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Abduções Corriqueiras

E surtos musicais, sandices de cinema, nerdices bacanas, buxixos básicos, etc etc... by Marina!!
11/5/2009

Solidão no trabalho

Estamos num turning point no trabalho. O volume de produção está aumentando e os prazos, encurtando. E, afora minha chefe, *euzinha* sou a única funcionária da produção.

Agora veja bem. UMA. PESSOA. SÓ. COORDENANDO. TUDO. Quantos livros você acha que eu, sozinha, consigo fazer por mês? (você se surpreenderia com a resposta, porque eu sou FODA. Na boa. Capricorniana, sabe como é ;)

E como posso coordenar o próprio trabalho? Teoricamente é até possível (6 anos and counting!), mas não a troco de aumentar a produção. Com a produção pequena, SEM aumentar de volume, até dá. Mas como a empresa vai crescer?

A coisa acontecia surpreendentemente bem – até minha chefe se perder. Era uma parceria, éramos duas. Agora ela simplesmente não me ajuda mais, e até está ATRAPALHANDO o meu trabalho. O que antes era sintonia entre duas pessoas trabalhando JUNTAS virou falta de noção dela somada ao meu desespero em fazer com que as coisas aconteçam apesar dela. As coisas que ela tem que fazer, faz errado. Quando saí de férias esse ano a coisa bateu recordes. Passei os 30 dias seguintes só consertando merda alheia.

Arrisco a dizer que talvez eu não precise tanto de uma estagiária quanto ela precise de uma secretária! Sério, alguém precisa controlar e organizar aqueles emails, que se perdem e se acumulam, e eu fico passando um tempo absurdo deletando as mensagens repetidas que ela me manda achando que não tinha me mandado. Ou repassando mensagens importantes duas, três vezes, porque ela “não acha nada” na sua Inbox. Ou refazendo coisas que ela mandou desfazer na semana anterior (e que vai mandar refazer semana que vem).

Quem sabe é hora d’eu ser promovida, e caguei pra quem tá lendo me achar pedante. Porra, é fato. Eu preciso tomar as rédeas da mão dela URGENTEMENTE. No melhor estilo Dilbert, ela precisa fazer o mínimo possível, enquanto eu ponho as coisas para funcionar. Agora, acontece que… para isso… tcha-ran!! É preciso mais uma (ou duas, se quisermos realmente crescer com a produção!) pessoas abaixo de mim.

Tenham em mente que eu ADORO o que eu faço. Não me importo de grampear folhas, anotar notas fiscais, imprimir formulário, abrir pastas… mas eu preciso de TEMPO pra isso. E preciso que, enquanto eu gasto horas com tarefas bobas, ALGUÉM FAÇA A SUA PARTE. ALGUÉM COORDENANDO E ME AJUDANDO A TOCAR A PRODUÇÃO. Do jeito que está é inviável.

Sozinha + pressa = desastre, na certa!

Por isso que eu, hoje, me recusei a ficar responsável por MAIS uma coisa da produção. É *mais uma* tarefa que ela vai me delegar? Até quando? Eu poderia fazer? Decerto que sim, mas em detrimento de alguma outra coisa, néam!  Tô de saco cheio de trabalhar sem apoio, sem alguém que eu possa chamar de “parceira”. E não vou mais acumular tarefa sem aumento no salário, na boa.

Eu gosto muito da minha chefe. Juro. Trabalho com ela há anos e se depender de mim trabalho a vida inteira. Só que ela está losing it. Sua falta de controle da produção está afetando toda a cadeia de trabalho abaixo dela. Se ela está enrolada, sentindo acúmulo de tarefas, beleza – me passe o serviço E CONTRATE ALGUÉM PARA PEGAR O MEU.

O que não pode é ficar nesse descontrole, nessa loucura de atropelar prazos e custos, de passar a mão na cabeça imbecil de certos autores, de esquecer o que se discretamente pede para ela fazer (pois é! ainda mais isso! Chegou no ponto da gente aqui ter que dar ordens, porque ela se esquece, perde coisas, etc.), enfim. A lista é longa.

Mas, mais importante que tudo isso, é preciso alguém dando apoio à produção. Alguém pra ajudar a deixar tudo perfeito. Alguém para SOMAR.

Se você não pode ser essa pessoa, querida chefe, contrate alguém. POR FAVOR.

10/7/2009

Por que odeio (?) me apaixonar

  1. Não paro de achar tudo lindo
  2. Pareço uma debiloide, não consigo raciocinar direito
  3. O sorriso besta não sai mais da cara
  4. A quicação com as amigas não mais existe - vira miação alucinada
  5. Sinto um frio na barriga que é impossível de descrever
  6. Choro à toa, de pura emoção (e eu odeio isso, mas quem manda ter namorado tão cúti?)
  7. Passo a me importar com o que o outro sente, o que pra mim é novidade e, em casos de desentendimentos, me deixa super tensa
  8. Quico loucamente com umas besteiras sem sentido
  9. Às vezes vem um medo que.......... putzgrila
  10. Um abraço forte vem e aí esqueço de tudo que me afligia

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9/14/2009

O lado B da Bienal

Já perdi a conta de quantas Bienais eu fui na vida e de quantos livros não lidos comprados por lá por pouquíssimos reais há na estante. Como o ritual se repetiu no último sábado, resolvi apontar aqui a *minha* Bienal. Porque o mais legal da feira passa longe dos Cafés cool-literários ou de encontrinhos engraçadinhos de autores trendy mas que vendem pouco.

Quem é esperto passa a Bienal de olho no que dificilmente se vê por aí. Dá pra descobrir um monte de coisas e se divertir horrores! Vamos lá então? ;)

Neste ano as minhas “coisas” favoritas da Bienal foram:

As Núbias. Gente, o que são as Núbias?? Num estande microscópico, vendendo apenas esta obra (chamada “Núbia” – segundo o folheto, o livro erótico mais vendido do ano!), estão SETE mocinhas de minissaia. O slogan colado na parede? “Escolha a sua Núbia”. A ideia é você comprar o livro (com 50% de desconto, parcelando em “duas de dez”!!!) e escolher uma delas para autografar o livro. É de passar mal de rir, porque elas AVANÇAM em quem passa perto. Fizeram isso com o meu namorado... e com a minha vó!

O autor de cordéis. Sozinho, com os livrinhos pendurados no cubículo reservado a ele, me comoveu com aquela melancolia da ruazinha dos autores solitários.

O estande dos  EUA. Isso precisa ser mencionado, porque achei a coisa mais linda do mundo neguinho fazendo fila pra bater foto com o Obama de papelão em tamanho natural (CLARO que eu fui lá também né!!!!). Tinha até foto autografada do presidente americano sendo distribuída. NUNCA que na era Bush algo do gênero aconteceria. O Obama, mesmo que passe 4 anos dormindo na Sala Oval, já vai ter feito coisa pra caralho em prol dos EUA.

O estande da mulher do Raul Gil. Pois é. A mulher do Raul Gil não só escreveu um livro como tinha um estande com TV de LCD, sala de autógrafos "envidraçada" (não é vidro, é plástico, mas cês entenderam :P) e o escambau! Docinhos, vinhos, balinhas, até sacola personalizada com a capa do livro eles tinham! Resultado? Quarto dia de feira e minha mãe já tinha ganhado um exemplar de graça.

O livro “TETAS”. No estande espanhol havia um livro infantil que explicava por que diabos meninas têm “tetas” e meninos não, além de explicar pra que elas servem. Inacreditável!

Essas foram as coisas maneiras. Mas tivemos alguns fiasquinhos, vai:

Brindes FAIL na Record. Prometiam uma coisa e davam outra nada a ver. Por exemplo, quem comprasse dois livros do House em tese ganharia “brinde especial” (ou algo do gênero) da Universal. Sabe o que ganhamos? Um bottom de um livro de vampiro e outro da Gossip Girl. Tsc. E minha irmã, que comprou Gossip Girl, não ganhou nada! Tsc!

Estande da Devir menor! Oh, que tristeza! O que antes era o antro nerd-HQ da Bienal, numa daquelas ruas centrais, virou um stand médio no canto. Que pena :/

Estande da Cia das Letras com muro. Que merda, hein? Acabou que isso me confundiu e não consegui achar a entrada!

Fila surreaaaaal na L&PM. Foi o que mais partiu meu coração, pois saí da feira sem meus dois pockets do Dilbert que eu ainda não tenho :(

Pavilhão verde reduzido. Quem já foi a várias feiras percebeu que o espaço para comida dentro do pavilhão ocupou um tamanho inédito este ano. Nunca foi tão grande!! É a crise....

Estande da Piraquê. Sim, Biscoitos Piraquê. Alguém explica?

Estande da Publifolha com esquema mongol de vendas. Gente, quando esse pessoal vai mudar? Segunda vez que rola essa palhaçada! Você simplesmente é induzido a desistir da compra! Isso porque você tem que, ANTES de entrar na fila, catar uma mocinha para te dar um “tíquete”. E detalhe que nenhuma mocinha lá te atende, pois elas ficam conversando intensamente entre si – a ponto de você ter que cutucá-las para receber a porra do “tíquete”. Mas isso só depois que você já se estressou porque entrou na fila e não conseguiu pagar e teve que entrar na fila de novo. Aiaiai. Nunca mais, Folha!

A desinformação INACEITÁVEL no atendimento de certos estandes grandes.  Não tenho certeza, mas acho que foi na Ediouro – onde eu vi, no telão, anunciarem o livro sobre o Steve Jobs, “A Cabeça de Steve Jobs”. Fui perguntar para as mocinhas quanto custava e foi um festival de trapalhadas. Como eu não sabia o nome do livro direito na hora, foi praticamente impossível um diálogo produtivo. Eu: “É aquela biografia do Steve Jobs” e a mocinha, sem pensar, digitou no computador “BIOGRAFIA”, como se este fosse o título do livro (!!!). “Não, não... é uma biografia, mas não com esse nome” “Ah, foi ele que escreveu?” – e tasca a digitar STEVE JOBS como autor (tsc!!). “Não, não... o livro é sobre ele, mas não foi ele que escreveu...” e a garota me olhava como se eu fosse um alienígena. Mas PORRAAAA! C’mon! Não é como se o livro fosse obscuro! ELE TAVA EM DESTAQUE NO TELÃO, CARALHO!!!  Agora adivinha se eu consegui comprar...... ¬¬

Bom, finalizando, seguem dicas rápidas para quem ainda pensa em circular por lá (o que eu fortemente recomendo):

ao fazer sua listinha de compras, anote o nome da editora, para que você compre direto com ela (assim você evita confusão no estande da Saraiva, onde só tem sem-noção atrás de crepúsculos da vida);

vá nos estandes de distribuidoras (para livros com preços ridículos, na faixa dos 10 reais ou menos);

para livros ainda mais baratos, vá nos últimos dias de feira (teve um ano que saí de lá com 20 livros a 1 real cada);

passeie pelos pavilhões escondidos e longe da muvuca (para descobrir que existe mundo fora dos grandes conglomerados editoriais);

visite a ruazinha melancólica dos autores de um livro só, que ficam sozinhos com suas obras (às vezes tem alguém entregando folhetos, mas geralmente é o próprio escritor que te aborda!).

A Bienal do Livro é fascinante. Ocorre na puta-que-pariu do Riocentro, fica lotada nos fins de semana, há filas insuportáveis por tudo quanto é canto hypado, você tem que comer porcarias (correndo o risco de ouvir um “já acabou”).... MAS EU AMO. Ôun!

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8/25/2009

Regras para um mundo melhor (6)

(Título inspirado nas New Rules do Bill Maher)

REGRA: Não duvide das instruções de equipamentos. Se no banheiro está escrito: "retirar o papel com as duas mãos", FAÇA ISSO. Puxar com uma só vai dar merda. Hoje eu vi uma estúpida criatura no banheiro do cinema que simplesmente NÃO ACREDITOU NO QUE ESTAVA ESCRITO E QUASE QUEBROU O TROÇO DE SECAR MÃOS. Não, sério, o que custa OBEDECER o que está escrito?? (quando eu expliquei pacientemente e disse "é o que está escrito...", ela me responde: "ai, mas será?" ARGH!)

REGRA: Por favor, não use um carrinho para passear com o seu cachorro. É doentio ver um bicho sendo tratado como bebê.

REGRA: Alguém tem que desviar o guarda-chuva por pelo menos 2 segundos enquanto um outro transeunte passar na direção oposta e a calçada for minúscula. E esse alguém é o ser que está mais próximo da rua, especialmente se tiver um paredão na calçada minúscula. Isso é tão básico que não devia nem ser regra, mas tendo em vista que pessoas carregam cachorros no colo e praticamente o amamentam, e gente sem cérebro quebra coisas em banheiros de cinema porque não lê um simples aviso, achei importante sinalizar aqui que, SIM, ALGUÉM TEM QUE DESVIAR O GUARDA-CHUVA, CARALHO!

REGRA: A Folha deve parar já com a mania de chamar pseudo-hits de bandecas indie de "hino". HINO? De quem, 3 pessoas? Tsc!

REGRA: "Entrevista com Caetano Veloso" tem que parar de ser considerada capa obrigatória da Ilustrada. A última foi ridícula: sob o pretexto de um documentário sobre o cantor, botaram uma repórter fazendo UMA pergunta e três colunas de texto imeeeensas da resposta do Caetano (enviada por e-mail), que basicamente era uma réplica à coluna da Monica Bergamo. Filme ali que é bom, nada, né? Caetano ficou de malcriação o tempo inteiro, e eu secretamente imagino-o ligando para a redação e ficando de mimimi no ouvido do editor até receber um "tá bom, tá bom, vou te dar um espaço pra responder". Téeeedioooo.... o que nos leva à próxima....

REGRA: A... opinião.... do.... Caetano.... NÃO.... IMPORTA.... 'Mkay? Grata.

REGRA: A Folha de S. Paulo tem que entregar o jornal mais cedo. É ridículo ter que ler jornal de véspera porque quando eu saio de casa (8:30!) pra trabalhar é cedo demais pros entregadores. Ora, tenha a santa paciência. Eu não moro na putaquilpariu - e o jornal chega antes disso NA BANCA DA ESQUINA DA MINHA RUA. Alô, som? Respeito aos assinantes = zero, hein?! Tsc!

Falando em assinantes.... REGRA: Abril, não force forma de pagamento ao seu cliente. É ele quem deve escolher. Não renovo porra nenhuma se for no cartão de crédito ou débito automático, meu negócio é boleto. Isso porque (e aí vem a historinha de terror que eu faço questão de divulgar aos quatro ventos pra que todo mundo saiba a desonestidade desta empresa), quando resolvi usar o cartão de crédito, tive a surpresa: Na hora de renovar a assinatura, a Abril simplesmente envia uma carta com o seguinte teor: "Caro assinante, nós vamos renovar sua assinatura por DOIS ANOS (!) se você não nos ligar (!!)até dia tal (!!!!!!)". Ora, vão pra putaqueospariu. Pra começar, NUNCA renovei por dois anos. NUNCA faço isso. Em segundo lugar, COMO ASSIM VAI RENOVAR AUTOMATICAMENTE SE EU NÃO LIGAR ATÉ O DIA TAL??? COM ORDEM DE QUEM???? QUE AMEAÇA É ESSA, CARALHO?!?! O certo é a empresa me ligar e perguntar SE EU DESEJO renovar, e não, COM POSSE DO NÚMERO DO MEU CARTÃO, achar que eu quero isso - e pelo dobro do tempo normal!!!! Ora, ora, vão se foder!!!! É muita cara-de-pau, né não?? Sem contar a desonestidade disfarçada de "se colar colou; se ela não receber a correspondência, ou não ler, melhor para nós".

Portanto, Editora Abril, empresinha weasel de merda, ORDEM: pode já tirar suas mãozinhas fedorentas do meu cartão, porque EU ESTOU FORA. Só renovo no boleto e olhe lá!  Já estou de saco cheio de atendentes Abril me ligarem e implorarem para eu voltar a assinar a VEJA. E é sempre a mesma inhanha: dona Marina, a senhora vai ganhar um desconto... dona Marina, nós sentimos a sua falta... HA! Really?? Então por que caralhos não me mandaram um boleto, como pedi UMAS 450 VEZES DURANTE 5 MESES???? HUH??? O boleto nunca chegou e então eu nunca renovei.  Agora o papinho do atendente é que eles "não estarão trabalhando" mais com boleto. Bom, então agora eles não estarão renovando com a Tia Má. Simples assim.

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8/6/2009

Futuras estagiárias, aprendam!

O dia de hoje me inspirou (caham!) a vociferar algumas regrinhas do meu trabalho. Sem mais delongas (porque tô de saco cheio), aí vão. Coisas a NÃO fazer, ever:

1. Mania de mandar PDF pra autor ANTES de entrar na reta final. SEMPRE acaba dando merda porque autor não sabe olhar PDF, não presta atencão no que está fazendo e manda email falando: “corrigir a frase para “xyz”“, “retirar figura” mas não diz ONDE CARALHOS ESTÁ A FRASE/FIGURA. Sem contar que se PDF repaginar, all hell breaks loose.

2. PDF tem que OLHAR. É um pesadelo. Neguinho acha que é só rolar o mouse e pronto. Não, PORRA. Tem ver tudo com ATENÇÃO e cotejar com a prova de papel e/ ou correções via email. Se não olhar correções finais e algo passar, babau. Já era.

3. Mania de não ler e-mails. Isso é patológico. As pessoas NÃO LEEM a porra do email, ficam encaminhando do autor pro bureau e do bureau pro autor, quando a supervisão disso tudo tem que passar pela produção e, claro, COM VOCÊ TENDO NOÇÃO DO QUE FAZ. E mais não digo.

4. Atender a caprichos de autores SEMPRE dá merda. A produção editorial, salvo RARÍSSIMAS exceções, não pode se adequar às manias e frescuras alheias. Autor tem que seguir nossas orientações, por motivos óbvios: a) quem sabe fazer livro somos nós; e b) nós não trabalhamos SÓ com o livro dele. O cínico de plantão pode me acusar de só querer facilitar a minha vida, mas NA BOA… o livro vai sair mais rápido quando EU fizer tudo rápido, ou quando o autor meter o bedelho no que não entende e me atrasar?

5. Perguntar ao autor o que ele “prefere” fazer = MERDANÇA. Autor (especialmente se nunca escreveu livro) não tem como PREFERIR algo, certo? Não sabe como é o esquema de produção! Ele tem que se ADEQUAR aos nossos padrões, e portanto NOS OBEDECER. Oras.

6. Não ouvir o que eu falo. (Ok, soa pedante? FODA-SE. Quem é que tá com o extintor de incêndio na mão JUSTAMENTE PORQUE NÃO ME OUVIRAM E NÃO FIZERAM O QUE EU FALEI? Ahá!)

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7/15/2009

A Proposta (The Proposal)

Pelo trailer já se percebia que seria um filme ruim. Comédia romântica com Sandra Bullock de mulher “mal amada” e o Ryan Reynolds de contraponto numa trama improvável de “case comigo de mentirinha para nos apaixonarmos no caminho”? Não tem como dar certo, né!

Por incrível que pareça, eu gosto dos dois atores – especialmente a Sandra Bullock, dela eu encaro praticamente qualquer porcaria. Mas o que me fez sair de casa e pagar para ver algo que eu *sabia* que não ia gostar foi o fato de Margaret Tate, a personagem de Sandra Bullock, ter a minha profissão. Ela é uma editora-chefe (tradução da legenda, mas por aqui ela poderia ser chamada de “gerente” ou  “diretora” editorial) poderosa que tem o visto cancelado e corre o risco de ter que voltar para o Canadá. Para isso, ela inventa de se casar com o seu assistente, o Ryan Reynolds.

A história, estapafúrdia, não vai muito além disso. Eles passam o fim de semana juntos no Alasca, onde a família dele mora, e você supõe que será ali que a magia vai acontecer e os pombinhos se apaixonarão.

Bom, foi isso que teoricamente os roteiristas tentaram a todo custo fazer acontecer, mas deu tudo errado. A trama não avança nem a pau.

Esse é o grande problema do filme: a síndrome do piloto automático. Jogaram todos os clichês de comédia romântica num saco, sacudiram e acharam que tinham uma história para contar.

Não adianta pegar uma vovozinha engraçada, uma ex-namorada loirinha bonitinha, a Sandra Bullock fazendo aquele seu papel de “durona” (leia resenha maravilhosa de Inácio Araujo na Folha – somente para assinantes e UOL), um elemento cômico freak que atende por Ramone (gente, na boa, foi o pior miscast que eu já vi na vida!), uma microscópica reviravolta no final e supor que isso vai se transformar numa história a ser contada.

Por mais que os dois atores tenham uma certa química nos momentos “cômico-constrangedores” obrigatórios em filmes assim, da metade do filme em diante não se ouvia mais qualquer risada no cinema.

Faltou roteiro com o mínimo de rumo, faltou desenvolver os personagens principais, faltou aparecer ali o propósito básico para a existência de uma comédia romântica: razão para que o casal protagonista se apaixone.

Passam-se duas horas e você não entende por que diabos Ryan Reynolds e Sandra Bullock terão um final feliz.

A única coisa legal foi ver o escritório da editora. Maneiro constatar que não é só a minha sala que vive entupida de papéis e provas :P

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7/8/2009

Cinco coisas boas e cinco ruins do The Sims 3

Então estou de férias e não consigo parar de jogar The Sims 3. Não que o jogo seja a última maravilha (The Sims 2 era fodaço demais), mas continua lindamente viciante.

Há coisas boas e ruins nesta nova versão. Vejamos:

  1.  Roda no MacBook. Isso por si só já é lindo, né!
  2. É bem mais rápido. Não, isso não significa apenas que o meu computador é novo - quero dizer que há muito menos interrupções no jogo. Por exemplo, para ir até uma área comunitária, nas edições anteriores do Sims tínhamos que aguardar looongos minutos de telinha azul com musiquinha até que o cenário se carregasse. (Eu jogava com revistas ao meu lado, pra ler no meio tempo!) Agora você joga com a vizinhança inteira, os membros da sua família podem estar cada um em um canto, e é possível dar zoom em qualquer lugar da vizinhança sem ter que esperar carregar.
  3. Os novos traços de personalidade possibilitam infinitas combinações. Antigamente você só podia escolher personalidade através dos signos. Agora não: seu Sim pode ser maligno, pidão, couch potato, workaholic e até vegetariano! E dependendo dos traços do seu Sim, ele terá possibilidades diferenciadas de interação com as coisas e pessoas.
  4. Os Sims são agora muito mais imprevisíveis e, ao mesmo tempo, muito mais independentes. Se você quiser, pode deixar rolando o jogo e só assistir. Seus Sims agora fazem tarefas triviais por conta própria, como ir ao banheiro e tomar banho. Claro que coisas como cuidar de bebê ainda precisam de supervisão, mas volta e meia meus "filhotes" ligam sozinhos para suas amizades distantes para manter contato, aprimoram objetos, acordam para o trabalho mesmo de mau humor...
  5. Você vê onde o seu Sim trabalha e pode escolher o que ele vai fazer lá (puxar saco do chefe, vadiar, etc). Confesso que a minha atividade favorita no The Sims é arrumar carreiras e fazer meus Sims progredirem nela! Adoro os detalhes, as necessidades de se dar bem com o chefe, as "oportunidades" (tarefas que melhoram sua vida no trabalho), enfim. Então é fascinante acompanhar a carona dos Sims chegarem a um prédio e dar um zoom. Você não vê o que tem dentro, mas para cada emprego é um barulho diferente que se ouve. No Exército tá todo mundo marchando, no prédio do jornal são computadores fazendo aquele barulhinho típico de digitação, enfim. Uma graça!

Porém, nem tudo é perfeito. Alguns aspectos são meio chatinhos, e com outras novidades eu ainda não me acostumei:

  1. Seu jogo agora é por vizinhança, e não família. Quem, como eu, gostava de jogar com todas as famílias do The Sims, um dia por vez, para que eles envelhecessem juntos e se conhecessem, etc (em vez de jogar loucamente com cada família até cansar e pular pra outra), vai demorar a se acostumar com o fato de que, se quiser jogar com outras famílias, terá que abandonar a família atual (ou seja, todas as conquistas e "desejos duradouros") - a não ser que você crie outro jogo na mesma vizinhança, criando assim vários "universos paralelos". Então esse negócio de botar vários amigos em várias casas e fazerem eles se conhecerem não rola mais no The Sims 3, ou pelo menos se tornou muito mais difícil. De primeira eu estranhei pra caramba, mas agora me acostumei. Ah! Por causa disso há uma novidade: a vizinhança ao seu redor envelhece junto com a sua família, o que não acontecia nas edições anteriores.
  2. Alguns locais comunitários, como restaurantes e lojas, você não consegue ver por dentro. Seu Sim entra e você no máximo escolhe o que ele vai comer ou comprar. Isso é chatinho; se antes você podia fazer um date numa lanchonete, interagir com garçom e correr o risco de ter o seu Sim visto traindo o cônjuge, isso ficou um pouco mais complicado no The Sims 3. Mas acredito que os próximos pacotes de expansão devem ajustar isso (inclusive falta uma loja de roupas, hein?).
  3. Os Sims não têm mais aquela memória "traumática" e/ou boa, que contava a "historinha" deles. Isso agora virou um "modificador de humor" absurdamente complexo. Então se o lixo estiver fedendo no meio da cozinha, seu Sim ficará perturbado por 10 minutos; se ele se apaixonar ficará feliz por 3 dias; e por aí vai. São condições temporárias às quais você tem que ficar atento, pois agora seu Sim pode estar com suas necessidades todas "verdinhas" e mesmo assim estar mau-humorado. Isso complicou o jogo um pouco no início (ainda acho meio chatinho), mas agora já me acostumei!
  4. Não há mais o serviço de Jardineiro. Agora seu Sim tem que se virar para cuidar do jardim e/ou horta. Tô achando isso meio péla-saco, por isso ainda não plantei nada nas casas dos meus Sims porque ainda não descobri o que é regável e o que não é.
  5. Decorar as coisas e criar um Sim ficou extremamente complicado - e cansativo. E isso NÃO é uma coisa boa. Enquanto há 350 bilhões de formas de ajustar um rosto, as opções de cabelos são ridículas de tão poucas. Idem com a decoração. Aparentemente você tem zilhões de "patterns" para escolher e "colar" nos seus móveis, paredes, etc, mas até agora achei isso tão complicado e lento de se fazer (leva muito tempo para observar um objeto, pois a imagem fica girando em 3D) que desisti de aprender. Quem sabe daqui a uns meses?

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6/2/2009

Minha vida no trabalho vai piorar sem a Antena 1 Light FM

Ontem, dia primeiro de junho de 2009, qual não foi meu susto ao ligar meu radinho e ouvir um… PAGODE! Ohmygod, cadê a Antena 1 Light FM?? Pois é, ela saiu do ar. No lugar dela agora você escuta a Nativa; onde era a Nativa agora é TUPI!

Já avisei aqui no trabalho: minha produtividade deve cair uns 20% com o fim da Antena 1 Light FM no dial do Rio de Janeiro. Por quê? Oras, porque, como o próprio nome da rádio explica, é uma Light FM. Só toca música calminha, para servir de “fundo”, que não atrapalha o meu serviço e não me faz mudar de estação constantemente (só trocava quando surgia Djavan ou Jorge Vercilo, ou aquela Ana Carolina).

Passo meus dias lendo e escrevendo. Trabalhar em silêncio assim é maluquice, não consigo. Com a Light FM e suas musiquinhas adoráveis que não atrapalham era uma maravilha… *suspiros* Vou sentir MUITA falta, sério.

Segue aqui uma lista com as coisas que eu mais gostava da Antena 1 Light FM e que explicam por que esta sempre será minha estação favorita:

  • Apesar da JB FM e da Paradiso terem quase que a mesma proposta, são rádios TOTALMENTE diferentes da Antena 1. A JB FM toca MPB demais, e isso me irrita muito. A Paradiso tem momentos digníssimos (toca Dave Lee Roth e Bon Jovi!), mas fica num lugar quase impossível de achar no dial. Além disso tem uma falação péla-saco em certos momentos (especialmente quando surge o Luciano Huck e aquele sotaque HORROROSO).
  • Outra coisa que diferenciava a Antena 1 Light FM da Paradiso ou JB eram as sequências. Rádio não é só pra tocar musiquinhas aleatórias; na minha opinião a ordem que elas tocam é fundamental. Eu deveria ter anotado algumas para escrever aqui, agora não me lembro de nada. Mas passei por tardes sob tremendo stress que, não tenho dúvida, sem a “música certa na hora certa” teriam sido bem piores.
  • Tocava flashbacks do arco da velha, que me traziam memórias e conforto. Tipo Bangles, Boston, Eagles, Prince, Bowie farofa, Queen, power ballads fodonas, Duran Duran, Cure, Depeche…
  • Sempre eram pouquíssimos anúncios entre um bloco de música e outro.
  • Quase não existia falação de locutor. E quando tinha eram notícias curtas e rápidas.
  • Ahh, não posso deixar de mencionar a minha “falação” favorita: todo dia a locutora descrevia o tempo de forma EXTREMAMENTE POÉTICA. Volta e meia eu tuitava sobre isso! Era a coisa mais linda! “céu com pinceladas de azul…” “o sol brilha e faz as pessoas saírem felizes pelas ruas” e por aí vai.
  • Algumas músicas só tocavam na Antena 1 Light FM. Tinha um medley Star Wars INACREDITÁVEL. Outro dos Beatles que levava meia hora. Idem com ABBA. Carrie Underwood, uma das vencedoras do American Idol que fez um hit fodaço em 2006 mas obscuro por aqui, “Before He Cheats”, tocava. Paolo Nutini, “New Shoes”, tocava. Ben Kweller, “Catch My Disease”, tocava. Bruce Springsteen, tocava de tudo – não só “Streets of Philadelphia”! Police? Inúmeras, não só “Every Breath You Take”! Fleetwood Mac? Várias, várias! Morcheeba, idem! Genesis? Idem!  E por aí vai. Às vezes eu ficava de boca aberta no trabalho: caraca, eles estão tocando ISSO? Foda!

E o item mais importante:

  • Minha paixão pelo Chris Isaak é parcialmente culpa da Antena 1. A rádio não tocava só “Wicked Game” e “Back on your side”, mas várias dele, como uma versão ao vivo MARAVILHOSA de “Blue Moon” e a música que finalmente me fez correr pra loja atrás do best of: “Can’t do a thing to stop me”. Essa pérola você não ouvia em mais nenhuma outra rádio: só na Antena 1 Light FM.

Entende agora como meu coração ficou triste de saber que não vou ter mais a Antena 1 como “colega de trabalho”? Várias maravilhas se escondiam na sua programação, que agora todos perdemos.

Que a estação volte, e rápido!

5/25/2009

Tag cloud do momento

Pois bem, como já escrevi neste post, pretendo, de vez em quando, botar aqui uma tag cloud "da vez", que reflita minhas últimas rabiscações.

O site que faz isso se chama Wordle.net e recomendo a visitinha!




Espantoso ver o tamanhinho que ficou o U2, hein!

Daqui a dez posts tem mais :)
5/12/2009

Como é bom gostar de trashices pop (ou: o clipe novo do Enrique Iglesias é TUDO!)

Já é a *segunda* vez que me pego viciada numa canção do Enrique Iglesias. A outra foi "Do You Know (The Ping Pong Song)", de 2007 (leia mais aqui).


O negócio está brabo: há SEMANAS "Takin' Back My Love", que tem a participação da Ciara, não sai do meu som. Segundo o Last.fm, já escutei a canção no meu iTunes 82 vezes (ops, 83). Isso sem contar as voltas do trabalho no metrô ouvindo a música sem parar no celular (são 40 minutos NON-STOP. Faça as contas.)


Qual é o meu problema??


Bom, não sei. Só sei que quem está mexendo na carreira do Enrique Iglesias está fazendo um trabalho assustador. Esta música é (mais) uma pérola deliciosa do mais puro eurodance trash. Ou será miami bass? Ou "mero" pop pegajoso?


Esse produtor (ou seja lá quem for o gênio por trás dessa guinada na carreira breguérrima do cantor) conseguiu pegar o "drama" inerente do latin lover e botar na dance music! E realmente, por que nunca pensaram nisso antes?? Se temos cantoras gritonas, por que não um homem?


Enrique Iglesias = música de corno, certo? Mas agora música de corno NÃO é mais igual a baladas horrorosas!!!


Ao colocarem uma base dance e uns arranjos que quase me lembraram o antigo “funk melody” (tipo Tony Garcia), chamarem uma cantora com quem ele pode contracenar cenas tórridas (hã...!) e criarem um clipe que por si só já é qualquer coisa, não tenho vergonha de dizer aqui que pra mim a perfeição foi praticamente atingida – no que diz respeito ao Enrique Iglesias, claro!


Tá, vocês vão me encarnar e retrucar: “ah, mas é porque você sente um prazerzinho de ver o Enrique sofrer”. PÔ, CLARO!! Quem não sente???


Gente, eu entro em ÊXTASE vendo um galã daqueles comendo o pão que o diabo amassou nas suas músicas! E os bicos?? Ahh, os bicos que ele faz... a testa franzida... os olhos fechados... o cabelinho desgrenhado... é HILÁRIO! Amo. Sério. Especialmente agora que posso assisti-lo SEM colocar o vídeo no mudo! Falando nisso...


Este clipe precisa ser comentado passo a passo.


Com a abertura similar a um filme (praticamente todo vídeo “grandioso” de hip hop é assim agora), a coisa promete. Começa com closes em porta-retratos onde aparecem Enrique Iglesias e Ciara juntos, etc e tal. Tipo, você até respira fundo e pensa: Aí vem conteúdo profundo. U-i-ê!


Então a gente já vê os dois cantores discutindo, e a Ciara armando barraco de cima de um salto agulha! U-a-u! Esta é uma introduçãozinha, onde os dois gritam por cima do instrumental: “Ciaraaaa” “Enriqueeee” (hilário!)


Depois disso começa o show do Enrique: “Go ahead just leave, can’t hold you, you’re free / You take all these things if they mean so much to you”. Aos 35 segundos do vídeo, o mocinho está sentado no chão da casa sofrendo e afirmando por entre o bico: “I gave you your dreams ‘cause you meant the world / So did I deserve to be left here hurt?”


Aos 45 segundos, a coisa esquenta: ele vai ao banheiro, vê o porta-retrato dos dois na pia (oh-my-god! Quem tem porta-retrato NA PIA DO BANHEIRO??? Hilário!) e canta: “You think I don’t know you’re out of control / I ended up finding all of this from my boys / Girl, you’re stone cold, say it an’t so / You already know I’m not attached to material”


Aí, na virada tchuns do refrão (o grito “I’d give it all up”), ele pega o colar da Ciara a CRASH! Quebra tudo no chão!! Uhh, como ele sooofre! Ele se debruça na pia... ele está cabisbaixo... E ELE DERRUBA TUDO DA BANCADA! O refrão começa e a quebradeira também! (“But I’m takin’ back my love, I’m takin’ back my love, I’m takin’ back my love / I’ve given you too much but I’m takin’ back my love, I’m takin’ back my love, my love, my love, my love, my love”)


Aí vem a parte da Ciara! Ela entra na casa e começa a discutir (cantar... kkk!) a relação com ele: “yeah, what did I do but give love to you? I’m just confused as I stand here and look at you / From head to feet all that’s not me / Go ‘head keep the keys, that’s not what I need from you”.


Em seguida ela cata umas roupas dele, e PAFT!, joga na piscina! O DR também continua, enquanto ele aparece em outro take respondendo, assim como na canção (Hilário, hilário!): “You think that you know (I do) You’ve made yourself cold (oh yeah) / How could you believe them over me, I’m your girl / You’re out of control (so what?) how could you let go? (oh yeah) / Don’t you know I’m not attached to material?”


Na segunda vez que o refrão entra, porém, Enrique surpreende a todos e vai até a cozinha...jogar leite no chão!!! (Hein?) Sim, ele esvazia a geladeira inteira, destrói toda a comida, só de raiva! (uuuui!) Enquanto isso, Ciara joga um quadro na piscina e outras coisas que não dá pra saber o que seriam. O mais maneiro é, aos 2:17, ela jogar coisas numa fogueirinha freak no meio da sala (não, não é numa lareira).


Então os dois se encontram de novo, em frente a uma mesa de jantar. Aí cada um vai discutindo com o outro derrubando e quebrando coisas! Acompanhe o diálogo:


E: So all this love I give you, take it away

C: You think material’s the reason I came

E:  If I had nothing would you want me to stay?

C: You keep your money, take it all away


E aííí.... uhh, aí é o clímax da música e, aos 2:35 min do vídeo você começa a ver as cenas mais “quentes” que o Enrique Iglesias pode protagonizar com uma mulher: o agarro-quase-beijo.


Aos 2:52 é a melhor cena: Enrique Iglesias parece o maior bebê chorão da paróquia! Seu acting é absolutamente sensacional de tão canastra! Ai aaaaai! Quanto sofrimento! Quaaaaquaquaquaquá!


Então o pancadão do refrão segue, eles continuam quebrando tudo, até que aos 3:24 as coisas se “acalmam”, a música se encaminha para o final e vem mais quase-beijos com o Enrique – o que é perturbador, pois não pude distinguir quem canta aquele falsete inacreditável no final!


Assista e se delicie! Tô torcendo muito pra virar hit!



    

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