jugular, imagino a cara dessa ex ao ler isso. E o marido?? Acho que ele está escondido no box do banheiro de mármore dele até hoje! Quanto a esse Cris-odeio-gorda só digo uma coisa: Ana-magra, minha filha, pule fora o mais rápido possível!!!! Por fim, o repórter tentou arrancar alguma opinião sensata dessas
Oh, céus! Me poupem, senhorrrr! Vocês não têm mais nada a declarar?? Jura?? Tô de saco cheio de ver mulher retratada assim em reportagens debiloides. E é isso que enfraquece o nosso lado, sabia? Meia dúzia de futeizinhas arrasa com a credibilidade que nós, mulheres fortes, trabalhadoras e com neurônio demoramos anos e anos para conquistar. É verdade que a culpa não é exatamente do jornal – eles só tripudiaram pra tentar criar alguma polêmica e ganhar leitores por alguns minutos. Mas sabe o que é o mais deprimente? A coluna foi publicada no domingo, hoje é terça e não há sequer uma mísera carta de leitor protestando. Então fica aqui registrada a minha indignação solitária. Marina teme que o repórter entreviste os poodles das dondocas 29-01-2009 The Cure – 4:13 Dream(- ecows!!!!; * yuk!; ** argh...; *** humm...; **** yes!; ***** uhúúúú!!!!)
Gente, que deprê – no mau sentido. Esse disco novo do Cure me cansou. E justamente com o intuito de parar de escutá-lo e zuni-lo para bem longe na minha novíssima estante que estou aqui sentada ouvindo-o (espero eu) pela última vez. Tá, ok, o disco não é tão horrível quanto The Cure, o CD de 2004 pelo qual eu paguei uma fortuna (por ser duplo) para nunca mais escutá-lo, constituindo assim um dos mais altos custos-audições da minha discoteca. Mas eu devia ter desconfiado. Eu devia aprender que quando os críticos da Folha gostam de algo do Cure eu com certeza vou odiar – e vice-versa. O álbum Bloodflowers foi achincalhado e eu o amo de paixão. Esse 4:13 Dream foi elogiado e.... bem, olha eu aqui morrendo de tédio. O disco quase te engana. Começa lentinho, com aquela jeitinho de Robert Smith sofredor – ritmo arrastado, efeitinhos melancólicos (!), faixa passando dos 6 minutos... aí a segunda música entra e parece aquele outro The Cure, que fez coisinhas fofas e semi-felizes. Ok. Aí quando a terceira canção começa a tocar (“The Reasons Why”) você quase cai pra trás com a introdução absurdamente chupada do New Order. O riffzinho é Peter Hook puro, fiquei chocada aqui! A música é esquisitinha, parece tirada de uma caixa de clichês. Como se um pedaço de New Order + um pedaço de Cure + pedacinhos de pós-punk + letrinha triste fosse dar um resultado necessariamente bom. Ora bolas, tenham a paciência, né. Minha favorita (e a única coisa digna de nota desse disco, na boa) é “Sleep When I’m Dead”, com um refrãozinho agradável e um jeito de coisa que tocaria numa night mega-alternatchiva – e se o DJ estivesse razoavelmente bêbado e sem-noção. Mas veja bem, ainda assim a música não é nenhuma maravilha. Nota 7 e olhe lá. “Freakshow”, “The Real Snow White” e “The Hungry Ghost” até que não trazem tanto ódio ao meu coração, são escutáveis e tal, mas c’mon... O Cure é muito melhor que isso. MUITO melhor. O disco é uma decepção. Ruinzinho, ruinzinho. Nada parece funcionar direito aqui, é uma massa de canções bobas e sem graça. Algumas músicas, aliás, são tão fracas que você para e pensa: “Meu, será que eu comprei o CD certo?” Às vezes eu acho que o Tio Bob contratou uma banda cover para trabalhar por ele. “The Scream”, por exemplo, é HORROROSA. Sim, a certo ponto Robert Smith grita como um louco na música. E não, não sei por que diabos algo do gênero entrou no disco. “This. Here and Now. With You” é outra coisinha sofrível. As demais canções seguem no mesmo nível. Você as ouve e 10 segundos depois já esqueceu de tudo. E é isso que mais me perturba, pois o Cure é uma banda cujos discos me marcam como cicatrizes. Cada lágrima que eu derramei ouvindo-a, cada canção que me consolou em algum momento da vida, cada verso “uterino”, cada pedacinho deles que me comove horrores eu guardo com carinho dentro de mim para sempre. É uma das minhas bandas mais amadas, daquelas que eu preciso ter à mão para uma emergência, sabe. Então é tristíssimo ter em mãos um álbum dessa mesma banda, mas que não me diz nada, não me toca profundamente, não me emociona. O pior é que eu desconfio que isso tudo é pura preguiça do Robert Smith, pois em uma ou outra faixa você percebe um lampejo de criatividade dele. Tem coisa boa ali, mas é tipo meio minuto de uma longuíssima faixa, um refrão aqui, um riff acolá... Não é o suficiente, meu The Cure querido. Nem de longe é o suficiente. Agora com licença que eu vou escutar o meu Disintegration. 20-01-2009 Obama Day - Primeiras ImpressõesColei aqui meu Twitter sobre o Inauguration Day, ou seja, são rápidas (e instantâneas) observações sobre o que pude acompanhar na TV. Devo elaborar melhor ao longo da semana, mas como não sei se terei tempo, eis o que escrevi rapidamente até agora: (ler de baixo para cima) --- Que graça o mapinha da CNN! 8 minutes ago from TwitterFox Powered by Qumana 13-01-2009 Momento umbigo nerd rápidoNeste site aqui (http://www.wordle.net) você insere um texto qualquer, ou um feed RSS, e, com base no uso das palavras (e sua frequência), é desenhada uma "tag cloud" (nome moderninho para "nuvem de palavras-chave"). Então elas (as palavras) vão formando um emaranhado, com a fonte ficando maior ou menor de acordo com a quantidade de vezes que as mesmas expressões são usadas. Resolvi brincar inserindo o meu próprio feed lá e o resultado foi tão lindo que tive que parar tudo para postar isso aqui!
Agora vê que coisa! A palavra mais usada é a que representa a tribo com quem eu mais implico! kkk Acho que farei uma tag cloud nova a cada dez posts. Adorei! Powered by Qumana 31-12-2008 Retrospectiva Freak Musical 2008Então o ano se acaba. E lá vem tia Má com sua retrospectiva sem sentido na qual valem canções e artistas que fizeram o meu ano. O que significa tanto novidades quanto velharias que me encantaram em 2008. E devo adiantar logo que pouco ouvi coisa nova. Repetindo, portanto: as usual, vale tudo que eu ouvi ao longo do ano e dane-se se foi lançado em 1988! Ok? Let’s go then! Discos do ano: Eu simplesmente viciei no novo do Moby, Last Night. É ma-ra-vi-lho-so de tão retrô. Háusi daqueles com vocais gritados, refrãozinho, tunts-tunts simples, enfim, Marina-style né ;P Talvez eu compre o de remixes, mas ainda não sei. Não quero quebrar a magia! Outro que demoroooou pra sair do meu som em 2008 foi o Transparent Things, do Fujiya & Miyagi. Eletrônico delicioooooso!! (sim, não tô nem aí que o disco não é de 2008, blablabla. Leia acima) Por fim, Bust a Nut, velharia do Tesla, entrou na minha CDteca e ficou meses rodando no meu MP3-celular! Música mais tocada no meu som do ano: “Disco Lies”, do Moby, sem dúvida. Pelas minhas contas, incluindo MP3-celular e excluindo rádio, devo tê-la escutado umas 273 vezes. Música / destaque do ano: Além da já citada “Disco Lies”(Moby), “The Beginning of the Twist” (Futureheads) simplesmente me conquistou na primeira audição. É FODA. Pra mim foi o destaque do ano, pois é raro uma música (indie!) me agradar assim tão rápido, kkk! >:P Hit subestimado no Brasil do ano: Ok, foram dois, mas é que “Sweet About Me”, da Gabriella Cilmi, eu cheguei a ouvir aqui e ali, em rádio e novela. Então pode ser considerado semi-hit, talvez? (gente, não é POSSÍVEL que essa música não tenha estourado! É chicletaço maravilhoso! Adoro!) Mas a música que eu realmente esperava que estourasse loucamente (até porque chegou no topo das paradas no mundo inteiro) era “All Summer Long”, do Kid Rock. Gente, a música é pop rock perfeito. Chupada de “Sweet Home Alabama”, eu sei, mas putzgrila, é lindamente amistosa e cantarolável. Por que diabos não emplacou aqui é um mistério! Hit estourado nas pistas do ano: Não deu pra ninguém: Hot Chip – “Ready For The Floor”. Ainda não tive tempo de escutar o disco inteiro, mas o hit é tudo de bom!! Reprise do ano: Depois de anos e anos de buscas pelas lojas, foi na Galeria do Rock que achei o CD Disintegration (The Cure) – importado por 20 paus!!!! –, para finalmente substituir meu K7. Então eu estava há anos sem ouvir essa maravilha. E então, claaaaro, a partir do momento em que o disco entrou no meu som ele só saiu de lá para o MP3-celular. Sim, ele continua no meu som. Sim, eu *amo* o Disintegration. No momento devo dizer que estou cercada de reprises: Bloodflowers (Cure), outro favorito, está rodando por aqui; coletânea do Simple Minds está no celular, junto com Gin Blossoms. Aliás, só ontem resolvi abrir o novo do Cure (4:13 Dream) para escutar. Devo fazer uma resenha sobre o disco, pois estou numa fase tão “viúva de Robert Smith” que ele vai merecer uma audição cuidadosa por aqui. So far not so good, mas quero dar uma segunda, e talvez terceira, chance. A conferir! U2 do ano: Bom, por motivos totalmente pessoais me vi catando os B-sides do Best of 1980-1990 da pilha de discos para passar semanas e semanas escutando aquelas baladas maravilhosas. Destaco “Love Comes Tumbling” e “Luminous Times (Hold on to Love)”, que iluminaram um momento lindo da minha vida. Não adianta, essa banda está entranhada em mim. Eu até consigo ficar longe dela por um tempo, mas.....! aiai! ;) Quero-ser-U2 do ano: The Killers, dã! Gente, essa música “Are We Human or Are We Dancers?” (ou algo parecido) é a coisa mais absurdamente Bono-wannabe que eu já ouvi na vida!!! Brandon Flowers, filho, vai comer um pratinho de arroz com feijão e depois a gente conversa, tá! Tsc! Powered by Qumana 24-12-2008 Paradiso – 20/12Êeeee! Ok, alguém ainda duvida que essa é e será a melhor festa do Rio de Janeiro durante um booooom tempo?? Saí relativamente cedo (depois das 3), mas mesmo assim me acabei de dançar! Aniversário pré-comemorado dignamente, yeah! ;D ***** Música, DJ! Se sair cedo me fez perder provavelmente maravilhas e maravilhas de fim-de-noite, vou te contar: não tem coisa melhor que início de festa com Edinho! Gentem, teve de tudo, até Soft Cell + Futureheads, ôoooun! Ahh, sim, teve Weezer para acalentar o coraçãozinho indie alheio (né, Tia Cris?? Kkkk!) O problema é que hoje já é quarta-feira, a festa foi no sábado e eu saí de lá bêeebada como um gambá. Fica MUITO difícil recordar as pérolas, mas eu lembro de Depeche (Strangelove!) numa seqüência que ficou FODA; lembro de Happy Mondays; lembro de Kraftwerk; lembro até de Idioteque, olha isso! :P ***** Deve ter sido culpa do Weezer Ahh, mas e os babados?? Pois ééé, pessoas, aparentemente a indiearada (coletivo de indie, kkk) se assanhou horrores essa semana! Dá pra acreditar numa coisa dessas?? Teve indie fazendo tudo quanto é peripécia lá dentro!! Afe! ***** Hilárioooo Antes, porém, de começar aqui a falar dos indies assanhados (hahahaha, morro de rir só de digitar!), tenho que contar aqui sobre uma criatura com a qual eu muito me identifiquei: O GÓTICO WANNABE!!! Siiiim, gente! HÁ PESSOAS QUE QUEREM SER GÓTICAS EM PLENO 2008! Não estou mais sozinha, kkkk! Falando sério agora (eu não consigo ser gótica, né, gente, sou in-dig-na! kkk), tava a coisa mais engraçada do mundo aquele ser seguindo o meu, o seu, o nosso gótico favorito!! Hahahaha! Quero só ver onde isso vai dar... ***** Introdução Mas voltando à matéria-prima mais comum ultimamente na Casa da Matriz, os indies, claro, eles estavam IMPOSSÍVEIS! Acompanhados ou solteiros, quicando sozinhos ou em bando, eles lotavam a festa e prendiam o rabo constantemente. O que diabos deu neles eu não tenho a mínima idéia, mas o fato é que demos muitas gargalhadas com isso! ***** Lendas da Paixão (1) Comecemos com o nosso clássico suposto indie pegador. Que – já cismei, nem adianta – não é pegador coisíssima nenhuma, e sim INDIE PRA CARALHO. Pegando alguém e tal, mas com um jeito TOTALMENTE indie, como ele jamais foi visto fazendo. Es-tra-nhís-si-mo. Definitivamente tem algo off nessa história. ***** Lendas da Paixão (2) Então você está acompanhado, supostamente in lóvi, supostamente sendo amado de volta... mas de repente toma um perdido?! E outro?! E outro?! Taí outra lenda urbana: a prom queen apaixonada pelo loser. Alguém já viu isso acontecer FORA dos filminhos de sessão da tarde?? Fica esperto! ***** Procura-se Alguém viu um indie de estimação perdido por aí? Cadê? Cadê? ***** Quem pode pode, né? A mulherada indie esperneia, a mulherada indie suspira, a mulherada indie se derrete... mas nenhuma delas com coragem de chegar no menino! Que coisa! (...*de indie*, néam! Alguém se espanta? Kkkk) E o muso? Aproveitou a noite como devia, oras... lalala ***** Pinball indie Enquanto a mulherada quicava pelo muso, os demais indies machos também só faziam quicar alucinadamente. Acho que isso deve ter sido para compensar a quietude do queridinho da Tia Cris, o nosso Pogobol, que estava caaaaaaalmo, feliiiiiiiz, na paz dele... ***** Múltipla escolha E, no oposto extremo ao Pogobol, Cris e eu vimos sujeitinho muito do mau-humorado circulando pela festa. Então vamos lá, pessoas, ajudem-nos: Indie de cara feia é...
***** Recadinho rápido (só porque estou longe do meu micro de mesa, longe do scanner e relativamente longe da civilização) E o Comando Revolucionário Kurt Cobain, hein?? ALGUÉM CONTROLE O LÍDER DELES, PLEASE!!! E mais não digo. Powered by Qumana 17-12-2008 ...E eu comprei um Mac!Pois bem, ao assistir meu super gabba-gabba-hey computador ficando velhinho e lerdinho depois das mais de 15 instalações de The Sims 2 e seus pacotes de expansão (três anos é muita coisa em termos de PC), senti vontade de comprar um notebook. Mas me vi num dilema:
Nenhuma das duas opções me pareceu lógica. O Windows Vista é um cocô disfarçado com "transparências cool" e visual moderno. A tal revolução prometida desde os tempos do mito do Longhorn foi pro brejo (e eu bem previ o fiasco do Vista aqui). Nunca, nunquinha, que eu ia gastar uma baba num laptop para ficar anos sofrendo com esse sistema operacional horroroso. Sem contar que tudo isso me fez concluir que o Windows 7 poderia não ser a solução! Há algum tempo eu venho reclamando dos produtos Microsoft. Desisti de escrever um livro porque odiei o Office 2007. Reclamei horrores do Windows Media Player 11(todo dia alguém pede socorro no Google e acha este site por causa disso! E até hoje eu grito: NÃO ATUALIZEM PARA ESTA VERSÃO!!!! DE JEITO NENHUM!!!! Leia mais aqui) e o IE 7 nunca me seduziu. É só ler meus arquivos de Nerdices Bacanas para perceber como estava instatisfeita com a empresa de Tio Bill. Aí me veio um estalo: Hey, eu não sou escrava deles...! É possível sobreviver sem Windows! Por que não comprar um MacBook? O namorado tem um, lindo. Usá-lo é uma delícia (ainda mais no colo do môre, mas aí é oooutra história ;P) Falando sério agora, pensem comigo... o que a gente faz no computador que nos deixa tão presos ao Windows?
Até editor para o Live Spaces eu achei para Mac... :P Olha só com quanta coisa eu parei de me preocupar:
Gente, sério: nunca foi tão fácil na minha vida instalar uma impressora. Estou chocada até agora. E a Internet? Pra quem não sabe o drama que é conviver com Vírtua e suas frescuras, aqui em casa minha irmã tem que fazer malabarismos pra conseguir acessar com o seu PC-Vista, e eu fui proibida de atualizar o meu XP SP2 porque senão a Internet morria "por falta de compatibilidade". E com o Mac? Bom, bastaram 2 boots no modem para tudo funcionar perfeitamente, como um plug-and-play dos sonhos (é, porque plug-and-play NUNCA foi plug-and-play de verdade no Windows, néam...) Bom, so far so good. Tá, o teclado do Mac foi complicadinho de aprender sim (mas graças a meu môre ele agora me obedece razoavelmente bem, falta eu decorar que o control é o equivalente ao botão direito do mouse, que o command é o equivalente ao Ctrl do Windows e que function pode ser usado para enormes peripécias.) É uma sensação libertadora usar um Mac, acredite. E olha que eu sou grande fã da Microsoft. Mas no Mac OS X e nos produtos da Apple em geral tudo é extremamente simples - taí a palavra. As coisas são simples e não precisam ser de outro jeito. Se você está tão desiludido como eu desde que o Tio Bill nos abandonou, se você odeia a idéia de depender do Vista para qualquer coisa, se você, enfim, não quer mais perder tempo com essas computer things, eu digo: compre um MacBook. E viva feliz para sempre. Como diz o anúncio daquele inseticida famoso, "é um pouco mais caro - ahh, mas é muuuuuito melhor!" Powered by Qumana 10-12-2008 Paradiso 06/12Êeeee! E então voltei à Paradiso depois de um tempo sumida! Olha só quanta "novidade":
Por causa da lotação insuportável e dos rockzinhos estranhos, optei por ir embora cedo, mas preciso registrar aqui que quando o Edinho tocou "Good Life" (Inner City!!) foi foda demais! E o que foi "I Got My Mind Set On You"? Adooooro essa música, ôoun! Ahh, sim, teve 60 miles an hour, ôooun2! ***** Vale a pena ver de novo? Mas e as fofocas? Pois ééé, quando se some também tem disso: eu perco as ceninhas dos próximos capítulos e então algumas emocionantes novelinhas indies eu provavelmente estou perdendo. Porééém, certas coisas não mudam nunca, néam?? Acho que vão se passar décadas e certas pessoas continuarão presas numa reprise interminável de nhem-nhem-nhem. Vai entender... ***** Afinal, é namoro ou não é? Bom, o fato é que eu realmente não me importo com isso a não ser por um detalhezinho: 'se magoá-lo tá fudida!' *meiga* ***** Ahh, esses "pseudo-casais".... Neguinho parou de se perguntar o que rola com aqueles dois? Ou todo mundo se acostumou com o rabo preso alheio? ***** Ainda os casais! Gente, por que a comoção com agarros na pista de dança? Eles estavam encostando em vocês? Estavam caindo em cima dos outros? Não! Então qual é o problema?? Hmm?? ***** Pfff! Falando em agarros, que coisa mais mixuruca foi aquela lá?? Eu esperava muito mais de quem tinha, caham, uma certa fama entre a mulherada.... Quando eu falo que essa mulherada indie é louca....... pff! Acreditam em lenda demais, kkkk ***** Urban Legend strikes again? Not so fast! Gente, pra quem ainda duvidava que "indie pegador" é mera lenda urbana, sábado ficou comprovado, né?? Fala sério! O su-pos-to indie pegador estava quietinho, quietinho... Ahh, mas o leitor imaginário poderia argumentar: "Mas ele tava com uma garota!". No que eu respondo: vem cá, desde quando ficar com uma garota daquele jeito é coisa de indie pegador??? Tava mais para indie mêda-man-ui-ui-ui do que qualquer outra coisa! Ha, esse não me engana não! ***** Hipótese Hei, será que ele virou indie da noite para o dia?? ***** Invasão Falando em indie, a festa tava infestada, hein?? Affff, socorro! E olha que nem era Maldita lá em cima na pista 2! ***** ooops! Mas então... você está parado (pra variar), olhando as mulheres desfilando (pra variar), contando nos dedos das mãos (e dos pés!) com quantas você já tinha ficado (pra variaaaar), e também contando nos dedos das mãos e dos pés aquelas que NÃO ficariam com você de novo (pra va-ri-ar! kkk). Aí você consegue engatar papo com uma delas! Uau! Você fica se achando, claro, (ninguéééem resiste ao seu charme...kkkk) - até que, lá pelas tantas..... o namorado da mocinha aparece!!! "Tóin" é pouco pra cena, viu?? Hahaha! ***** Só pra constar... Cara feia é coisa de indie com fome, com sede e com o saco cheio dos "hits". Humpf! ***** Igualzinhoooo! Gente, e o pequeno pônei?? Continua odiando o sistema, claro! kkkk
Powered by Qumana 26-11-2008 My other (este post está em inglês porque não consegui fazer sair de outra forma, até mesmo por causa do final. :P) It's so freaky: I'm in a relationship right now. The thing is.... It's the very first boyfriend I have in this century. It's been AGES since I dated someone steadily and liked it (last one was in early 1999!). I almost kind of forgot how it was like. I've been in and out of open relationships throughout those years, and I was fine with it. I never really wanted commitment with any of those guys (I guess we just know when someone turns out to be "boyfriend material"). You see, I don't date steadily just for the sake of it, or just because the other part insists on it. I become an official "girlfriend" if and when I want. Which is very, very, rare. I loved my single lifestyle. I got a friend who is the opposite: all her boyfriends were the so-called gereric type - they filled this hole she had over a frustrated love affair and they didn't mean anything else to her. I can't do this. I can't stand commitment if I cannot respect the other person involved. If I'm not in love, what's the point of getting myself involved in a crappy relationship? So I became a maneater. I couldn't care less about them. I just wanted some fun here and there, so I detached myself very fast from all the boys I've met. Some might say I was like Runaway Bride, escaping from boyfriends-wannabes maybe out of fear... that I wasn't really ready, yadda yadda yadda. Was I so afraid of commitment? Well, maybe so. Maybe I knew I was dating random idiots and was doing it on purpose because I knew it wasn't going anywhere. But maybe, just maybe, one asshole changed everything. Maybe his asshole ways made me see I deserved better, and that I should never, EVER, settle down for less than great. How about that? Then, right there in some unexpected way, right there that night, the asshole caused me to meet this really nice guy, who showed up out of nowhere. It's hard to explain, but everything changed. After a couple of months I just knew it: that's my boyfriend material, right there. I am very happy. he fits quite well in my definition of 'significant other'. Which is just this: SIGNIFICANT. OTHER. 14-11-2008 Regras para um mundo melhor (5) (Título inspirado nas New Rules do Bill Maher) REGRA: Toque de celular que imite um assobio daqueles fininhos, que estouram o tímpano, deve ser proibido nas imediações de um vagão de metrô vazio e silencioso. NÃO DÁ, NÉAM? Ah, claro, segue também a inevitável REGRA: Deixar o mesmo celular tocar o máximo possível enquanto você e o amigo riem do toque também NÃO DÁ, NÉAM!!!! REGRA: Danuza Leão must quit whining! Suas colunas recentes só trazem reclamação-de-vida-de-rico-sem-sentido-oh-my-god-me-dê-um-lexotan. Não me levem a mal, eu *adoro* a Danuza (I really do!), mas essas crises existenciais dela só mostram o vazio que é levar uma vida de dondoca. Sem contar que seus textos "sofridos" e "depressivos" acabam fazendo rir, né! Tipo, "do que essa perua tá reclamando?". Mas nada tema, Danuza, eu tenho a solução para você através de uma... REGRA: Danuza, passeie um pouco de metrô lotado de manhã e à tarde, nos horários de pico. Não para você 'sofrer de verdade, blablabla', mas para observar as pessoas. Vai te distrair horrores e dar idéias para dezenas de colunas! REGRA: Cubra os dedos do pé em dia de chuva! Alô, som, mulherada: sandalinha de verão quando você SABE que está chovendo desde a véspera?? Give me a break! Coisa HORROROSA, meudeus! REGRA: Se eu estou tentando passar para o outro lado do vagão e estou inadvertidamente "sacudindo" a sua imeeeeensa mochila alienígena-sabe-se-lá-o-que-diabos-você-carrega-aí-dentro-que-a-deixa-absurdamente-grande, filho, MEXA-SE. Veja bem, não estou nem pedindo aqui o cavalherismo de tirar a mochila, sorrir, me dar a mão e arrumar um lugar para esta graciosa dama que vos digita. Nanani. eu só quero que você PARE JÁ DE OCUPAR O ESPAÇO DE DUAS PESSOAS E MEIA E TIRE A PORRA DA SUA MOCHILA DO MEU CAMINHO, CARALHO. *meiga* REGRA: Diminuam o volume do anúncio da Fininvest que rola nas estações de metrô. O troço TÁ MUITO ALTOOOOO!!! Imagina o stress que é, logo cedo de manhã, ouvir uma mulher berrando no seu ouvido, e com uma música mais alta ainda de "fundo": "ESQUECEU DE CARREGAR O CELULAR??? A CONTA VENCEU??? COM A FININVEST DÁ TEMPO!!!!!" Putaquilpariu-ô!!! Por causa disso, fiz uma AUTO-REGRA: Nunca, mas NUNQUINHA, me meter com a Fininvest! Por fim, preciso fazer um rápido comentário sobre essa transição de bilhete para cartão pré-págo. Por alguma razão inexplicável, na estação do Largo do Machado foram construídos DOIS lugares com roleta. Um mais à frente, que só para vale transporte e bilhetes. Lá atrás, as catracas mais modernas. O negócio foi tão monstruosamente ESTÚPIDO que o metrô contratou duas mocinhas para ficarem em pé ali dando explicações às pessoas sem noção que insistiam em passar seus cartões nas roletas do Riocard (que, claro, são incompatíveis. Oh. Alguém se espanta?). Também construíram uma "mureta" que em nada ajudou. As pessoas ficavam perdidas e várias delas acabavam nervosíssimas. Agora a coisa se "acertou", com uma fileira só para todas as catracas (Aleluia!!!). Mas a estupidez das pessoas permanece, e pelo menos uma das mocinhas manteve seu emprego ali em pé gritando com as senhoras sem-noção. É fascinante assistir à mesma cena todo santo dia de manhã: — MEU CARTÃO NÃO ESTÁ FUNCIONANDO, AIMEUDEUS! E, na boa, não entendo a dificuldade. Sinceramente. A catraca do vale transporte tem o chão pintado num laranja BERRANTE e tem colado um aviso IMENSO: "SOMENTE VALE TRANSPORTE" – mas aparentemente as pessoas não lêem coisas chamativas que ficam exatamente no lugar para onde elas têm que olhar ao posicionar o seu cartão. Suspiro. Então, para o bem dos usuários do metrô e das pessoas sem-noção, bem como dos idosos (que têm uma catraca própria e eles NUNCA sabem qual é, claro!), suplico ao metrô uma REGRINHA SIMPLES: Padronizem todas as catracas, PELAMORDEDEUS!!!! 05-11-2008 Rápidas sobre a cobertura do Election Day 2008Eu gostaria de ser foda como o povo do Wonkette e postar aqui um 'liveblogging' tão hilário quanto o deles. Mas como eu sou uma mera news junkie que mora abaixo do Equador, vou apenas registrar impressões rasteiras sobre o que eu consegui assistir, já que o maldito fuso horário não ajudou.
Ahh, sim, claro: Viva Obama!!!! êeeee :D 20-10-2008 Cartinha ao Picolé de Chuchu(ou: Da série "vou morrer sem entender o PSDB".) Pausa. Antes de qualquer coisa... --- Caralho, como os tucanos são estúpidos, hein! Ninguém merece! Já escrevi aqui as dez burrices tucanas e os dez motivos para não escolherem o Serra como candidato em 2010. Mas como aparentemente as burrices se multiplicam ASSUSTADORAMENTE, terei que partir de novo para uma aulinha de "estratégia política for dummies". Filhos, pra mim 2010 é simples. Será que ninguém enxerga além de Sampa-City??
--- Bom, voltando à nossa programação normal... Agora serei curta e grossa, tendenciosa e bem revolt, Ann Coulter style, com o Sr.Chuchu: Alckmin, meu filho, pra começar este deve ter sido seu mais idiota ato político ever. I mean, EVER. Agora é de acupuntura pra baixo! A lógica não seria você ficar quieto a eleição para prefeito e entrar candidato a governador ou senador em 2010?? No comprendo!! QUEM NO MUNDO CONCORRE PARA PRESIDENTE E DOIS ANOS DEPOIS TENTA PREFEITURA?? C'mon! Foi patético, confesse. Pateticamente estilo "não-consigo-largar-o-osso-da-vida-pública-nem-por-um-segundo-qualquer." Em segundo lugar, todo mundo sabia que você só queria criar confusão com o Serra. E, mind you, não tenho absolutamente NADA contra quem quer criar confusão com o Serra - pra mim ele é o grande demônio a ser afastado urgentemente do tucanato. XÔ, SERRA! Eu odeio esse cara com todas as forças do meu ser, mas ainda assim não entendi a lógica do seu ato, meu querido picolé de chuchu. Em 2 anos tú ia sair da prefeitura (igual ao Serra!) para se candidatar.... Agora sua vida é que se complicou absurdamente, ao teimar de forma irracional a entrar (e perder!!! Quaquaquaquá!) numa disputa com o Kassab, que faz uma administração tucanérrima. Tem noção do que é perder uma eleição PRO KASSAB??? E no PRIMEIRO TURNO?? Pois é. Estúpido. Ambição estúpida, de não conseguir esperar 4 anos para entrar no senado ou no governo de novo... estúpido, estúpido, estúpido. Olha só, se isso diminuir as chances do Aécio atropelar o Serra, eu acho que vou pessoalmente a Pindamonhangaba te enfiar um palito de sorvete pela garganta. Atenciosamente, M. 13-10-2008 Paradiso 7 anos - Cinemathèque 10/10 (via Twitter) Pois é, pessoas, como estive sem tempo algum de editar e elaborar um Buxixos completo, acabei postando tudo rapidamente no meu Twitter. Como o resultado foi até razoável, vou colar aqui. (eu acabei gostando da idéia hein; se a histeria voltar a este meu site aqui eu mudo o Buxixos pra lá e, CLARO, não vou divulgar pra ninguém, hehehe) Então vamos lá. Segue aqui embaixo as anotações sobre sexta-feira. Talvez eu faça uma edição deluxe juntando sexta e sábado. Vamos ver... Favor ler de baixo para cima, ok? O endereço do meu Twitter? Ahh c'mon... se você achou este meu blog, é estupidamente fácil me achar lá, hunft. É só olhar pro lado. >:P *****
28-09-2008 Dez "apresentações" tensas entre significant othersEsse negócio de apresentar pai e mãe pro namorado é fácil. Sogra? Sogro? Cunhados? Avós? Pfff! Família se tira de letra! Tensas são as outras apresentações - as corriqueiras e/ou as "não-apresentações". Explico. Fiquei CHOCADA quando o boy lá do trabalho levou o namorado pra conhecer todo mundo! Tem noção de como isso é sério?? É pior que domingão-social-com-a-família-alheia!!! Acabei me inspirando e surtando aqui ao numerar outras situações tão tensas quanto essa! Vejamos... Eu poderia chamar esse texto de "Você sabe que seu relacionamento está sério quando você conhece/apresenta....". Vejam se não faz sentido!
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